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  • Folhapresshá 6 horas

    Números do mercado financeiro

    DÓLAR compra/vendaCâmbio livre BC - R$ 4,1050 / R$ 4,1056 **Câmbio livre mercado - R$ 4,1030 / R$ 4,1050 *Turismo - R$ 4,0500 / R$ 4,2600 (*) cotação média do mercado(**) cotação do Banco Central Variação do câmbio livre mercadono dia: 0,07% OURO BM&FR$ 167,880 BOLSAS Bovespa (Ibovespa)Variação: 2,17% Pontos: 91. ...

  • Agência Brasilhá 10 dias

    Brasileiro vai gastar menos com presentes para o Dia das Mães

    O brasileiro vai gastar menos este ano com o presente para o Dia das Mães, aponta pesquisa especial da Sondagem do Consumidor do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), divulgada hoje (10), no Rio de Janeiro. Feita com 1.737 pessoas entre os dias 2 e 20 de abril, a pesquisa revela que o preço médio apontado para a data caiu 3,1%, passando de R$ 67,1, em 2018, para R$ 65 este ano.O percentual de brasileiros que pretendem gastar menos (35,3%) está maior do que aquele com intenção de gastar mais (6,8%), disse o economista Rodolpho Tobler, coordenador das Sondagens da FGV Ibre. "Isso é um pouco normal. Ano após ano é natural que os consumidores digam que pretendem gastar menos. O percentual melhorou em relação a 2018 [37,1%], mas ainda é um percentual baixo".Tobler disse que a parcela da população que deseja gastar mais com o presente das mães (6,8%) é positiva, "porque é o maior percentual desde 2014, que é o início da recessão. Mas a gente ainda tem aí um saldo de 71,5 pontos percentuais, que é o nosso indicador de consumidores com intenção de compra para o Dia das Mães. Ou seja, tem mais consumidores dizendo que vão gastar menos do que gastar mais".O indicador da FGV Ibre resulta do saldo de respostas mais 100, em pontos percentuais. Quando ele está abaixo de 100, significa que tem mais consumidores dizendo que vão gastar menos do que gastar mais. Quando o indicador está acima de 100 pontos, tem mais consumidores dizendo que vão gastar mais, esclareceu o pesquisador. Em 2018, o indicador atingia 69,3 pontos. Faixas de rendaA intenção de efetuar um gasto menor com os presentes para a data este ano se espalhou para todas as faixas de renda. "Mostra que é uma dinâmica geral. Não é específico de algum grupo de consumidores", disse Tobler. A maior queda ocorreu entre as famílias que ganham de R$ 4,8 mil a R$ 9,6 mil mensais, em que o gasto caiu de R$ 74,1 para R$ 71,1.Tobler disse que com as incertezas em relação à economia, ainda muito elevadas, os próprios consumidores mostram um pouco mais de cautela com os gastos e isso acaba refletindo no preço do presente para o Dia das Mães.Vestuário foi o presente mais citado pelos consumidores este ano (52,3%), mantendo tendência observada desde 2017 (55%) e 2018 (50,4%). Em segundo lugar em termos de preferência para presentear as mães este ano estão os segmentos de perfumaria (10,5%), calçados (4,6%) e artigos para casa (4,6%). O fato de vestuário oferecer produtos para todos os bolsos facilita ao consumidor encontrar uma opção que mais convém ao seu bolso, disse Tobler. InflaçãoOutra pesquisa da FGV Ibre mostra que a inflação dos produtos e serviços mais procurados no período subiram, em média, 3% nos últimos 12 meses compreendidos entre maio de 2018 e abril de 2019, mas ficaram abaixo da inflação geral medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), cuja variação atingiu 5,19%.Separando os dois grupos, serviços para o Dia das Mães aumentaram 3,74%, enquanto a inflação dos presentes ficou em 1,92%. O responsável pela pesquisa Igor Lino destacou que no ano passado a inflação de presentes foi ainda menor (1,32%). "Mas, também, a inflação estava bem mais baixa. O IPC estava em 2,98%".Do total de 27 itens de presentes selecionados para o levantamento da FGV Ibre, sete mostraram alta acima da inflação e cinco apresentaram retração. Entre as maiores altas, destaque para máquina de lavar (6,85%), cintos e bolsas (6,15%), livros não didáticos (5,97%) e geladeira e freezer (5,51%). Mostraram queda aparelho de televisão (-4,67%) e aparelho de som (-1,68%).Entre os serviços, puxaram a inflação para cima excursão e tour (10,41%) e cinemas (5,84%). No sentido oposto, teatro registrou a maior queda (-11,42%). Igor Lino recomendou aos consumidores ficar atentos para as ofertas que são tradicionais nessa data, no comércio.

  • Preços ao consumidor desaceleram e IGP-M reduz alta a 0,58% na 1ª prévia de maio, diz FGV
    Reutershá 11 dias

    Preços ao consumidor desaceleram e IGP-M reduz alta a 0,58% na 1ª prévia de maio, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A pressão sobre os preços para o consumidor diminuiu e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) registrou alta de 0,58% na primeira prévia de maio, de 0,62% no mesmo período do mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) avançou 0,74% no período após subir 0,65% na primeira prévia de abril. O IPA mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral. ...

  • IGP-DI desacelera alta a 0,90% em abril com alívio nos preços no atacado, diz FGV
    Reutershá 13 dias

    IGP-DI desacelera alta a 0,90% em abril com alívio nos preços no atacado, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - Os preços no atacado mostraram alívio e o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) desacelerou a alta a 0,90 por cento em abril, de 1,07 por cento em março, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI), que responde por 60 por cento do indicador todo, passou a subir no mês 1,09 por cento, contra alta de 1,35 por cento em março. ...

  • IPC-Fipe descelera alta a 0,29% em abril com alívio em alimentos
    Reutershá 19 dias

    IPC-Fipe descelera alta a 0,29% em abril com alívio em alimentos

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo desacelerou a alta em abril a 0,29 por cento, de 0,51 por cento em março, com alívio nos preços dos alimentos, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Os preços de Alimentação passaram a subir em abril 0,23 por cento, depois de terem avançado 1,75 por cento no mês anterior. O grupo que exerceu a maior pressão sobre o índice do mês foi Transportes, embora tenha desacelerado a alta a 0,58 por cento de 0,69 por cento em março. ...

  • Pressão no atacado diminui e IGP-M desacelera alta a 0,92% em abril, diz FGV
    Reutershá 22 dias

    Pressão no atacado diminui e IGP-M desacelera alta a 0,92% em abril, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) encerrou abril com alta de 0,92 por cento, de 1,26 por cento em março, com menor pressão dos preços das matérias-primas brutas no atacado, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira. Em abril, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, desacelerou a alta a 1,07 por cento, de 1,67 por cento no mês anterior. ...

  • Seara, da JBS, recebe autorização para exportar frango para a Índia
    Reutershá 25 dias

    Seara, da JBS, recebe autorização para exportar frango para a Índia

    Por Ana Mano SÃO PAULO (Reuters) - A Seara Alimentos, do grupo JBS, recebeu autorização do governo da Índia para exportar produtos de frango a partir do Brasil para o país, informou a companhia nesta quinta-feira. A companhia enviará a primeira carga nas próximas semanas, que chegará ao porto de Jawaharlal Nehru, em Maharashtra. A distribuição no mercado indiano será feita por empresa local, afirmou a Seara, em comunicado. ...

  • Pressão no atacado diminui e IGP-M desacelera alta a 0,78% na 2ª prévia de abril, diz FGV
    Reutersmês passado

    Pressão no atacado diminui e IGP-M desacelera alta a 0,78% na 2ª prévia de abril, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A pressão sobre os preços no atacado diminuiu e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) desacelerou a alta a 0,78 por cento na segunda prévia de abril, de 1,06 por cento no mesmo período do mês anterior informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, passou a subir no período 0,89 por cento, de alta a 1,41 por cento anteriormente. ...

  • Agência Brasilmês passado

    Ovos de Páscoa estão, em média, 40% mais caros do que em 2018

    Os ovos de Páscoa de até 100 gramas vão pesar mais no bolso do consumidor este ano. O produto está com preço médio de R$ 36,73, cerca de 40,52% mais caro em comparação a igual período de 2018, quando o valor cobrado era R$ 26,14. O aumento apurado em 2019 para ovos de 400 gramas alcançou 8,25%, com valor de R$ 49,59; em 2018, esses produtos custavam R$ 45,81.A pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) considerou preços coletados até a primeira semana de abril de ovos de diversos tamanhos, do nº 9 até o nº 20, que variam de 100 gramas a 400 gramas.O preço médio dos ovos de Páscoa de 100 gramas até 400 gramas ficou em R$ 40,63, elevação de 10,22% frente aos produtos vendidos no ano passado, superando a variação acumulada em 12 meses (de maio de 2018 a abril de 2019) do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da FGV de 4,84%. No ano passado, a variação encontrada nos mesmos produtos frente à Páscoa de 2017 foi positiva em 0,08%, com valor médio dos ovos de R$ 36,86. BombonsDe acordo com a sondagem, o preço de bombons e chocolates aumentou 5,24% nos últimos 12 meses, também acima do IPC da FGV (4,84%). Quando se compara abril contra março deste ano, porém, bombons e chocolates tiveram retração de 3,61%, com o IPC evoluindo 0,73% no período. “Este mês ficou mais barato em relação ao mês anterior”, constatou o pesquisador do Ibre Igor Lino.O economista disse que os bombons estão mais em conta, mas caso a criança insista em ganhar ovo de Páscoa, devido ao apelo emocional da época, Igor Lino recomenda aos consumidores que conversem com os filhos e combinem o preço máximo que podem gastar. “Acaba dando uma educação financeira para a criança e ela participa da compra do ovo”.Outra solução mais barata é fazer o ovo de Páscoa em casa, lembrou o pesquisador do Ibre. “Sai bem mais em conta. Você compra uma barra de chocolate, cujo preço é seis vezes menor, e em casa mesmo você pode fazer o seu ovo de Páscoa”.

  • Alívio no atacado compensa varejo e IGP-M desacelera alta a 0,62% na 1ª prévia de abril, mostra FGV
    Reutersmês passado

    Alívio no atacado compensa varejo e IGP-M desacelera alta a 0,62% na 1ª prévia de abril, mostra FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O alívio nos preços no atacado compensou a pressão no varejo e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) desacelerou a alta a 0,62 por cento na primeira prévia de abril, contra 0,71 por cento no mesmo período do mês anterior. A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou, nesta quarta-feira, que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 0,65 por cento, após avanço de 0,90 por cento na primeira prévia de março. O IPA mede a variação dos preços no atacado e responde por 60 por cento do índice geral. ...

  • IPC-Fipe sobe 0,51% em março com pressão de Alimentos e deflação de Despesas Pessoais
    Reutershá 2 meses

    IPC-Fipe sobe 0,51% em março com pressão de Alimentos e deflação de Despesas Pessoais

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo fechou março com alta de 0,51 por cento, após avanço de 0,54 por cento no mês anterior, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta quarta-feira. A maior pressão sobre o índice no mês partiu do grupo Alimentação, que subiu 1,75 por cento e registrou peso de 0,4264 ponto percentual, depois de ter avançado 1,64 por cento em fevereiro. Por outro lado, os preços de Despesas Pessoais recuaram 0,84 por cento, com peso de -0,1149 ponto no índice de março, sobre deflação de 0,36 por cento no mês anterior. ...

  • Preços no atacado e varejo pesam e IGP-M acelera alta a 1,26% em março, diz FGV
    Reutershá 2 meses

    Preços no atacado e varejo pesam e IGP-M acelera alta a 1,26% em março, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A alta dos preços no atacado e varejo acelerou e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) passou a subir 1,26 por cento em março, após encerrar fevereiro com avanço de 0,88 por cento, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira. No mês, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, teve alta de 1,67 por cento, depois de subir 1,22 por cento em fevereiro. ...

  • Piso salarial em São Paulo passa a ser de R$ 1.183,33 em abril
    Agência Brasilhá 2 meses

    Piso salarial em São Paulo passa a ser de R$ 1.183,33 em abril

    O governo paulista sancionou o novo piso salarial regional no estado, que, a partir de 1º abril, passa a ser de R$ 1.163,55. O valor supera o do salário mínimo nacional – R$ 998 – em 15%.

  • IGP-M acelera alta a 1,06% na 2ª prévia de março com pressão maior no atacado e varejo, diz FGV
    Reutershá 2 meses

    IGP-M acelera alta a 1,06% na 2ª prévia de março com pressão maior no atacado e varejo, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) teve alta de 1,06 por cento na segunda prévia de março, contra avanço de 0,55 por cento no mesmo período do mês anterior, diante da maior pressão dos preços tanto no atacado quanto no varejo, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, acelerou a alta a 1,41 por cento no período, de 0,73 por cento no mesmo período do mês anterior. ...

  • Reutershá 2 meses

    IGP-M sobe 0,71% na 1ª prévia de março com alta nos preços no varejo e atacado, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 0,71 por cento na primeira prévia de março, de 0,20 por cento no mesmo período do mês anterior, com aumento dos preços no atacado e para o consumidor. A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou nesta terça-feira que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve avanço de 0,90 por cento no período, depois de registrar alta de 0,22 por cento na primeira leitura de fevereiro. O IPA mede a variação dos preços no atacado e responde por 60 por cento do índice geral. ...

  • IPC-Fipe tem alta de 0,54% em fevereiro com pressão de alimentos
    Reutershá 2 meses

    IPC-Fipe tem alta de 0,54% em fevereiro com pressão de alimentos

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de São Paulo registrou alta de 0,54 por cento em fevereiro, de 0,58 por cento no mês anterior, sob pressão dos preços de alimentação. Os dados informados nesta quinta-feira pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) mostram que o maior peso no mês foi exercido pelo grupo Alimentação, de 0,4005 ponto percentual, após alta de 1,64 por cento nos preços no mês. Por outro lado, Despesas Pessoais apresentou deflação de 0,36 por cento em fevereiro, um impacto de -0,0486 ponto no índice do mês. ...

  • Folhapresshá 3 meses

    IGP-M acumula inflação de 7,6% em 12 meses

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 0,88% em fevereiro deste ano, acima do 0,01% de janeiro. Com isso, o índice acumula taxas de 0,89% no ano e de 7,6% nos últimos 12 meses, segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas). As informações são da Agência Brasil. A alta da inflação foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), que registrou inflação de 1,22% em fevereiro. Em janeiro, o subíndice havia registrado deflação (queda de preços) de 0,26%. A inflação do IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que mede o varejo, caiu de 0,58% em janeiro para 0,26% em fevereiro. O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) caiu de 0,4% em janeiro para 0,19% em fevereiro.

  • IGP-M tem alta de 0,88% em fevereiro sob pressão de preços no atacado, diz FGV
    Reutershá 3 meses

    IGP-M tem alta de 0,88% em fevereiro sob pressão de preços no atacado, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) acelerou a alta a 0,88 por cento em fevereiro, contra variação positiva de 0,01 por cento em janeiro, diante da pressão mais forte dos preços no atacado, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira. Em fevereiro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60 por cento do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, passou a subir 1,22 por cento, depois de queda de 0,26 por cento em janeiro. ...

  • Inflação do carnaval fica abaixo do IPC, diz pesquisa
    Agência Brasilhá 3 meses

    Inflação do carnaval fica abaixo do IPC, diz pesquisa

    Os produtos e serviços mais consumidos no carnaval subiram, em média, 2,91% nos últimos 12 meses. Os números foram divulgados hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e refletem o período entre março de 2018 e fevereiro deste ano. O resultado ficou abaixo da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da FGV, que subiu 3,98% no mesmo período. O cafezinho foi um dos itens que tiveram aumento inferior ao da inflação medida pelo IPC - Arquivo/Agência Brasil

  • Agência Brasilhá 3 meses

    Indicador antecedente da economia fecha janeiro com expansão de 2,9%

    pO indicador antecedente composto da economia (IACE) aumentou em 2,9% na comparação com dezembro, chegando a 118,8 pontos, segundo o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e o The Conference Board (TCB). Das oito séries que o compõem, sete contribuíram para a alta./p pO destaque são os índices de expectativas da indústria e de serviços, que tiveram expansão de 6,1% e 5,6%, respectivamente./p pJá o índice que mede as condições econômicas atuais – o indicador coincidente composto da economia (ICCE) – cresceu 0,3% em janeiro, avançando para 103 pontos. Os dois índices foram divulgados nesta terça-feira (19) pela FGV./p h2Expectativas favoráveis/h2 pO aumento mostrou que o Brasil está vivendo um período de expectativas bem favoráveis, avaliou o professor Paulo Picchetti, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor (IPC Brasil) do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV)./p pSegundo Picchetti, o crescimento econômico está condicionado à aprovação das reformas e que, embora se acredite que serão aprovadas,“existe sempre uma incerteza associada”. Para o coordenador, as reformas são necessárias para sinalizar que não vai haver uma nova recessão,/p pDe acordo com ele, o resultado do mês evidenciou ainda que os dois indicadores estão subindo, mas que o antecedente sobe com mais força./p pEsse indicador é derivado de algumas expectativas das próprias sondagens da FGV e de expectativas do mercado financeiro e do mercado futuro de juros, que, historicamente, correlacionam bem o que vai acontecer com o ciclo alguns meses à frente.” Para o professor, o ICCE já mostra a “história de recuperação da economia que o país está vivendo no momento, embora o ritmo da retomada ainda seja “bem lento”./p h2Índices/h2 pO IACE é composto pelos índices de expectativas das sondagens da indústria, de serviços e do consumidor; índice de produção física de bens de consumo duráveis; índice de ‘quantum’ de exportações; índice de termos de troca; Ibovespa; e taxa referencial de emswaps/em DI pré-fixada - 360 dias. emSwap/em é um instrumento financeiro que objetiva reduzir riscos./p pO ICCE é constituído pelos componentes: índice de produção física da indústria; consumo de energia elétrica na indústria; índice de volume de vendas do comércio varejista; expedição de papel e papelão ondulado; número de pessoas ocupadas; e rendimento médio real do trabalho assalariado./p pO ‘The Conference Board’ (TCB) é instituição independente de âmbito global para realização de pesquisas e seminários sobre negócios./p pOs próximos resultados do IACE e ICCE estão previstos para 18 de março./p

  • Preços no atacado voltam a subir e IGP-M sobe 0,55% na 2ª prévia de fevereiro, diz FGV
    Reutershá 3 meses

    Preços no atacado voltam a subir e IGP-M sobe 0,55% na 2ª prévia de fevereiro, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) teve alta de 0,55 por cento na segunda prévia de fevereiro, depois de registrar variação negativa de 0,01 por cento no mesmo período do mês anterior, com maior pressão sobre os preços no atacado apesar do alívio aos consumidores. ...