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  • Mercados mundiais na defensiva após dados de emprego nos EUA
    AFP

    Mercados mundiais na defensiva após dados de emprego nos EUA

    Os mercados mundiais optaram pela prudência nesta sexta-feira (03) diante dos novos dados sobre o aumento do desemprego nos Estados Unidos.

  • Ansiedade afeta com força os mercados
    AFP

    Ansiedade afeta com força os mercados

    A ansiedade provocada pelo avanço da pandemia do novo coronavírus voltou a abalar com força nesta quarta-feira os mercados, com perdas expressivas nas Bolsas da Europa, da Ásia e em Wall Street, após um início de semana positivo.

  • Wall Street abre em queda após alta na véspera
    AFP

    Wall Street abre em queda após alta na véspera

    A Bolsa de Nova York caía na abertura desta terça-feira (31), depois de subir ontem e de acumular ganhos na semana passada, no encerramento de seu pior trimestre em anos.

  • Dólar sobe para R$ 5,18; Ibovespa fecha em alta de 1,65%
    Folhapress

    Dólar sobe para R$ 5,18; Ibovespa fecha em alta de 1,65%

    No Brasil, a cotação comercial da divisa subiu 1,52%, a R$ 5,1810, maior valor desde o recorde de R$ 5,20

  • Mercados voltam a cair, preocupados com o avanço do coronavírus nos EUA
    AFP

    Mercados voltam a cair, preocupados com o avanço do coronavírus nos EUA

    Muito preocupados com a aceleração da pandemia de coronavírus, especialmente nos Estados Unidos, os mercados voltaram a cair nesta sexta-feira (27), deixando para trás o otimismo que as medidas de apoio dos governos e bancos centrais haviam incutido.

  • Brisa de esperança nos mercados após anúncios do Fed
    AFP

    Brisa de esperança nos mercados após anúncios do Fed

    Após vários dias sombrios, uma brisa de esperança varreu os mercados financeiros nesta terça-feira (24), com os anúncios do Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos e sinais de melhora na área da saúde.

  • Dólar fecha a R$ 5,19; perda na Bolsa já é quase igual à de 2008
    Folhapress

    Dólar fecha a R$ 5,19; perda na Bolsa já é quase igual à de 2008

    Com o recuo de 10,35% nesta quarta, a Bolsa brasileira se assemelha a 2008, ano da última crise financeira

  • Bolsas continuam a cair, apesar de planos de apoio econômico
    AFP

    Bolsas continuam a cair, apesar de planos de apoio econômico

    Apesar dos anúncios das grandes potências de planos de ajuda para conter as consequências do coronavírus, as Bolsas continuavam a cair nesta quarta-feira na Europa e na Ásia.

  • Trump lança grande plano para proteger a economia da pandemia
    AFP

    Trump lança grande plano para proteger a economia da pandemia

    O governo e o Banco Central dos Estados Unidos anunciaram nessa terça-feira um grande plano de ajuda para economia enfrentar as consequências da pandemia de coronavírus, projeto que depende da aprovação do Congresso.

  • Mercados financeiros e petróleo voltam a afundar por coronavírus
    AFP

    Mercados financeiros e petróleo voltam a afundar por coronavírus

    Os mercados financeiros despencaram nesta segunda-feira e o barril de petróleo Brent também afundava, atingindo seu nível mais baixo desde 2016, em um contexto de pânico com o coronavírus, apesar dos esforços dos bancos centrais.

  • Após crash histórico, mercados se recuperam
    AFP

    Após crash histórico, mercados se recuperam

    Os mercados financeiros europeus se recuperavam fortemente nesta sexta-feira (13) ao meio-dia, e Wall Street se prepara para acompanhar o passo, depois de uma queda histórica no dia anterior, frente à progressão da pandemia de coronavírus.

  • Wall Street suspende pregão por pânico provocado por coronavírus
    AFP

    Wall Street suspende pregão por pânico provocado por coronavírus

    As negociações foram suspensas na Bolsa de Valores de Nova York logo após sua abertura, depois que o índice S&P 500 caiu 7%, pânico motivado pela pandemia de coronavírus.

  • 5 pontos para entender por que as Bolsas de Valores sobem e descem tanto
    BBC News Brasil

    5 pontos para entender por que as Bolsas de Valores sobem e descem tanto

    Com a propagação rápida do coronavírus e a queda do preço do petróleo, o mercado tem operado com grande volatilidade e registrado quedas acentuadas.

  • Mercados mundiais pouco animados, apesar dos esforços dos bancos centrais
    AFP

    Mercados mundiais pouco animados, apesar dos esforços dos bancos centrais

    Na pendência de detalhes do plano de apoio à economia americana, os mercados da Europa e dos Estados Unidos perdiam fôlego nesta quarta-feira (11) logo após a abertura de Wall Street, apesar dos novos e ambiciosos anúncios de vários bancos centrais, incluindo o da Inglaterra.

  • Wall Street desaba no fechamento
    AFP

    Wall Street desaba no fechamento

    Wall Street sofreu nesta segunda-feira (9) seu maior tombo em 11 anos, arrastada pela queda do petróleo e a crise mundial do coronavírus.

  • Bolsa brasileira despenca 12%, na pior queda do século
    Folhapress

    Bolsa brasileira despenca 12%, na pior queda do século

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa brasileira teve sua maior queda do século desde nesta segunda-feira (9). O Ibovespa, maior índice acionário do país, despencou 12,17%, a 86.067 pontos, menor patamar desde 26 dezembro de 2018. Essa é a maior queda diária desde 10 de setembro de 1998, quando a Bolsa caiu 15,8%, ano marcado pela crise financeira russa. Nesta sessão, o índice abriu em forte queda e, às 10h30, as negociações foram interrompidas quando a queda superou 10%. Esse é o nível para que se acione o chamado circuit breaker, que leva à suspensão do pregão. É o primeiro circuit breaker desde o episódio conhecido como Joesley Day, em maio de 2017, e sexto da história. A suspensão foi de meia hora. Os mercados financeiros de todo o mundo viveram nesta sessão a perfeita definição de dia de pânico. O dólar disparou, apesar da intervenção do BC (Banco Central). O risco-país teve alta recorde. Os juros futuros subiram. Desde o pico mais recente, quando atingiu a máxima histórica de 119.527 pontos, em 23 de janeiro, o Ibovespa cai cerca de 26%. A queda apaga todo o ganho do mercado de ações desde o início do governo de Jair Bolsonaro, em janeiro de 2019. O dólar abriu nesta segunda em forte alta. Na máxima, bateu R$ 4,7940, mas teve a disparada parcialmente contida pela venda de US$ 3 bilhões de reservas pelo BC -o triplo do inicialmente previsto. O plano, na última sexta (6), era vender US$ 1 bilhão. A moeda fechou em alta de 2,00%, a R$ 4,7270. O turismo está a R$ 4,9780 na venda. Em algumas casas de câmbio, chega a ser vendido acima de R$ 5.  O pessimismo sinaliza principalmente uma piora nas perspectiva de impacto econômico com a disseminação do novo coronavírus. A desaceleração da economia global por causa da doença já é considerada inevitável. Pesam neste início de semana a decisão do governo da Itália de colocar 16 milhões de pessoas no norte do país em quarentena, e da guerra de preços do petróleo entre grandes países produtores. O quadro é de muita aversão, com investidores em todo o mundo buscando ativos considerados mais seguros -que não estão no Brasil neste momento. Economistas agora aguardam medidas do governo brasileiro para amenizar o impacto da crise. Nesta manhã, o FMI (Fundo Econômico Mundial) recomendou aos governos do mundo que sejam ágeis na adoção de planos para evitar que o coronavírus tenham efeitos prolongados de retração econômica. Sugeriu medidas como aumento do crédito e liberação de seguro-desemprego. O risco-país brasileiro, medido pelo contrato de CDS (Credit Default Swap) de cinco anos sobe 40%, a maior alta da história em um dia. O índice retorna ao patamar de dezembro de 2018, aos 200 pontos. A deterioração nos mercados nesta segunda sinaliza ainda os efeitos negativos da retração no preço do petróleo. O contrato futuro do barril do tipo Brent chegou a cair mais de 30% nesta sessão e agora é negociado ao patamar de US$ 34,47, queda de 23,8%. É a menor cotação desde 2016. "A decisão da Arábia Saudita pega os mercados de surpresa e adiciona preocupações. Por ora, o impacto nos mercados está sendo avassalador", escreveu a corretora Guide em relatório desta segunda. As ações da Petrobras, cuja receita é atrelada ao preço do barril de petróleo, tiveram a maior queda percentual da história. As preferenciais (mais negociadas) despencaram 29,70%, a R$ 16,05. As ordinárias (com direito a voto) caíram 29,68%, a R$ 16,92. Os patamares são os menores desde agosto de 2018, quando a estatal se recuperava de perdas decorrentes da paralisação dos caminhoneiros, quando a companhia adotou programa de subvenção e o preço do diesel caiu. "A mudança no preço do petróleo envolve diretamente a rotina operacional não só da Petrobras, mas de todas as companhias que pautam seus guidances com um preço de referência", diz Ilan Arbetman, analista da Ativa Investimentos. No ano, o petróleo cai quase 50%, reflexo da percepção de que a demanda pelo produto será menor com a redução da atividade econômica global. Uma queda de consumo já é certa: querosene de aviação, com a redução das viagens causada pelo coronavírus.  O Goldman Sachs apontou que o óleo pode ficar ao redor de US$ 30 por barril ao longo do segundo e do terceiro trimestre, sem descartar uma queda para US$ 20. Já os juros brasileiros sobem, reflexo do temor de investidores sobre os impactos da doença sobre a economia brasileira. Na dúvida, a preferência é por cobrar mais para emprestar ao governo. A curva de juros futuros mostra uma aposta do mercado em Selic a 4% ao ano, se distanciando dos 3,5%. Hoje, a taxa básica está a 4,25% ao ano. Uma queda de braço entre a Arábia Saudita (membro da Opep) e a Rússia, que se recusou a cortar a produção para fazer frente à queda do preço da matéria-prima já está sendo chamada de guerra do preço do petróleo, com impactos em escala global. O Banco do Brasil se disse confiante na retomada da economia brasileira e que está preparado para atender clientes em momentos de necessidade e capital de giro. "É natural que os ânimos do mercado se exaltem diante de incertezas, mas os fundamentos econômicos de longo prazo não mudaram, continuam sólidos. O coronavírus e o stress internacional são pontuais e transitórios. Os mercados tendem a se acomodar após o susto do inesperado, estamos confiantes na reaceleração da economia e do crédito", afirma Rubem Novaes, presidente do Banco do Brasil. No exterior, Bolsas americanas tiveram o pior pregão desde 2008, ano da crise financeira. S&P; 500 caiu 7,60%, Dow Jones, 7,79% e Nasdaq, 7,29%.

  • Wall Street abre com fortes perdas e negociações são suspensas por 15 minutos
    AFP

    Wall Street abre com fortes perdas e negociações são suspensas por 15 minutos

    Wall Street abriu com fortes perdas nesta segunda-feira, seguindo a tendência mundial de incerteza com a expansão do novo coronavírus e a queda do preço do petróleo, o que provocou a suspensão das negociações por 15 minutos.

  • Coronavírus: quem está ganhando dinheiro com a epidemia
    BBC News Brasil

    Coronavírus: quem está ganhando dinheiro com a epidemia

    Apesar da queda nas bolsas, do declínio da atividade comercial e dos alertas sobre o crescimento econômico, algumas empresas se beneficiaram com a doença

  • Fed corta juros para minimizar impacto de coronavírus
    AFP

    Fed corta juros para minimizar impacto de coronavírus

    O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, reduziu nesta terça-feira sua taxa de juros de referência em 0,5 pontos-base, diante do crescente risco econômico causado pela epidemia de coronavírus, uma medida considerada insuficiente pelo presidente Donald Trump e que deixou os investidores céticos.

  • Coronavírus mudou cenário para a economia americana, diz Fed ao cortar juros
    Folhapress

    Coronavírus mudou cenário para a economia americana, diz Fed ao cortar juros

    O banco central americano, surpreendeu o mercado nesta terça-feira (3) ao cortar a taxa básica de juros dos Estados Unidos em 0,5 ponto percentual para a faixa de 1% a 1,25% ao ano

  • G7 tem conferência nesta terça-feira para discutir coronavírus
    AFP

    G7 tem conferência nesta terça-feira para discutir coronavírus

    Os ministros da Economia e os presidentes dos bancos centrais dos países membros do G7 farão uma reunião telefônica na terça-feira (03) para coordenar ações diante da epidemia de coronavírus, informou nesta segunda-feira (02) o Departamento de Tesouro americano à AFP.

  • Pânico aumenta fortuna de empresários de saúde e tecnologia
    Bloomberg

    Pânico aumenta fortuna de empresários de saúde e tecnologia

    O nervosismo devido à rápida expansão do coronavírus eliminou mais de US$ 6 trilhões dos mercados de ações globais, mas alguns ficaram mais ricos

  • ‘Crash’ mais rápido da história é preço de otimismo exagerado
    Bloomberg

    ‘Crash’ mais rápido da história é preço de otimismo exagerado

    A situação é tão chocante que se torna difícil de acreditar: em um século que abrange a Grande Depressão e a crise financeira, a correção atual é a mais rápida já registrada

  • Wall Street caminha para pior semana desde crise de 2008
    AFP

    Wall Street caminha para pior semana desde crise de 2008

    Wall Street despencou nesta quinta-feira, caminhando para a pior semana desde a crise financeira de 2008, enquanto a progressão global do coronavírus aterrorizava ainda mais os investidores, que preferem ativos considerados menos arriscados.

  • Bolsa despenca mais de 5% com riscos do coronavírus sobre a economia
    Folhapress

    Bolsa despenca mais de 5% com riscos do coronavírus sobre a economia

    Logo na abertura, o Ibovespa despencou 5%, a 107.537 pontos nesta quarta-feira (26), menor patamar desde novembro.