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  • Folhapresshá 5 horas

    Após atingir mínima do ano, Bolsa sobe mais de 2% com recompra de investidores

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após o tombo de 4,5% acumulado na semana passada, a Bolsa brasileira ficou atrativa nesta segunda-feira (20) aos olhos dos investidores, confiantes pela aprovação de alguma reforma da Previdência —quer seja do governo Bolsonaro, quer seja um texto alternativo da Câmara.O mercado retomou posições nas companhias abertas e levou o Ibovespa a alta de 2,17%. Durante o pregão, o índice bateu os 92.116 pontos e fechou próximo do mesmo patamar, a 91.946 pontos. O dólar amenizou alta com o leilão de US$ 1,25 bilhão do Banco Central e fechou a R$ 4,1050, com 0,07% de ganhos. ...

  • Rival chinesa do Starbucks acelera expansão com queima de caixa
    Bloomberghá 15 horas

    Rival chinesa do Starbucks acelera expansão com queima de caixa

    (Bloomberg) -- Para a equipe da Luckin Coffee, a estratégia bem-sucedida no mercado de aluguel de carros também poderia funcionar vendendo café. A queima de caixa de US$ 130 milhões - e a dominância do rival Starbucks no mercado chinês de café - pode ser uma aposta arriscada.

  • Folhapresshá 3 dias

    Dólar atinge R$ 4,10, e BC anuncia US$ 3,75 bi para tentar frear alta

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Depois de o dólar avançar 4% na semana e fechar acima de R$ 4,10 pela primeira vez desde 19 de setembro do ano passado, o Banco Central anunciou nesta sexta-feira (17) uma intervenção no mercado de câmbio.A fim de tentar estancar a alta da moeda, o BC programou três dos chamados leilões de linha (venda de moeda com compromisso de recompra), no valor total de US$ 3,75 bilhões, para segunda (20), terça (21) e quarta-feira (22).A medida injeta dinheiro no mercado à vista, para atender a uma eventual demanda que tenha feito o valor da moeda subir rapidamente. ...

  • Folhapresshá 3 dias

    Dólar supera os R$ 4,10, e Bolsa perde os 90 mil pontos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O mercado brasileiro não se recuperou das perdas da véspera nesta sexta-feira (17). O dólar continuou a subir e fechou a R$ 4,1020, valorização de 1,58%. A Bolsa brasileira fechou abaixo dos 90 mil pontos, pior desempenho do ano.Analistas destacam que não houve mudança no quadro político em direção ao avanço da reforma da Previdência. A crise entre governo Bolsonaro e Câmara e investigações envolvendo Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), preocupam investidores. ...

  • Folhapresshá 4 dias

    Dólar fecha acima de R$ 4 pela primeira vez desde 1º de outubro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dólar fechou a quinta-feira (16) em R$ 4,038, maior patamar desde 1º de outubro, antes do primeiro turno das eleições presidenciais. A moeda americana teve valorização de 1%, impulsionada pelo viés negativo do mercado brasileiro.Nos últimos dias, o governo Bolsonaro tem sofrido derrotas que colocam em xeque a aprovação da reforma da Previdência e a melhora da economia. Com a preocupação de investidores, a moeda americana chegou a R$ 4,0430 durante o pregão. ...

  • Folhapresshá 5 dias

    Em dia de recuperação no exterior, mercado brasileiro piora

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A quarta-feira (15) foi de recuperação para as principais Bolsas mundiais, que tiveram o segundo pregão positivo após o tombo da segunda (13). O Brasil, entretanto, não conseguiu acompanhar o viés otimista com nova derrota do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados. A Bolsa brasileira atingiu o pior nível durante o pregão desde janeiro, a 90.294 pontos. O dólar acompanhou e operou a R$ 4 durante toda a manhã.Na terça (14), oposição e centrão impuseram mais uma derrota ao governo na Câmara. ...

  • Folhapresshá 5 dias

    Nova derrota do governo e retração no 1º tri derrubam Bolsa; dólar vai a R$ 4

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A nova derrota do governo Bolsonaro na Câmara e a retração da atividade econômica no primeiro trimestre, segundo dados do Banco Central, levaram a Bolsa brasileira a recuar mais de 2% na manhã desta quarta-feira (15).Logo após a abertura, o Ibovespa chegou a 90.294 pontos, menor nível desde 3 de janeiro, quando a Bolsa bateu os 89.921 pontos mas fechou acima dos 91 mil pontos. O dólar acompanhou o viés negativo e bateu os R$ 4.Na terça (14), oposição e centrão impuseram mais uma derrota ao governo na Câmara dos Deputados. ...

  • Folhapresshá 6 dias

    Investigações envolvendo Maia e Flávio Bolsonaro freiam recuperação da Bolsa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Apesar da recuperação das principais Bolsas globais nesta terça-feira (14), o Ibovespa se manteve nos 92 mil pontos. Após tombo da véspera, índices americanos e europeus fecharam em alta com declarações do presidente americano Donald Trump de que um acordo com a China será firmado.No Brasil, a melhora foi contida por investigações envolvendo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o filho do presidente Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) . ...

  • Folhapresshá 7 dias

    Mercados globais têm forte queda com acirramento de guerra comercial

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A segunda-feira (13) foi de pânico para o mercado. A resposta chinesa ao aumento de tarifas americanas mina esperanças de um acordo comercial nas próximas semanas. Com aversão ao risco, Bolsas americanas tiveram o maior recuo desde janeiro. No Brasil, a Bolsa voltou ao patamar dos 91 mil pontos do começo do ano. O dólar bateu os R$ 4.Na sexta (10), passou a vigorar o aumento de 25% de tarifas americanas sobre US$ 200 bilhões de bens chineses. O presidente americano Donald Trump, no entanto, disse que negociações continuariam e que estas taxas poderiam ser ...

  • Folhapresshá 7 dias

    Uber perde US$ 13 bilhões em valor de mercado em dois dias na Bolsa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As ações da Uber têm queda de 10,34% nesta segunda-feira (13), segundo dia de negociação da companhia na Bolsa de Nova York. Comparado ao preço inicial de venda, a empresa tem uma desvalorização de US$ 13 bilhões. Após estreia decepcionante, o tombo dos papéis é pressionado pelo segundo pior dia do ano para os índices americanos. Na estreia, as ações fecharam a US$ 41,57, ante o preço de oferta pública inicial (IPO) de US$ 45. Hoje, a cotação é de US$ 37,10. A queda registrada pela Uber é um dos oito piores desempenhos de ações em seu primeiro dia de mercado, para IPOs realizados nos Estados Unidos e envolvendo mais de US$ 1 bilhão, de acordo com a Dealogic. A estreia problemática fez com que os investidores questionassem o apetite por companhias de serviços de carros deficitárias, que vêm dependendo de um influxo generoso de capital privado para bancar a expansão acelerada e a concorrência feroz em que estão envolvidas. A queda no preço das ações da Uber se seguiu ao mau desempenho da rival Lyft, cujas ações estão sendo negociadas bem abaixo do preço de sua oferta inicial, realizada em março; as ações da Lyft também caíram na sexta-feira (10). Na manhã desta segunda, o governo chinês retaliou o aumento de impostos dos EUA e anunciou acréscimo de 25% nas tarifas de US$ 60 bilhões (R$ 237,4 bilhões) de importações dos EUA a partir de 1º de junho. O contra-ataque afastou a aposta do mercado em um possível acordo a curto prazo. Índices de Nova York beiram o maior recuo percentual do ano. Às 13h16, Dow Jones recuava 2,44%, S&P; 500 perdia 2,31% e Nasdaq cedia 3,31%.

  • Folhapresshá 7 dias

    Bolsas despencam com contra-ataque chinês em guerra comercial

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O esperado acordo comercial entre China e Estados Unidos parece estar longe de ser alcançado. Novos tuítes negativos do presidente americano Donald Trump e o anúncio chinês de aumentar as tarifas de importações dos EUA derrubaram a confiança de investidores nesta segunda-feira (13). As Bolsas de Nova York têm a maior queda desde janeiro. O índice de volatilidade VIX, que mede a aversão a risco, subiu 26,31% nesta manhã, a maior alta percentual do ano. No Brasil, o dólar chegou a R$ 4 e a Bolsa recua 2,5%. O mercado esperava o término das negociações entre China e EUA na sexta-feira (10), com a visita do vice-premiê chinês Liu He a Washington. No meio do caminho, elevação de tarifas americanas a importações da China e ameaça de retaliação chinesa. Apesar de nenhum acordo ser assinado, na tarde de sexta, Trump sinalizou que as negociações continuariam, o que devolveu certo otimismo ao mercado, que vinha em baixa. Na noite de domingo (12), novos tuítes negativos do presidente americano. Na manhã desta segunda, a retaliação chinesa: aumento de 25% nas tarifas de US$ 60 bilhões (R$ 237,4 bilhões) de importações dos EUA a partir de 1º de junho. O combo afastou a aposta do mercado em um possível acordo a curto prazo. Índices de Nova York beiram o maior recuo percentual do ano. Às 13h16, Dow Jones recuava 2,44%, S&P; 500 perdia 2,31% e Nasdaq cedia 3,31%. As Bolsas europeias caíram mais de 1%. As asiáticas tiveram recuo mais ameno. A Bolsa japonesa perdeu 0,72%. As chinesas cederam 1,65%. Hong Kong é o único índice positivo, com valorização de 0,84%. As ações da Uber, que estreou na Bolsa de Nova York na quinta-feira (9), tombaram mais uma vez. Nesta segunda, os papéis caem 9%. "O mercado inteiro apostava em um acordo sem qualquer aumento de taxação entre países. O problema é que o governo chinês reagiu à postura de Trump com retaliação. Isso tem um efeito dominó em todas as outras economias, especialmente as emergentes que estão mais vulneráveis aos investidores estrangeiros", diz Fernando Bergallo, Diretor de Câmbio da FB Capital. O Ibovespa, maior índice acionário do Brasil, cai 2,35%, a 92.038 pontos. Esta é a maior queda percentual desde 27 de março, quando governo Bolsonaro e Câmara dos Deputados viviam desafeto. Ao longo da manhã, o índice operou nos 91 mil pontos, patamar não alcançado em fechamentos desde 7 de janeiro, quando o mercado acionário brasileiro engatou otimismo com o novo governo. Soma-se à incerteza global um cenário doméstico turbulento por conta da tramitação da reforma da Previdência. "Os estrangeiros sacam dinheiro do país para alocar em investimentos mais seguros", afirma Bergallo. O dólar acompanhou o temor do mercado e foi a R$ 4 pela manhã. No momento, a moeda é cotada a R$ 3,9810, alta de 0,91%. "Quando a gente chega a R$ 4, existe um movimento de realização de lucros, um ajuste técnico. Muitas pessoas vendem dólar nesse patamar. Em momentos de turbulência, é necessário diminuir risco. Recomendamos não vender tudo agora, fracionando operações para buscar taxa média de retorno", diz Bergallo. Para ele, o Banco Central não deve interferir na valorização da moeda americana. "A direção atual do BC tem uma linha mais liberal, que intervém o mínimo necessário nos mercados. A instituição está atenta à volatilidade do mercado e, em dias de variações superiores a 2,5%, pode atuar de maneira defensiva, mas sem defender uma cotação específica. O banco vai deixar o mercado ir para onde tem que ir".

  • Folhapresshá 7 dias

    China diz que vai aumentar tarifas de produtos dos EUA; dólar sobe

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A China partiu para o contra-ataque e vai elevar para 25% as tarifas contra 5.140 produtos importados dos Estados Unidos, acirrando a guerra comercial entre as duas potências. Essa medida envolve US$ 60 bilhões (R$ 237,4 bilhões) em bens americanos importados dos chineses e começa a valer em 1º de junho. A retaliação aos EUA veio após os americanos elevarem, de 10% para 25%, as tarifas contra US$ 200 bilhões (R$ 791,4 bilhões) em produtos chineses, tomada na semana passada. Além da elevação das tarifas em produtos chineses, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou que o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, comece a impor tarifas sobre as demais importações chinesas, o que inclui cerca de outros US$ 300 bilhões (R$ 1,187 trilhão) em produtos. Trump também chegou a alertar nesta segunda-feira (13) a China para que não retaliasse e disse que o país seria "duramente afetado se não fizer um acordo". Trump continuou a acusar a China de quebrar um acordo comercial que os dois países estavam negociando e ameaçou o país asiático com dificuldades econômicas caso a guerra comercial se estenda, dizendo que as empresas deixarão a China em massa. "Não há motivo para o consumidor dos EUA pagar as tarifas, que entram em vigor sobre a China hoje...a China não deveria retaliar —só vai piorar!", escreveu Trump no Twitter, acrescentando que as tarifas podem ser evitadas se as indústrias mudarem a produção da China para outros países. A negação do presidente de que os consumidores dos EUA serão afetados pelo aumento das tarifas contraria as palavras de seu próprio assessor econômico. O diretor do Conselho Nacional de Economia da Casa Branca, Larry Kudlow, disse em uma entrevista no domingo (12) que "ambos os lados" provavelmente sofrerão em meio ao aumento das tensões comerciais com a China. "Eu digo abertamente ao presidente Xi e a todos os meus muitos amigos na China que a China será afetada com força se vocês não fizerem um acordo, porque as empresas serão forçadas a deixar a China e ir para outros países. Caro demais comprar na China. Vocês tinham um ótimo acordo, quase finalizado, e voltaram atrás", disse Trump. A China, porém, nunca vai se render a pressões externas, disse o governo nesta segunda. "Quando aos detalhes, por favor continuem a prestar atenção. Copiando uma expressão dos EUA -esperem para ver", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Geng Shuang, em entrevista à imprensa. "Dissemos muitas vezes que acrescentar tarifas não vai resolver qualquer problema. A China nunca vai se render à pressão externa. Temos a confiança e a capacidade de proteger nossos direitos legítimos e legais", completou Geng. A mídia estatal também apresentou comentários fortes nesta segunda-feira, reiterando que a porta da China para negociações está sempre aberta, mas prometendo defender os interesses e dignidade do país. DÓLAR O acirramento da guerra comercial entre os dois países mexeu com os mercados. No Brasil, o dólar subiu mais de 1% no pré-mercado e bateu os R$ 4. Às 12h01, o dólar avançava 1,26%, a R$ 3,9940 na venda. Na máxima, a moeda chegou a R$ 4,0054. A última vez que o dólar atingiu a casa de 4 reais havia sido em 7 de maio. O Ibovespa futuro recuava fortemente nos primeiros negócios desta segunda-feira. Às 9h30, o contrato do Ibovespa com vencimento em junho perdia 1,57%, a 92.820 pontos. Na última sexta-feira (10), a moeda norte-americana caiu 0,24%, a R$ 3,9443 na venda, mas na semana a cotação subiu 0,13%, na quinta semana consecutiva de alta. O dólar futuro tinha alta de 1,1% neste pregão. Em Wall Street, o futuro do S&P; 500 recuava 2%. À medida que a disputa comercial se estende, os investidores esperam que as tarifas aumentem os custos corporativos, diminuam as margens de lucro e prejudiquem a capacidade das empresas de planejar ou fazer despesas de capital. Empresas com grande exposição à China estão entre as primeiras a cair no pré-mercado. A Apple caiu 2,3%, enquanto a Boeing recuou 1,4% e a Caterpillar, 1,7%.

  • Após decepção de IPO, ação do Uber está no foco de investidores
    Bloomberghá 8 dias

    Após decepção de IPO, ação do Uber está no foco de investidores

    (Bloomberg) -- Investidores decepcionados com o Uber tiveram o fim de semana para se preparar para o que deve ser uma semana difícil para os mercados, em parte porque a escalada da disputa tarifária do presidente Donald Trump com a China deve pesar sobre as negociações.

  • Folhapresshá 10 dias

    Tuítes de Trump ditam desempenho do mercado na semana

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cada tuíte do presidente americano Donald Trump sobre o acordo comercial com a China, as principais Bolsas globais têm reações imediatas. Após mensagens que ameaçavam a resolução do conflito que perdura desde 2018, os índices americanos tiveram a maior queda percentual desde janeiro. Na tarde desta sexta-feira (10), após nova rodada de negociações, Trump anunciou que as conversas continuam e o aumento de tarifas sobre importações chinesas pode ser removido. Os principais índices de Nova York inverteram o viés negativo e fecharam em alta. Sem novidades na tramitação da reforma da Previdência, o mercado brasileiro opera próximo do cenário externo. Nesta sexta, a Bolsa brasileira, que chegou a cair mais de 1% durante o pregão, amenizou perdas e recuou 0,58%. O dólar voltou a R$ 3,94. Na manhã desta sexta, Trump afirmou não ter pressa para para finalizar um acordo comercial com a China, depois que os EUA aumentaram as tarifas para 25% sobre US$ 200 bilhões em produtos do país asiático nesta sexta. Mas mesmo após Pequim ameaçar retaliação, os negociadores em Washington concordaram em permanecer para o segundo dia de negociações, aumentando as expectativas de que um acordo será alcançado. "Todo mundo sabe que os Estados Unidos e a China estão conversando e estão considerando as tarifas como moeda de troca. É tudo sobre alavancagem e quem supera quem. No final Trump vai fazer um acordo, mas nesse meio tempo temos que aguentar sua maneira de fazer isso. Nós teremos muita volatilidade até termos clareza", disse Andre Bakhos, diretor da New Vines Capital LLC. O mercado chinês se mantém confiante quanto a um acordo. As bolsas do país reagiram positivamente ao anúncio do banco central da China, nesta sexta, de que é totalmente capaz de lidar com as incertezas externas, já que possui muitas ferramentas de política monetária e ampla margem de manobra. Os comentários foram feitos pelo assessor da instituição horas depois de os EUA terem aumentado as tarifas sobre os produtos importados da China, o que pode desacelerar a economia chinesa em 0,3%. Em resposta, o banco central chinês se comprometeu a manter a liquidez razoavelmente ampla, ao mesmo tempo em que adotou uma política monetária "prudente" que não é nem muito frouxa nem muito apertada. Em comunicado, o Ministério do Comércio da China disse lamentar que vá ter de retaliar a decisão americana -embora não tenha especificado quais medidas tomará. O vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, iniciaram dois dias de negociações na quinta (9) em Washington. Na tarde desta sexta, Trump passou uma mensagem positiva ao mercado e disse que as conversas foram francas e construtivas e que a relação entre ele e o presidente Xi continua "muito forte". O presidente também afirmou que as novas tarifas serão aplicadas, mas podem ser removidas conforme o rumo das negociações. As Bolsas americanas, que operavam em forte queda ao longo do dia, inverteram sinal ao fim do pregão e fecharam em alta. Dow Jones subiu 0,44% e S&P; 500, 0,37%. O índice Nasdaq permaneceu estável, em 0,08%.  Nesta sexta, a Uber teve o primeiro dia de negociações na Bolsa de Nova York. A companhia havia definido uma faixa de preços entre US$ 44 e US$ 50 por ação para seu IPO, para levantar chegar à Bolsa um valor de mercado de US$ 82,4 bilhões.  O objetivo, entretanto, não foi alcançado. Os papéis da empresa fecharam em queda de 7,62%, a R$ 41,57 e o valor de mercado da Uber ficou em US$ 69,7 bilhões.  No Brasil, o Ibovespa, maior índice acionário do país, arrefeceu queda e recuou 0,58%, a 94.257 pontos. O giro financeiro foi de R$ 13,285 bilhões, abaixo da média diária para o ano. Na semana, marcada por balanços das companhias, o índice acumula quase 1,82% de perdas, variando de 92 a 96 mil pontos. Petrobras e Vale, maiores companhias do índice, reportaram resultados negativos no início do ano. As ações da petroleira acumularam queda de 0,63% na semana, a R$ 26,68. A mineradora recuou 1,87%, a R$ 49,46. Apesar da variação, a precificação se mantém no mesmo patamar das últimas semanas. Investidores confiam na em uma melhora das companhias no segundo trimestre.  CVC e Suzano, todavia, tiveram fortes quedas após o balanço trimestral. A companhia de viagens reportou na véspera perdas na Argentina —nesta sexta, os papéis recuaram 8,58%. Já a Suzano desacelerou produção de celulose e teve queda na receita —as ações da companhia caíram 8,72%. A varejista B2W, controladora de Submarino e Lojas Americanas, cedeu 6,5%. No primeiro trimestre, a companhia teve prejuízo de R$ 139 milhões, resultado ainda pior que o mesmo período de 2018, quando a empresa teve R$ 117 milhões de prejuízo.  O dólar acompanhou a guinada positiva do exterior e fechou em queda de 0,22%, a R$ 3,9450. Na semana, a moeda americana se desvalorizou 0,13%. Este é o primeiro recuo após quatro semanas de altas. Na próxima semana, a comissão especial dará continuidade à discussão obre a reforma da Previdência, o que pode afetar o desempenho do mercado.

  • Wall St recua com preocupações sobre prolongamento de disputa comercial
    Reutershá 10 dias

    Wall St recua com preocupações sobre prolongamento de disputa comercial

    Por Amy Caren Daniel (Reuters) - Os índices acionários dos Estados Unidos recuavam nesta sexta-feira, com os investidores preocupados com a possibilidade de um prolongamento da disputa comercial entre Pequim e Washington. Às 11:57 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,12%, a 25.538 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 1,434483%, a 2.830 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuava 1,62%, a 7.782 pontos. ...

  • Reutershá 11 dias

    Wall St recua no aguardo de negociações comerciais entre EUA e China

    Por April Joyner NOVA YORK (Reuters) - Os principais índices de ações em Wall Street fecharam em queda nesta quinta-feira, antes da retomada de negociações comerciais cruciais entre Estados Unidos e China, mas o mercado reduziu as perdas após o presidente Donald Trump dizer que é possível um acordo ainda nesta semana. O índice Dow Jones caiu 0,54 por cento, para 25.828,36 pontos. O S&P 500 perdeu 0,30 por cento, para 2.870,72 pontos. E o Nasdaq Composto cedeu 0,41 por cento, para 7.910,59 pontos. ...

  • Reutershá 11 dias

    Ibovespa fecha em queda com exterior, em dia de pauta corporativa intensa

    Por Paula Arend Laier SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em queda nesta quinta-feira, em meio ao ambiente de apreensão no exterior com os desdobramentos das negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China, tendo de pano de fundo intenso noticiário corporativo no Brasil. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa recuou 0,83 por cento, a 94.807,85 pontos. O volume financeiro somou 13,3 bilhões de reais. ...

  • Reutershá 11 dias

    Cenário externo dita queda do Ibovespa em sessão com noticiário corporativo intenso

    Por Paula Arend Laier SÃO PAULO (Reuters) - O tom negativo prevalecia na bolsa paulista nesta quinta-feira, acompanhando o viés nos mercados acionários no exterior após nova escalada nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China, com uma bateria de notícias corporativas domésticas também repercutindo nos negócios. Às 12:11, o Ibovespa caía 1,54 por cento, a 94.122,65 pontos. O volume financeiro somava 4,6 bilhões de reais. ...

  • Wall St recua com aumento de tensões antes de negociações comerciais
    Reutershá 11 dias

    Wall St recua com aumento de tensões antes de negociações comerciais

    Por Shreyashi Sanyal e Amy Caren Daniel (Reuters) - Os índices acionários norte-americanos recuavam nesta quinta-feira, com o foco dos investidores voltado para uma reunião de alto escalão entre autoridades dos Estados Unidos e da China, que pode decidir o destino de um acordo comercial entre as duas maiores economias do mundo, enquanto o prazo de imposição de tarifas adicionais sobre produtos chineses se aproximava. Às 11:48 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,36 por cento, a 25.613 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 1,348883 por cento, a 2.841 pontos. ...

  • Folhapresshá 12 dias

    Mercados retomam viés positivo com expectativa de acordo entre EUA e China

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após dois dias de quedas expressivas, as principais Bolsas globais recuperam o viés positivo com expectativa de um acordo entre EUA e China até o fim desta semana. Segundo o governo americano anunciou nesta quarta-feira (8), a delegação chinesa quer um acordo. A notícia fez com que as Bolsas americanas recuperassem parte das perdas da véspera -na terça (7), índices tiveram maior recuo percentual desde janeiro. ...

  • Wall St cai com cautela de investidor sobre comércio
    Reutershá 12 dias

    Wall St cai com cautela de investidor sobre comércio

    Por April Joyner NOVA YORK (Reuters) - O índice S&P 500 caiu nesta quarta-feira pelo terceiro dia consecutivo, com os investidores permanecendo cautelosos sobre os últimos desenvolvimentos nas negociações comerciais entre EUA e China, mesmo após novos comentários da Casa Branca sobre um eventual acordo. Um declínio no fim do dia nas ações da Intel contribuiu para as perdas na última meia hora em Wall Street. As ações da fabricante de chips caíram 2,5 por cento, após a companhia divulgar, durante apresentação a investidores, cenários que decepcionaram analistas. ...

  • Ibovespa fecha em alta com ajuda de Petrobras, e investidor atento à Previdência
    Reutershá 12 dias

    Ibovespa fecha em alta com ajuda de Petrobras, e investidor atento à Previdência

    Por Paula Arend Laier SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta nesta quarta-feira, com Petrobras entre as maiores contribuições positivas, mesmo após resultado trimestral abaixo de estimativas no mercado, conforme prevaleceram apostas em números melhores no segundo trimestre. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,28 por cento, a 95.596,61 pontos. O volume financeiro da sessão somou 15,5 bilhões de reais. Tal desempenho ocorreu após o Ibovespa recuar nas duas sessões anteriores, quando acumulou perda de 1,7 por cento. ...

  • Odiadas e desprezadas: ações europeias podem perder relevância
    Bloomberghá 12 dias

    Odiadas e desprezadas: ações europeias podem perder relevância

    (Bloomberg) -- É frustrante ser líder de torcida dos mercados europeus nos dias de hoje.

  • Bolsas dos EUA caem diante de temores comerciais entre EUA e China
    Reutershá 13 dias

    Bolsas dos EUA caem diante de temores comerciais entre EUA e China

    Por April Joyner NOVA YORK (Reuters) - As principais bolsas de valores dos Estados Unidos sofreram forte queda nesta terça-feira, impactadas pela tensão comercial entre Estados Unidos e China, que deflagrou temores sobre o crescimento global e afastaram investidores de ativos de risco. O índice Dow Jones cedeu 1,79 por cento, a 25.965,09 pontos. O S&P 500 caiu 1,65 por cento, a 2.884,05 pontos. O Nasdaq recuou 1,96 por cento, a 7.963,76 pontos. O Dow teve a maior queda diária desde 3 de janeiro. S&P 500 e Nasdaq tiveram o maior declínio desde 22 de março. ...

  • Cenário externo dita nova queda do Ibovespa; Petrobras recua antes de balanço
    Reutershá 13 dias

    Cenário externo dita nova queda do Ibovespa; Petrobras recua antes de balanço

    Por Paula Arend Laier SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa voltou a fechar em queda nesta terça-feira, mais uma vez contaminado pelo cenário externo, diante de receios sobre as relações comerciais entre Estados Unidos e China, em sessão também marcada pela expectativa de retomada de discussões sobre a reforma da Previdência nesta semana. A temporada de resultados trimestrais também ocupou os holofotes, com agentes repercutindo balanços de empresas como Magazine Luiza, Ambev e BR Distribuidora e na expectativa de números previstos para após o fechamento, entre eles os da Petrobras. ...