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  • Índices de Wall St caem diante de temores de recessão global
    Reutershá 12 horas

    Índices de Wall St caem diante de temores de recessão global

    NOVA YORK (Reuters) - As ações de Wall Street fecharam em forte queda nesta sexta-feira, após dados do setor industrial norte-americano e europeu levarem a uma inversão da curva de rendimentos dos Treasuries, o que alimentou temores de recessão econômica global. O Dow Jones caiu 1,77 por cento, a 25.502 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 1,89 por cento, a 2.801 pontos. O Nasdaq recuou 2,5 por cento, a 7.643 pontos. (Por Stephen Culp)

  • Reutersontem

    Mercado fecha em alta amparado por tecnologia e dados positivos

    NOVA YORK (Reuters) - Os principais índices das bolsas de valores dos Estados Unidos tiveram firme alta nesta quinta-feira, embaladas por um rali no setor de tecnologia liderado pela Apple, com o nervosismo em torno da previsão de desaceleração econômica do Federal Reserve (Fed) amenizado por dados econômicos mais positivos. O Dow Jones subiu 0,84 por cento, a 25.962 pontos, enquanto o S&P 500 ganhou 1,08 por cento, a 2.854 pontos. O Nasdaq avançou 1,42 por cento, a 7. ...

  • Bloomberganteontem

    Para Guggenheim Partners, Fed deixou economia mais vulnerável

    (Bloomberg) -- A inversão da postura do banco central dos EUA está agravando vulnerabilidades sistêmicas na economia americana e é boa hora para realizar lucros, recomendou Scott Minerd, diretor de investimentos da Guggenheim Partners.A inesperada sinalização do Federal Reserve de que não mexerá nos juros até o final do ano vai intensificar os excessos das empresas americanas, que já estão bastante endividadas, além de expor a economia a chances maiores de choques no futuro, disse ele em entrevista à Bloomberg TV.“Parece que eles trouxeram a bebida de volta para a festa e estão convidando todo mundo a tomar uma taça”, afirmou Minerd. “Eles foram um pouco longe demais.”No final de dezembro, com o mercado em queda, Minerd falou que o achatamento da curva de juros indicava que a política monetária dos EUA estava “restritiva demais e sem reservas suficientes no sistema para estimular a economia”. Duas semanas depois, o presidente do Fed, Jerome Powell, levantou a possibilidade de pausar a campanha de elevação de juros. Na reunião de janeiro, o banco central sinalizou pausa prolongada nos juros.Na opinião de Minerd, a decisão tomada pelo Fed na quarta-feira não é favorável para os ativos de risco — que sofrerão mesmo se o banco central acertar a previsão de que as pressões inflacionárias vão se aumentar — porque as margens de lucro serão atingidas. Investidores das bolsas também demonstraram essa dúvida. O ânimo inicial diminuiu e o S&P 500 terminou o pregão em baixa. A desvalorização do dólar não ajudou as bolsas na Ásia, que tiveram desempenho misto nesta quinta-feira. Com o feriado no Japão, os mercados do país estavam fechados.“Inevitavelmente, estamos em uma fase tardia do ciclo e a recessão está por aí”, disse ele. “Podemos discutir sobre quando, mas vai chegar, e o movimento foi muito bom desde 2009 – não é má hora para realizar uns lucros.”Repórteres da matéria original: Adam Haigh em Sydney, ahaigh1@bloomberg.net;Scarlet Fu em N York, scarfu@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Christopher Anstey, canstey@bloomberg.net, Joanna Ossinger, Andreea PapucFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Setor bancário pressiona índices Dow Jones e S&P 500, após decisão do Fed
    Reutersanteontem

    Setor bancário pressiona índices Dow Jones e S&P 500, após decisão do Fed

    NOVA YORK (Reuters) - Os índices S&P 500 e Dow Jones terminaram em baixa nesta quarta-feira, com ações sensíveis à taxa de juros, como as do setor bancário, puxando para baixo os índices, depois de o Federal Reserve reafirmar uma postura de política monetária "dovish". O Dow Jones caiu 0,55 por cento, para 25.745 pontos. O S&P 500 perdeu 0,29 por cento, para 2.824 pontos. E o Nasdaq somou 0,07 por cento, para 7.728 pontos. Os três principais índices chegaram a reverter as perdas após o Fed, mas apenas o Nasdaq encerrou em alta. ...

  • Corte de taxas sinaliza problemas para gestoras de ETFs nos EUA
    Bloomberghá 3 dias

    Corte de taxas sinaliza problemas para gestoras de ETFs nos EUA

    (Bloomberg) -- Gestoras de recursos estão revelando um certo desespero na guerra aparentemente sem fim envolvendo as taxas dos fundos.Na semana passada, uma firma iniciante no ramo de fundos negociados em bolsa (exchange-traded funds) criou burburinho ao fazer o que já foi impensável: pagar investidores para comprar seus ETFs. A novidade vem na esteira da rodada agressiva de cortes de taxas por oito provedoras de fundos, incluindo JPMorgan Chase, Vanguard e BlackRock.No fim das contas, nunca foi tão barato investir em ETFs. Para alguns, é sinal de que, com a taxa média se aproximando de zero, nem tudo vai tão bem para a indústria de investimentos passivos.“Isso pode dar errado” para as gestoras de recursos, disse Eric Balchunas, analista da Bloomberg Intelligence.Após a expansão acelerada que criou uma indústria de US$ 7 trilhões, os fundos de índices enfrentam menor crescimento dos ativos e queda da receita com taxas. As margens de lucro encolheram e até as maiores gestoras demitiram pessoal para baixar custos. As ações das gestoras de fundos se distanciaram das máximas alcançadas um ano atrás, mesmo após a recuperação observada nos últimos meses. E a impressão de que já passou o“auge” da modalidade de investimento passivo está mais presente.A guerra de preços “reflete a concorrência intensa, porque é preciso uma quantidade enorme de ativos para fazer isso funcionar”, disse SusanneAlexandor, gestora de carteiras da Cougar Global Investments, que supervisiona mais de US$ 1,2 bilhão.A proposta de taxa abaixo de zero da Salt Financial — que antes administrava um único ETF com US$ 11 milhões — é considerada uma jogada de marketing para atrair clientes e ampliar o total de ativos sob gestão. Durante o primeiro ano, investidores receberão 50 centavos a cada US$ 1.000 que aplicarem em um novo ETF de baixa volatildiade – até atingir US$ 100 milhões. Depois do primeiro ano, pode entrar em vigor uma taxa de administração de 0,29 por cento ou US$ 2,90 a cada US$ 1.000 investidos.Ainda assim, a corrida na direção da taxa zero é bem real. A Fidelity Investments deu a largada em agosto com a oferta de fundos de índices gratuitos. Em fevereiro, a SoFi anunciou que abriria mão da comissão sobre dois novos ETFs durante o primeiro ano de vigência. Na semana passada, o JPMorgan começou a vender o ETF mais barato dos EUA, que cobra 20 centavos a cada US$ 1.000 aplicados. E nesta quarta-feira, a BlackRock revelou a intenção de cortar taxas para grandes clientes em um de seus fundos que acompanham o S&P 500.Com a maior concorrência por dinheiro de clientes, a pergunta é até que ponto as gestoras de recursos devem baixar preços e se esta é uma boa ideia.“Se o crescimento orgânico for para coisas que não geram dinheiro, as margens caem”, enfatizou Balchunas. “É isso o que realmente assusta” os acionistas dessas gestoras de fundos.Preço do sucessoDe certa forma, os fundos passivos são vítimas do próprio sucesso. Durante a fase mais longa de ganhos das bolsas dos EUA, o total de ativos aplicados em ETFs mais do que quadruplicou. Essa rápida proliferação teve preço — literalmente. Em termos ponderados pelos ativos, a taxa média caiu 41por cento no período para US$ 2 a cada US$ 1.000 aplicados, segundo dados do Instituto de Companhias de Investimento.BlackRock, Vanguard Group e State Street – que juntas supervisionam mais de 80 por cento dos US$ 3,8 trilhões investidos em ETFs nos EUA – saíram na dianteira. Mais de 97 por cento do dinheiro que entrou em fundos de índices no ano passado foi para fundos que cobram US$ 2 ou menos. A Vanguard, por exemplo, atraiu mais de US$ 4 bilhões na semana passada para um ETF quando fez dele a estratégia de menor custo para acompanhar o S&P 500.Repórter da matéria original: Rachel Evans em N York, revans43@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Jeremy Herron, jherron8@bloomberg.net, ;David Papadopoulos, papadopoulos@bloomberg.net, Michael Tsang, Kara WetzelFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Bolsas dos EUA zeram ganhos com ruídos sobre negociações comerciais
    Reutershá 3 dias

    Bolsas dos EUA zeram ganhos com ruídos sobre negociações comerciais

    Por Stephen Culp NOVA YORK (Reuters) - O índice S&P 500 fechou perto da estabilidade nesta terça-feira, com o otimismo sobre o esperado tom "dovish" do Fed amanhã sendo contrabalançado por notícias de ruídos nas negociações comerciais entre EUA e China. As ações do setor financeiro pesaram sobre os três principais índices em Wall Street, que abandonaram os ganhos após notícia publicada pela Bloomberg segundo a qual a China está pressionando contra as exigências norte-americanas nas negociações comerciais. ...

  • S&P 500 fecha quase estável com receio comercial ofuscando otimismo com Fed
    Reutershá 4 dias

    S&P 500 fecha quase estável com receio comercial ofuscando otimismo com Fed

    NOVA YORK (Reuters) - O índice S&P 500 fechou perto da estabilidade nesta terça-feira, com o otimismo sobre o esperado tom "dovish" do Fed amanhã sendo contrabalançado por notícias de ruídos nas negociações comerciais entre EUA e China. De acordo com dados preliminares, o S&P 500 variou negativamente 0,01 por cento, para 2.832,6 pontos. O Dow Jones cedeu 0,1 por cento, para 25.887,38 pontos. E o Nasdaq subiu 0,12 por cento, para 7.723,95 pontos. (Reportagem de Stephen Culp)

  • Wall Street fecha em alta com mercado à espera de decisão do Fed
    Reutershá 4 dias

    Wall Street fecha em alta com mercado à espera de decisão do Fed

    Por Stephen Culp NOVA YORK (Reuters) - Os principais índices de ações dos Estados Unidos fecharam em alta nesta segunda-feira, ajudados pelo setor bancário, enquanto Boeing e Facebook exerceram pressão de baixa, numa sessão em que investidores mantiveram a expectativa pela decisão de juros do Federal Reserve nesta semana, à espera de renovado compromisso de paciência por parte do banco central norte-americano. O Dow Jones subiu 0,25 por cento, para 25.914 pontos. O S&P 500 ganhou 0,37 por cento, para 2.832 pontos. E o Nasdaq somou 0,34 por cento, para 7.714,48 pontos. ...

  • Índices de Wall St fecham em alta impulsionados por bancos
    Reutershá 5 dias

    Índices de Wall St fecham em alta impulsionados por bancos

    (Reuters) - Os principais índices de ações dos Estados Unidos fecharam em alta nesta segunda-feira, ajudados pelo setor bancário, enquanto Boeing e Facebook exerceram pressão de baixa, numa sessão em que investidores mantiveram a expectativa pela decisão de juros do Federal Reserve nesta semana, à espera de renovado compromisso de paciência por parte do banco central norte-americano. De acordo com dados preliminares, o índice Dow Jones subiu 0,26 por cento, para 25.914 pontos. O S&P 500 ganhou 0,37 por cento, a 2.833 pontos. E o Nasdaq avançou 0,34 por cento, para 7.714,48 pontos.

  • Ibovespa inicia semana em alta com exterior positivo e Previdência no radar
    Reutershá 5 dias

    Ibovespa inicia semana em alta com exterior positivo e Previdência no radar

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista mostrava ganhos nesta segunda-feira, em meio a cenário de maior apetite por ativos de risco no exterior, enquanto investidores permaneciam no aguardo da tramitação da proposta da reforma da Previdência. Às 11:56, o Ibovespa subia 0,51 por cento, a 99.623,24 pontos. O volume financeiro era de 8,46 bilhões de reais. Também no radar estava a viagem do presidente Jair Bolsonaro para Washington, com os agentes financeiros de olho em um possível acordo de investimento entre Brasil e EUA. ...

  • S&P 500 tem melhor semana desde novembro
    Reutershá 7 dias

    S&P 500 tem melhor semana desde novembro

    Por Caroline Valetkevitch NOVA YORK (Reuters) - As bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em alta nesta sexta-feira, puxadas por empresas de tecnologia, após notícias sobre progresso nas negociações comerciais entre EUA e China. A melhora no humor dos investidores sobre a disputa levou o S&P 500 à sua melhor semana desde novembro. A agência de notícias estatal chinesa Xinhua informou que Washington e Pequim estão fazendo progressos substanciais nas negociações comerciais. ...

  • Sony desmente rumores de que iria comprar a Take-Two
    Canaltechhá 8 dias

    Sony desmente rumores de que iria comprar a Take-Two

    Um boato espalhado por site de avaliação de ações levantou a hipótese da fabricante do PlayStation adquirir a empresa dona de marcas como Grand Theft Auto e Red Dead; analistas de mercado, porém, dizem que isso é improvável e rumores não tem nenhum fundamento

  • Reutershá 8 dias

    Índices S&P 500 e Nasdaq avançam com otimismo sobre negociação comercial entre EUA e China

    Por Amy Caren Daniel (Reuters) - Os índices S&P 500 e Nasdaq Composto, do mercado de ações dos EUA, avançavam nesta sexta-feira, enquanto o Dow Jones oscilava em torno da estabilidade, com os investidores avaliando sinais positivos em relação às negociações comerciais entre EUA e China e após parlamentares britânicos votarem pelo adiamento do Brexit. Às 11:21 (horário de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,01 por cento, a 25.712 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,27773 por cento, a 2.816 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançava 0,6 por cento, a 7. ...

  • S&P 500 fecha em queda em meio a incertezas sobre acordo comercial entre EUA e China
    Reutershá 8 dias

    S&P 500 fecha em queda em meio a incertezas sobre acordo comercial entre EUA e China

    Por Caroline Valetkevitch NOVA YORK (Reuters) - O índice S&P 500 fechou em queda nesta quinta-feira, encerrando uma sequência de três sessões de alta, à medida que a incerteza sobre quando um acordo comercial entre Estados Unidos e China será alcançado deixou investidores nervosos. O S&P 500 caiu 0,09 por cento, aos 2.808,48 pontos. O Dow Jones teve ligeira alta de 0,03 por cento, a 25.709,94 pontos. E o Nasdaq Composto perdeu 0,16 por cento, aos 7.630,91 pontos. ...

  • Pior momento para economia global pode ter ficado para trás
    Bloomberghá 9 dias

    Pior momento para economia global pode ter ficado para trás

    (Bloomberg) -- A economia mundial pode estar na fase de maior instabilidade desde a crise financeira, mas há motivos para acreditar que a desaceleração atual terá vida curta.

  • Wall St cai com incerteza comercial e dados fracos no setor imobiliário dos EUA
    Reutershá 9 dias

    Wall St cai com incerteza comercial e dados fracos no setor imobiliário dos EUA

    NOVA YORK (Reuters) - Os mercados de ações nos Estados Unidos operavam em queda nesta quinta-feira, sob o peso de preocupações de um atraso nas negociações comerciais entre norte-americanos e chineses e de dados mostrando queda maior que a esperada nas vendas de novas casas em janeiro nos EUA. Às 11:49 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 0,05 por cento, a 25.690 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,036643 por cento, a 2.810 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançava 0,01 por cento, a 7.644 pontos. ...

  • Bolsas de NY fecham em alta apoiadas no setor de saúde e na Boeing
    Reutershá 9 dias

    Bolsas de NY fecham em alta apoiadas no setor de saúde e na Boeing

    NOVA YORK (Reuters) - Os principais índices das bolsas de valores dos Estados Unidos fecharam em alta nesta quarta-feira, amparados por ganhos em ações do setor de saúde, enquanto os papéis da Boeing subiram mesmo após o governo norte-americano suspender operações com os jatos 737 MAX por causa do acidente fatal ocorrido na Etiópia no domingo. O índice Dow Jones subiu 0,58 por cento, para 25.702,89 pontos. O S&P 500 ganhou 0,69 por cento, para 2.810,92 pontos. O Nasdaq Composto evoluiu 0,69 por cento, para 7.643,41 pontos. ...

  • Ibovespa renova máxima e encosta em 99 mil pts com apostas sobre reformas e exterior
    Reutershá 9 dias

    Ibovespa renova máxima e encosta em 99 mil pts com apostas sobre reformas e exterior

    Por Paula Arend Laier SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em nova máxima histórica nesta quarta-feira, tendo superado os 99 mil pontos pela primeira vez no melhor momento da sessão, puxado principalmente pelas blue chips na esteira de apostas positivas no andamento da pauta de reformas do governo e cenário externo benigno. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 1,1 por cento, a 98.903,88 pontos, tendo alcançado 99.267,22 pontos na máxima, renovando tanto recorde para fechamento como intradia. O volume financeiro alcançou 17,5 bilhões de reais. ...

  • Índices de bolsas dos EUA sobem apoiados no setor de saúde e Boeing
    Reutershá 10 dias

    Índices de bolsas dos EUA sobem apoiados no setor de saúde e Boeing

    NOVA YORK (Reuters) - Os principais índices de bolsas de valores dos Estados Unidos subiram nesta quarta-feira, liderados por ganhos em ações do setor de saúde, enquanto ações da Boeing subiram mesmo o governo norte-americano suspender operações com os jatos 737 MAX após o acidente fatal ocorrido na Etiópia no domingo. O Dow Jones subiu 0,58 por cento, para 25.702 pontos. O S&P 500 ganhou 0,70 por cento, para 2.810 pontos. O Nasdaq evoluiu 0,69 por cento, para 7.643 pontos. (Por Caroline Valetkevitch)

  • S&P e Nasdaq avançam com inflação moderada; Boeing pressiona Dow
    Reutershá 10 dias

    S&P e Nasdaq avançam com inflação moderada; Boeing pressiona Dow

    Por Caroline Valetkevitch NOVA YORK (Reuters) - Os índices S&P 500 e Nasdaq fecharam em alta nesta terça-feira, após dados de inflação realçarem a postura moderada do Federal Reserve em relação às taxas de juros. Mas o Dow Jones terminou no vermelho, conforme ações da Boeing despencaram pelo segundo dia consecutivo, ainda repercutindo a queda de um de seus aviões na Etiópia. O Dow Jones caiu 0,38 por cento, a 25.554,66 pontos. O S&P 500 ganhou 0,30 por cento, a 2.791,52 pontos. E o Nasdaq avançou 0,44 por cento, a 7.591,03 pontos. ...

  • Ibovespa fecha no vermelho com ajuste à espera da Previdência; B2W recua
    Reutershá 10 dias

    Ibovespa fecha no vermelho com ajuste à espera da Previdência; B2W recua

    Por Paula Arend Laier SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em leve queda nesta terça-feira, com B2W entre as maiores baixas após anúncio de investimentos da norte-americana PayPal no Mercado Livre, enquanto investidores permanecem na expectativa de novidades sobre a pauta de reformas do governo, em particular mudanças nas regras de aposentadorias. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa cedeu 0,2 por cento, a 97.828,03 pontos. O volume financeiro totalizou 12,88 bilhões de reais. O recuo acontece após o Ibovespa valorizar-se 2,79 por cento na segunda-feira, a 98. ...

  • Bloomberghá 11 dias

    Estrategistas afirmam que mercados globais estão em encruzilhada

    (Bloomberg) -- Os estrategistas estão recomendando aos investidores que se preparem para os melhores e os piores resultados, porque os ativos de risco em todo o mundo estão chegando a uma encruzilhada.

  • Wall St avança após dados benignos de inflação; Boeing amplia queda
    Reutershá 11 dias

    Wall St avança após dados benignos de inflação; Boeing amplia queda

    Por Amy Caren Daniel e Medha Singh (Reuters) - As ações dos Estados Unidos avançavam nesta terça-feira, à medida que dados benignos de inflação sustentavam a postura "dovish" do Federal Reserve sobre futuros aumentos de juros, mas a queda da Boeing pela segunda sessão seguida pressionava o Dow Jones e limitava os ganhos de forma geral. Às 11:34 (horário de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,08 por cento, a 25.672 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,31 por cento, a 2.792 pontos. O índice Nasdaq avançava 0,18 por cento, a 7.572 pontos. ...

  • Folhapresshá 11 dias

    Tom otimista de Guedes sobre Previdência anima investidores

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa brasileira fechou em forte alta nesta segunda-feira (11) com investidores animados em relação à reforma da Previdência e à proposta do governo para desvinculação orçamentária. O Ibovespa, índice das ações mais negociadas, avançou 2,79% e voltou ao patamar de 98 mil pontos que não alcançava desde 14 de fevereiro. O dólar comercial recuou 0,77% ante o real, cotado a R$ 3,8420, também por um exterior menos avesso a risco. O mercado local gostou do tom otimista do ministro Paulo Guedes (Economia) em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo do domingo (10). Guedes afirmou que as mudanças nas regras para aposentadoria serão aprovadas. Ele admitiu que negociações no texto são possíveis, mas reforçou que o piso da economia a ser gerada é de R$ 1 trilhão. O ministro disse ainda que o governo não vai aguardar o encerramento da tramitação da reforma da Previdência para enviar ao Congresso proposta que prevê ampla desvinculação do Orçamento. "O assunto vinha no sentido de que seria um plano B [caso a reforma da Previdência não fosse aprovada], mas ele deixou claro que não, que será levado adiante", diz Victor Candido, economista-chefe da Guide Investimentos. Guedes afirmou que a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da desvinculação orçamentária será entregue para tramitação inicial no Senado "o mais rápido possível". A proposta da Previdência, por sua vez, começa a ser analisada na Câmara dos Deputados. Segundo Vicente Matheus Zuffo, gestor de fundos da SRM, o mercado teve um choque de otimismo também após o encontro de Jair Bolsonaro com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, no sábado (9). A expectativa é que a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) que vai analisar o texto da Previdência seja instalada nesta quarta-feira (13). "A negociação com os partidos para a aprovação da reforma começa nesta semana, e tudo indica que vai ter um bom andamento", disse Zuffo. No Ibovespa, um destaque foi a Petrobras, cujos papéis preferenciais subiram 4,2% depois que a petroleira anunciou a intenção de cortar US$ 8,1 bilhões de custos operacionais entre 2019 e 2023. As ações do setor financeiro, com maior liquidez, também impulsionaram o índice. A Azul saltou 6,45% após divulgar acordo para a compra da Avianca Brasil por US$ 105 milhões (R$ 406 milhões). Já a Gol recuou 2,59%, na esteira do acidente com o Boeing 737 MAX 8. O modelo é a espinha dorsal da expansão internacional da companhia. No exterior, promessas de estímulos na China favoreceram ganhos nas maiores Bolsas da Ásia, viés mantido na Europa e nos Estados Unidos. O Dow Jones, principal indicador dos EUA, subiu 0,79%, o S&P; 500, 1,47%, e o Nasdaq, 2,02%.. A alta do Dow Jones foi contida pelo desempenho da Boeing, com peso de 10% no índice, que chegou a afundar 13% após a queda do 737 MAX 8 operado pela Ethiopian Airlines no domingo. As ações fecharam em baixa de 5,3%. "É um programa relevante para a Boeing e toda a indústria. É tudo muito preliminar ainda, mas existe preocupação pela gravidade do acidente e pelos países que estão proibindo a aeronave", diz Arthur Siqueira, sócio da GEO Capital. No Brasil, as ações da Embraer, em processo de fusão com a Boeing, caíram 0,36%.

  • Folhapresshá 11 dias

    Fala de Guedes sobre Previdência e desvinculação do Orçamento anima mercado

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa brasileira subiu com força nesta segunda-feira (11) com investidores animados em relação à reforma da Previdência e a uma proposta do governo de ampla desvinculação orçamentária.O Ibovespa, índice que reúne as ações mais negociadas, avançou 2,79%, cotado a 98.026 mil pontos. O dólar comercial recuou 0,77%, cotado a R$ 3,8420, impulsionado também por um exterior menos avesso ao risco.O mercado local gostou do tom otimista do ministro Paulo Guedes (Economia) em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo deste domingo (10). ...