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Banco Bradesco S.A. (BBDC3.SA)

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Variação de 52 semanas15,02 - 35,69
Volume5.918.400
Estimativa Volume6.021.813
Capitalização de Mercado190,03B
Beta (mensalmente por 5 anos)1,25
Índice P/L (últ. 12 mes.)11,23
LPA (últ. 12 mes.)1,82
Data da Receita29 de out de 2020
Dividendo futuro e rendimento0,21 (1,01%)
Data do Ex-Dividendo04 de nov de 2020
Meta estimada de 1 anoN/A
  • Bradesco fecha acordo sobre trabalho remoto com funcionários
    Reuters

    Bradesco fecha acordo sobre trabalho remoto com funcionários

    SÃO PAULO (Reuters) - O Banco Bradesco chegou a um acordo com seus funcionários para adotar permanentemente o trabalho remoto, disse um executivo de recursos humanos do banco. O acordo, apoiado pelo sindicato dos bancários, prevê que as pessoas possam ser alocadas para trabalhar de casa por quantos dias cada trabalhador e o Bradesco concordarem.

  • Crise faz grandes bancos voltarem a ser queridinhos do mercado
    Bloomberg

    Crise faz grandes bancos voltarem a ser queridinhos do mercado

    “Agora é a hora de comprar bancos”, disse Tim Love, diretor de ações de mercados emergentes da GAM Investments, de Londres

  • Bolsonaro provou que fala de Guedes sobre auxílio não era 100% verdade, diz Maia
    Folhapress

    Bolsonaro provou que fala de Guedes sobre auxílio não era 100% verdade, diz Maia

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A afirmação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de que sancionará o auxílio de R$ 600 prova que as declarações do ministro Paulo Guedes (Economia) de que a ajuda dependeria do Congresso não eram 100% verdade, disse o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A declaração foi dada pelo deputado nesta quarta-feira (1º) em entrevista concedida ao apresentador José Luiz Datena na Rádio Bandeirantes. Foi o terceiro ataque de Maia a Guedes desde que o ministro tentou transferir ao Congresso a responsabilidade pelo atraso na liberação dos recursos. Maia elogiou as medidas anunciadas nesta tarde pelo governo para manter empregos formais no país e falou que as decisões tomadas foram corretas. “Hoje o presidente está provando à gente que o que o ministro [Paulo Guedes] disse ontem [terça] não era 100% verdade”, afirmou. “É óbvio que o governo tem os instrumentos para editar a medida provisória para garantir os recursos para a renda mínima.” O presidente da Câmara alfinetou o ministro e sugeriu que as acusações de Guedes em direção ao Legislativo tentavam mascarar um erro de avaliação em relação à crise do coronavírus. Maia citou duas entrevistas dadas pelo ministro. Em uma, à revista Veja, Guedes estimou o custo do combate à pandemia em R$ 5 bilhões. Em outra à Folha de S. Paulo, o ministro disse que não havia propostas imediata e que o plano era de médio e longo prazo. “É óbvio que o ministro está tensionado”, afirmou. “Quando você vai analisando, um homem com a qualidade dele, com o talento dele, com a formação dele comete um erro tão grande na sua análise inicial da crise e minimiza os impactos na economia na crise, ele ainda está organizando o caminho dele”, disse. O deputado acusou novamente Guedes de tentar transferir para terceiros —no caso, ao Congresso— uma responsabilidade que era dele. O deputado afirmou, porém, que isso não o incomodava. Mais cedo, em videoconferência com investidores do banco Bradesco BBI, Maia acusou o ministro de cobrar a aprovação de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) “que ele nem sabe qual é porque ele não encaminhou”. O presidente da Câmara demonstrou irritação com a declaração de Guedes de que Maia poderia aprovar em 24 horas uma PEC para regularizar a liberação do auxílio emergencial. “Mas que PEC, ministro, se o senhor não me pediu nada? Eu, junto com os outros deputados, que propusemos a PEC da guerra”, criticou. “Isso não vai nos contaminar. Nós não vamos atrasar a votação da PEC por isso, mas eu não acho que a relação está azeitada”. O presidente da Câmara articula a aprovação do Orçamento de guerra. A ideia é separar o Orçamento fiscal do Orçamento da crise. Durante a vigência da calamidade pública, o texto permitirá que o governo não cumpra a regra de ouro, norma que impede endividamento para pagar despesas correntes. Na terça (31), Guedes e Maia travaram disputa de versões sobre a liberação do auxílio. Enquanto o titular da Economia cobrava a Câmara e afirmava que a efetivação dos pagamentos dependia da aprovação de uma PEC pelo Legislativo, Maia criticou a demora do governo em liberar os benefícios e acusou o governo de mentir na ação que impetrou junto ao STF. Embora o projeto que cria o auxílio tenha sido aprovado pelo Congresso, restando apenas a sanção do presidente Jair Bolsonaro, Guedes afirmou que o início dos pagamentos à população ainda terá que esperar a aprovação pelo Legislativo de uma emenda constitucional do chamado “orçamento de guerra”. Também nesta quarta, Maia criticou o presidente por ter compartilhado um vídeo em que um homem aparece no Ceasa (Central de Abastecimento) de Belo Horizonte e relatava situação de desabastecimento. No dia em que o homem do vídeo compartilhado por Bolsonaro afirma ter feito a gravação, a Ceasa disse que o movimento estava normal desde as 4h. ​Depois que o desmentido começou a circular nas redes sociais, Bolsonaro apagou a publicação que havia feito no Twitter, no Instagram e Facebook. "Essas informações desencontradas é que podem e devem gerar preocupação em toda sociedade. E é claro que o Twitter do presidente deveria ter esse cuidado maior em relação ao que posta", disse. "Hoje não é apenas dono de um endereço no Twitter, ele é presidente da República. Quando ele fala pelo Twitter, ele fala como presidente." Para Maia, o presidente deveria ter mais cuidado com o que posta. "Porque vindo do presidente certamente passa num primeiro momento como informação verdadeira e pode gerar preocupação e um pânico maior na sociedade".