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  • Wall Street fecha em alta após aprovação de pacote de ajuda nos EUA
    AFP

    Wall Street fecha em alta após aprovação de pacote de ajuda nos EUA

    Wall Street voltou a fechar em alta nesta quinta-feira apesar do recorde no número de pedidos de seguro-desemprego Estados Unidos, depois da aprovação de um pacote de ajuda à economía no Senado.

  • Após crash histórico, mercados se recuperam
    AFP

    Após crash histórico, mercados se recuperam

    Os mercados financeiros europeus se recuperavam fortemente nesta sexta-feira (13) ao meio-dia, e Wall Street se prepara para acompanhar o passo, depois de uma queda histórica no dia anterior, frente à progressão da pandemia de coronavírus.

  • Trump e pandemia derrubam as Bolsas
    AFP

    Trump e pandemia derrubam as Bolsas

    Os mercados europeus operavam em baixa expressiva nesta quinta-feira (12), depois que o presidente americano, Donald Trump, proibiu por 30 dias as viagens de estrangeiros procedentes da Europa para os Estados Unidos, devido à pandemia de coronavírus.

  • 5 pontos para entender por que as Bolsas de Valores sobem e descem tanto
    BBC News Brasil

    5 pontos para entender por que as Bolsas de Valores sobem e descem tanto

    Com a propagação rápida do coronavírus e a queda do preço do petróleo, o mercado tem operado com grande volatilidade e registrado quedas acentuadas.

  • Índices da China tombam com mercados globais após EUA suspenderem viagens da Europa
    Reuters

    Índices da China tombam com mercados globais após EUA suspenderem viagens da Europa

    O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,92%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 1,52%. Ambos fecharam nos menores níveis desde 28 de fevereiro, perto da mínima de duas semanas.

  • Bolsas se recuperam após 'Segunda-feira Negra'
    AFP

    Bolsas se recuperam após 'Segunda-feira Negra'

    As Bolsas começaram a se recuperar nesta terça-feira (10), um dia depois de ter sua pior sessão desde a crise de 2008, estimuladas pela alta do petróleo e pela perspectiva de medidas de apoio econômicas dos bancos centrais.

  • iPhone SE 2 ainda deve ser lançado em março, apesar do coronavírus
    Canaltech

    iPhone SE 2 ainda deve ser lançado em março, apesar do coronavírus

    Nesta segunda-feira, noticiamos que a Apple estaria preparando um evento especial no dia 31 de março, para lançar o iPhone SE 2 e outros dispositivos. Mesmo com coronavírus, o evento não será afetado, segundo rumores

  • Reuters

    Índices da China terminam estáveis em meio a novas incertezas sobre acordo comercial

    XANGAI (Reuters) - Os índices acionários chineses tiveram pouca variação nestaquinta-feira, uma vez que a cautela reinou devido às notícias de que umencontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, XiJinping, para assinar um acordo comercial preliminar pode ser adiado.O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai eShenzhen, ganhou 0,18%, enquanto o índice de Xangai terminou estável.

  • Nissan se prepara para um drástico corte de funcionários
    AFP

    Nissan se prepara para um drástico corte de funcionários

    A fabricante japonesa Nissan, que já foi a força motriz da aliança com a a francesa Renault, está em crise: prepara-se para anunciar na quinta-feira medidas drásticas para reequilibrar suas contas, com a imprensa japonesa evocando mais de 10 mil cortes de empregos.

  • Amazon, Dell, HP e Microsoft mudam produção de hardware para fora da China
    Canaltech

    Amazon, Dell, HP e Microsoft mudam produção de hardware para fora da China

    Empresas de tecnologia de consumo estão tomando medidas para minimizarem o impacto da guerra comercial entre China e Estados Unidos: governo norte-americano impôs tarifa de 25% em produtos importados, o que pode refletir em consoles, notebooks e outros aparelhos

  • Folhapress

    Bolsa acumula alta de 14,5% no semestre; junho é segundo melhor mês no ano

    Junho foi o segundo melhor mês do ano para o mercado financeiro. No período, o Ibovespa bateu o recorde histórico duas vezes

  • Com guerra comercial, Apple quer transferir da China até 30% de sua produção
    Canaltech

    Com guerra comercial, Apple quer transferir da China até 30% de sua produção

    A Apple quer reduzir sua dependência da manufatura chinesa e considera transferir de 15% a 30% de sua produção da China para outros países, como México, Vietnã e Índia. A notícia foi publicada pelo jornal Nikkei Asian nesta sexta-feira (21)

  • Fundador da Foxconn aconselha Apple a sair da China
    Canaltech

    Fundador da Foxconn aconselha Apple a sair da China

    Terry Gou, fundador e ex-presidente da Foxconn, revelou em reunião com acionistas que aconselhou os executivos da Apple a mudarem toda a operação de produção da empresa da China para Taiwan, onde Gou está disputando a eleição para presidente

  • Bolsa atinge maior patamar desde os 100 mil pontos
    Folhapress

    Bolsa atinge maior patamar desde os 100 mil pontos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa brasileira voltou ao patamar dos 98 mil pontos nesta terça-feira (11), próximo ao pico histórico, quando atingiu os 100 mil pontos durante o pregão nos dias 18 e 19 de março.  O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que irá "blindar a Câmara de qualquer crise", sem fazer referência direta ao caso das mensagens entre o ministro Sergio Moro (Justiça) e procuradores da Lava Jato na época que era juiz. O mercado, que aposta na independência das reformas, abandonou a cautela da véspera. O Ibovespa fechou a 98.960 pontos, maior valor desde a máxima histórica. O dólar acompanhou o viés positivo e cedeu 0,90%, a R$ 3,8500, menor patamar desde abril. A alta do índice foi puxada pelas ações de Vale e CSN. Os papéis da mineradora, que compõem 9,8% do índice, registraram alta de 6,39% a R$ 51,44, maior patamar desde abril. A siderúrgica teve alta de 5,68%, a R$ 18,22. As companhias acompanharam a valorização do minério de ferro, cujo contrato mais ativo subiu 4% nesta terça, a US$ 107,79. O valor é próximo da máxima do ano, de US$ 109,98.  A escassez da oferta de minério, com a tragédia de Brumadinho e um ciclone que afetou a produção na Austrália, impulsionam a valorização da commoditie. Além disso, a China, maior consumidor, registrou aumento da demanda em maio com relação ao mês anterior, quando teve o pior nível de importação em 18 meses. Outro fator que impulsionou os mercados foi o anúncio de novos incentivos econômicos do governo chinês. O país vai permitir que governos locais usem recursos de títulos especiais como capital para projetos de investimento, incluindo estradas, oferta de gás e energia e ferrovias. Com a notícia, o índice CSI 300, que reúne as Bolsas de Xangai e Shenzhen, subiu 3%. Os índices de Nikkei e Hong Kong tiveram alta de 0,33% e 0,76%, respectivamente. Bolsas europeias acompanharam o viés positivo. Londres e Paris valorizaram 0,31% e 0,48%, respectivamente. Frankfurt, que voltou de feriado, subiu 0,92%. Nos Estados Unidos, a incerteza sobre fusão de duas gigantes interferiu na alta do mercado e deixou os índices estáveis. As companhias United Technologies e Raytheon, que negociam se juntar para criar uma nova empresa aeroespacial, tiveram fortes quedas após incertezas quanto a aprovação do negócio por parte do governo americano. United cedeu 3,89% e Raytheon, 4,94% . A Symantec também pressionou os índices americanos. As ações da companhia cederam 2,45%, a US$ 18,74 depois que o banco Morgan Stanley rebaixou as recomendações do papel devido à alta competitividade do setor. Além disso, a tensão quanto a guerra comercial com a China continua. Nesta terça, o presidente americano Donald Trump afirmou que não está interessado em uma resolução, a menos que seja um grande acordo. Trump disse ainda que espera se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, na cúpula do G20 no Japão neste mês, mas que a China precisa reverter sua decisão de rejeitar algumas das medidas negociadas anteriormente no acordo. Na véspera, o presidente afirmou que estava preparado para impor outra ronda de tarifas sobre as importações chinesas caso as negociações no G20 não progridam. No Brasil, a aprovação do crédito extra de R$ 248,9 bilhões na CMO (comissão mista de Orçamento) do Congresso, que libera dinheiro para pagamento de benefícios assistenciais e aposentadorias, impulsionou o viés otimista.  Além do andamento da pauta, fundamental para o governo Bolsonaro, investidores aguardam o relatório da reforma da Previdência que será apresentado nesta quinta (13). O Ibovespa subiu 1,53%, a 98.960 pontos, com giro financeiro de R$ 16,959 bilhões, acima da média diária para o ano. A marca de 100 mil pontos, no entanto, pode não estar tão próxima quanto parece, afirma Betina Roxo, analista da XP Investimentos. "Por enquanto, os projetos econômicos seguem tramitando, mas há o medo de um possível ruído das reportagens do The Intercept Brasil nas reformas. À curto prazo a sustentação do Ibovespa neste patamar é desafiadora pois a reforma da Previdência ainda está tramitando, sendo preciso passar por um processo de negociação até ser aprovada na comissão especial e no plenário, gerando volatilidade no mercado", diz Betina.

  • Números do mercado financeiro
    Folhapress

    Números do mercado financeiro

    DÓLAR compra/venda Câmbio livre BC - R$ 3,8658 / R$ 3,8664 ** Câmbio livre mercado - R$ 3,8480 / R$ 3,8500 * Turismo - R$ 3,8200 / R$ 4,0200 (*) cotação média do mercado (**) cotação do Banco Central Variação do câmbio livre mercado no dia: -0,90% OURO BM&F; R$ 163,110 BOLSAS Bovespa (Ibovespa) Variação: 1,53% Pontos: 98.960 Volume financeiro: R$ 16,959 bilhões Maiores altas: Vale ON (6,39%), CSN ON (5,68%), Bradespar PN (5,58%) Maiores baixas: IRB Brasil ON (-1,69%), Via Varejo ON (-1,19%), Estácio ON (-1,17%) S&P; 500 (Nova York): -0,03% Dow Jones (Nova York): -0,05% Nasdaq (Nova York): -0,01% CAC 40 (Paris): 0,48% Dax 30 (Frankfurt): 0,92% Financial 100 (Londres): 0,31% Nikkei 225 (Tóquio): 0,33% Hang Seng (Hong Kong): 0,76% Shanghai Composite (Xangai): 2,58% Merval (Buenos Aires): 5,02% IPC (México): 0,24% ÍNDICES DE INFLAÇÃO IPCA/IBGE Abril 2018: 0,22% Maio 2018: 0,40% Junho 2018: 1,26% Julho 2018: 0,33% Agosto 2018: -0,09% Setembro 2018: 0,48% Outubro 2018: 0,45% Novembro 2018: -0,21% Dezembro 2018: 0,15% Janeiro 2019: 0,32% Fevereiro 2019: 0,43% Março 2019: 0,75% Abril 2019: 0,57% INPC/IBGE Abril 2018: 0,21% Maio 2018: 0,43% Junho 2018: 1,43% Julho 2018: 0,25% Agosto 2018: 0,00% Setembro 2018: 0,30% Outubro 2018: 0,40% Novembro 2018: -0,25% Dezembro 2018: 0,14% Janeiro 2019: 0,36% Fevereiro 2019: 0,54% Março 2019: 0,77% Abril 2019: 0,60% IPC/Fipe Abril 2018: -0,03% Maio 2018: 0,19% Junho 2018: 1,01% Julho 2018: 0,23% Agosto 2018: 0,41% Setembro 2018: 0,39% Outubro 2018: 0,48% Novembro 2018: 0,15% Dezembro 2018: 0,09% Janeiro 2019: 0,58% Fevereiro 2019: 0,54% Março 2019: 051% Abril 2019: 0,29% IGP-M/FGV Maio 2018: 1,38% Junho 2018: 1,87% Julho 2018: 0,51% Agosto 2018: 0,70% Setembro 2018: 1,52% Outubro 2018: 0,89% Novembro 2018: -0,49% Dezembro 2018: -1,08% Janeiro 2019: 0,01% Fevereiro 2019: 0,88% Março 2019: 1,26% Abril 2019: 0,92% Maio 2019: 0,45% IGP-DI/FGV Abril 2018: 0,93% Maio 2018: 1,64% Junho 2018: 1,48% Julho 2018: 0,44% Agosto 2018: 0,68% Setembro 2018: 1,79% Outubro 2018: 0,26% Novembro 2018: -1,14% Dezembro 2018: -0,45% Janeiro 2019: 0,07% Fevereiro 2019: 1,25% Março 2019: 1,07% Abril 2019: 0,90% SALÁRIO MÍNIMO Janeiro 2019: R$ 998,00