BNP.PA - BNP Paribas SA

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Variação de 52 semanas38,88 - 54,22
Volume4.704.745
Estimativa Volume3.060.828
Capitalização de Mercado66,354B
Beta (mensalmente por 5 anos)1,37
Índice P/L (últ. 12 mes.)8,58
LPA (últ. 12 mes.)6,21
Data da Receita05 de mai de 2020
Dividendo futuro e rendimento3,02 (5,67%)
Data do Ex-Dividendo29 de mai de 2019
Meta estimada de 1 ano61,49
  • Valor Econômico

    Com dólar a R$ 4,35, juros futuros se ajustam em leve alta

    A taxa do DI para janeiro de 2022 passou de 4,71%, no ajuste anterior, para 4,72% e a do DI para janeiro de 2023 avançou de 5,26% para 5,28% Os temores relacionados ao impacto do novo coronavírus na atividade econômica global voltaram a direcionar o humor dos investidores globais nesta terça-feira (18) e a possibilidade de estímulos adicionais ganhou força entre os agentes financeiros, inclusive no Brasil. Na curva a termo de juros futuros, porém, o dólar acima de R$ 4,35 motivou uma leve alta nas taxas. Mesmo assim, elas se mantiveram próximas das mínimas históricas alcançadas nos últimos dias. No fim da sessão regular, às 16h, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 se manteve inalterada em 4,22%; a do DI para janeiro de 2022 passou de 4,71%, no ajuste anterior, para 4,72%; a do contrato para janeiro de 2023 avançou de 5,26% para 5,28%; e a do DI para janeiro de 2025 subiu de 5,97% para 6,00%. Por volta de 16h, o dólar à vista era negociado a R$ 4,3593, alta de 0,70%. Os agentes voltaram ao modo de cautela nos mercados financeiros globais, diante das novas avaliações sobre o Covid-19. Os primeiros sinais sobre a economia mundial vieram da Alemanha, onde o índice ZEW de expectativas econômicas despencou de 26,7 pontos em janeiro para 8,7 em fevereiro, num nível bem inferior à projeção do mercado, de queda para 21,0 pontos. Voltam ao foco, assim, as perspectivas de medidas adicionais de estímulo ao redor do globo, o que levou a curva de juros futuros a uma forte retirada de prêmio de risco na última semana, junto à sinalização do Banco Central de uma Selic em níveis baixos por um período prolongado. “O mercado está tirando prêmio de alta da curva e joga para a frente a data de quando o BC vai começar a subir os juros. A inflação está muito tranquila e a curva começa a indicar uma chance de haver um novo ciclo de queda da taxa, e não de alta”, afirma Luiz Eduardo Portella, sócio da Novus Capital. Ele nota, ainda, que o BC parou de cortar a taxa básica de juros por cautela, e não por sinais mais fortes vindos da atividade ou da inflação. Em pesquisa mensal do Bank of America feita com gestores, mais de 80% dos entrevistados veem a Selic inalterada em 4,25% até o fim do ano, enquanto o restante acredita que o juro básico possa sofrer cortes adicionais até dezembro. Quanto ao ritmo de crescimento, a maioria dos gestores que participaram do levantamento do BofA apontou que uma expansão do Produto Interno Bruto (PIB) inferior a 2% seria desapontadora. Começam a chamar a atenção dos investidores, nesse sentido, a percepção de um crescimento mais lento da economia brasileira neste ano. Para os economistas do BNP Paribas, por exemplo, o Brasil deve ser um dos países mais afetados pelas ligações comerciais com a China. Assim, o banco francês revisou para baixo a projeção para o PIB brasileiro neste ano de 2% para 1,5%. Em relação à política monetária, os economistas do BNP esperam, ao longo do ano, novos cortes no juro básico e projetam a Selic a 3,5%, no fim do ano.

  • Solar e eólica não conseguem competir com gás tão barato
    Bloomberg

    Solar e eólica não conseguem competir com gás tão barato

    Os projetos em andamento ou planejados são significativos o suficiente para aumentar a esperança em redes elétricas livres de emissões dentro de uma geração. Se o gás natural não atrapalhar.

  • 'Em que Brasil você vive?': empregadas domésticas e parentes que nunca saíram do Brasil reagem a fala de Guedes
    BBC News Brasil

    'Em que Brasil você vive?': empregadas domésticas e parentes que nunca saíram do Brasil reagem a fala de Guedes

    Em meio a alta recorde do dólar, ministro da Economia, Paulo Guedes citou suposto fluxo de empregadas domésticas indo à Disney em tempos de dólar baixo, o que classificou como 'uma festa danada'

  • Bancos europeus buscam criar alternativa a Visa e Mastercard
    AFP

    Bancos europeus buscam criar alternativa a Visa e Mastercard

    E se os europeus pudessem fazer pagamentos sem usar as americanas Visa e Mastercard, ou outra gigante tecnológica estrangeira? Vinte bancos europeus, apoiados pelo BCE, trabalham neste tema, estratégico em um contexto de acirramento das tensões político-comerciais.

  • Maior banco alemão anuncia corte drástico de empregos
    AFP

    Maior banco alemão anuncia corte drástico de empregos

    O maior banco da Alemanha, Deutsche Bank, anunciou neste domingo que cortará 18 mil empregos, um quinto do seu quadro, em três anos, um plano sem precedentes na entidade, que arrasta há anos problemas financeiros.

  • Países europeus emitem 'títulos panda' e se endividam com a China
    AFP

    Países europeus emitem 'títulos panda' e se endividam com a China

    Países europeus como a Polônia, a Hungria, Portugal e em breve talvez a Itália decidiram emitir dívidas diretamente na China através dos "títulos panda", uma estratégia que desperta preocupação de analistas.

  • Folhapress

    BNP Paribas não descarta estagnação da economia no segundo trimestre

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O banco francês BNP Paribas também está preocupado com os rumos da economia brasileira no segundo trimestre deste ano, após o Itaú Unibanco sinalizar na véspera que os primeiros dados do período não têm sido muito bons. O mercado já atingiu praticamente o consenso de que os números do PIB (Produto Interno Bruto) para os três primeiros meses de 2019, que serão divulgados nesta quinta-feira (30) pelo IBGE, apontarão uma retração.O BNP projeta queda de 0,3% no período e não descarta um segundo trimestre também fraco. ...

  • Folhapress

    Banco francês corta para 0,8% estimativa para o PIB em 2019

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O BNP Paribas cortou sua estimativa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro neste ano de 2% para 0,8%, prevendo assim que o desempenho de 2019 ficará abaixo do registrado no ano anterior (1,1%).O banco já havia reduzido há alguns meses sua projeção de 3% para os então 2%, citando incerteza fiscal elevada, desemprego alto e recuperação lenta dos investimentos. ...

  • Folhapress

    Apesar de pressão inicial, inflação para 2019 está sob controle, dizem analistas

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A inflação de 0,57% em abril desacelerou em relação aos 0,75% de março, mas ficou no nível mais alto para o período desde 2016. Isso considerando dados do IBGE que não descontam efeitos sazonais.  Março já havia registrado o maior patamar para o mês desde 2015.  Ainda assim, analistas não veem, até o momento, riscos de pressão inflacionária para 2019, sobretudo em um contexto de crescimento econômico fraco e desemprego alto, o que limita repasses de preços e deixa a demanda do consumidor na retranca. Mas quem olha para o IPCA (índice considerado a inflação oficial do país) acumulado em 12 meses, pode levar um susto. Até abril, está em 4,94%.  O número ainda carrega o repique de 1,26% na inflação de junho do ano passado, reflexo da paralisação dos caminhoneiros de maio e da crise de abastecimento que ela gerou. Em um exercício para "limpar" o impacto da greve, Alex Agostini, economista da agência classificadora de risco Austin Rating, calcula que o IPCA acumulado poderia estar na casa de 4,36%.  A agência trabalha com uma estimativa de 4,2% ao final do ano, um pouco acima da média apresentada no levantamento do último Boletim Focus, do Banco Central, de 4,04%. As projeções estão dentro da meta do governo para 2019, que é de 4,25%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O início do ano foi marcado pela alta no preço dos alimentos, o que já estava no radar dos analistas porque o período chuvoso, tradicionalmente, não é favorável para as "lavouras curtas", como de frutas, verduras e tubérculos. "Esse ano o efeito foi mais intenso, mas podemos dizer que está dentro da sazonalidade. Logo, não preocupa", diz Tatiana Pinheiro, economista chefe da BNP Paribas Asset Management. Agostini chama a atenção, porém, para um aumento de preços mais prolongado nas carnes devido à restrição de oferta na China. Com o alastramento da peste suína no país, o gigante asiático poderá ter um déficit de 10 milhões de toneladas de carnes neste ano. Os chineses já precisaram abater cerca de 17% do seu rebanho de 700 milhões de porcos. Dependentes da carne suína, vão ter de recompor a demanda com outros tipos de carne. A coluna Vaivém das Commodities desta sexta-feira (10) mostra que a China comprou 26% de toda a carne vendida pelo Brasil nos quatro primeiros meses do ano. "Haverá um direcionamento [da produção] para a exportação, para atender a demanda chinesa. A redução da oferta doméstica aumenta os preços por aqui", diz Carlos Pedroso, economista sênior do Banco MUFG.  Segundo ele, estimativas do mercado apontam que um impacto baixo da situação na China levaria a um acréscimo de 0,2 ponto percentual na inflação brasileira deste ano. Um efeito forte elevaria o IPCA em 0,5 a 0,6 ponto percentual.   PREÇOS ADMINISTRADOS Vem pesando ainda sobre a inflação no início do ano a alta nos combustíveis e, neste caso, o efeito também pode não ser tão passageiro. O barril de petróleo negociado no exterior apresenta trajetória consistente de preços crescentes desde o final do ano passado. Além disso, grandes produtores passam por períodos turbulentos -como a crise na Venezuela e a disputa política entre Estados Unidos e Irã-, o que pode restringir a oferta no mercado internacional.  "O preço do petróleo continua bastante pressionado, apesar do arrefecimento recente. E não há garantias de que ele não volte a subir", diz Pedroso, acrescentando que isso pode ter efeito sobre o valor da gasolina e do diesel no Brasil.  Desde 2017, a Petrobras adotou uma política de preços em paridade com o exterior, o que foi alvo de críticas por parte de caminhoneiros na paralisação de 2018 e é citada em ameaças recentes de uma nova greve neste ano. O preço dos combustíveis pode ser impactado ainda por uma desvalorização cambial, diz Pedroso, fruto de disputas externas que atingem países emergentes, como a guerra comercial entre EUA e China, ou de incertezas internas a respeito, por exemplo, dos rumos da reforma da Previdência e do ajuste fiscal. O câmbio é, na análise da economista do Itaú Unibanco Julia Passabom, o principal fator de risco para uma alta da inflação. "Por enquanto, ele continua em uma trajetória bem confortável", afirma. Tanto que a projeção do Itaú contempla um IPCA a 3,6% ao final de 2019 e também de 2020. Além dos combustíveis, estão no radar dos analistas outros preços cujos reajustes são definidos pelo governo, como energia e gás. "Os preços administrados ainda vão pressionar a inflação mais para o fim do ano", diz Simone Pasianotto, economista chefe da Reag Investimentos. No caso da energia, por exemplo, a chegada da temporada seca pode requerer o acionamento de usinas térmicas e levar a bandeira tarifária ao nível vermelho, com cobrança adicional na conta de luz superior à aplicada hoje, amarela. A reverberação de choques primários na inflação tende a ser contida pelo desempenho fraco da economia brasileira.  "Dependendo do grau de atividade, choques em alimentação ou combustíveis, por exemplo, são repassados para os demais preços da economia e vira uma tendência generalizada de alta da inflação. Quando a gente olha a ociosidade grande da indústria, o alto desemprego e a demanda fraca, o espaço do lado produtivo para aumentar preços é menor, mesmo com os custos subindo", diz Pinheiro.

  • Reuters

    Lucro do BNP Paribas é impulsionado pela recuperação de banco de investimento

    Por Inti Landauro e Matthieu Protard PARIS (Reuters) - O BNP Paribas divulgou nesta quinta-feira um lucro líquido maior no primeiro trimestre, apoiado por uma recuperação em sua divisão de banco de investimento e corporativo, que se beneficiou de um ambiente de mercado mais favorável. Mercados financeiros fracos atingiram este negócio no quarto trimestre de 2018, quando as receitas caíram drasticamente para 650 milhões de euros, mas no primeiro trimestre elas saltaram para 1,52 bilhão de euros. ...

  • Índices europeus fecham em alta com recuperação de ações espanholas
    Reuters

    Índices europeus fecham em alta com recuperação de ações espanholas

    Por Susan Mathew e Agamoni Ghosh (Reuters) - Os índices acionários europeus encerraram em leve alta nesta segunda-feira liderados por ganhos do Banco Santander, com os investidores optando por focar nos aspectos positivos da vitória dos socialistas do primeiro-ministro Pedro Sánchez na terceira eleição da Espanha em quatro anos. O índice FTSEurofirst 300 subiu 0,06 por cento, a 1.537 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 0,08 por cento, a 391 pontos, com a maioria dos índices regionais encerrando em território positivo. ...

  • CORREÇÃO-Tereos mantém busca para ampliar financiamento, dizem fontes
    Reuters

    CORREÇÃO-Tereos mantém busca para ampliar financiamento, dizem fontes

    Por Sybille de La Hamaide PARIS (Reuters) - (Corrige o título e o parágrafo 1 para deixar claro que o processo está em andamento, e para deixar claro no parágrafo 5 que nenhuma oferta foi finalizada em 15 de abril) O grupo francês de açúcar Tereos ainda está trabalhando para encontrar mais bancos para distribuir o risco de um empréstimo de 250 milhões de euros garantido no início deste ano, disseram duas fontes familiarizadas com o assunto. ...

  • Doações de empresas e milionários para Notre-Dame superam 600 milhões de euros
    AFP

    Doações de empresas e milionários para Notre-Dame superam 600 milhões de euros

    As doações de companhias francesas e milionários - inclusive brasileiros - para financiar a reconstrução da catedral de Notre-Dame, em Paris, parcialmente destruída por um incêndio na noite desta segunda-feira, somavam cerca de 700 milhões de euros nesta terça-feira.

  • Agência Brasil

    Governo do Rio quer organizar porto e Cedae antes de privatizar

    O governador Wilson Witzel disse hoje (27) que gostaria manter com o estado a gestão do Porto do Rio de Janeiro e da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), dada como garantia do empréstimo de R$ 2,9 bilhões contraído pelo governo estadual no banco francês BNP Paribas, em 2017. No ano passado, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) proibiu a venda da Cedae. Witzel ressaltou que não é contra as privatizações que o governo federal pretende implementar e que, sob gestão do estado, as empresas podem melhorar seu desempenho. “Se você privatiza algo que está ruim, vai ter preço ruim. Mas, como nós estamos fazendo, organizando a Cedae, lá na frente, se nós quisermos fazer a venda de parte das ações da Cedae para obter receita, isso é fundamental, por isso, tem que ser feito com uma certa parcimônia. Porque, se hoje você vender a Cedae, no caso do Estado, o dinheiro vai todo para a União [por causa do regime de recuperação fiscal]”.Segundo o governador, um dos pontos resolvidos foram os altos salários na companhia. “Nós tínhamos altos salários na Cedae, e foram demitidos os [detentores de] supersalários, sem que tenha que ser feito programa de demissão voluntária. Isso para quem está comprando uma companhia, é um ponto negativo, eles vão ter que fazer essas demissões.”Witzel destacou que “tudo tem que ser avaliado” e que a companhia gera recursos para o estado. “Temos dívidas a serem pagas. Se eu tenho uma arrecadação da Cedae de R$ 500, R$ 800 milhões por ano, ao longo dos próximos 20 anos, e fizer uma privatização para pegar R$ 3 bilhões, a conta não fecha. Nós vamos ter muito mais dividendos com a Cedae na propriedade do estado do que se vender por R$ 3 bilhões. E depois não vai ter o ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] que chegue a R$ 800 milhões ou R$ 1 bilhão, que é o que se pode retirar da Cedae.” PortoSobre o Porto do Rio de Janeiro, Witzel afirmou que ele pode ser mais bem explorado e se tornar mais atrativo, para depois ser feita uma concessão com uma outorga melhor. “O que eu tenho ouvido de empresários é que o Porto do Rio de Janeiro pode ter uma performance melhor, pode ter um tempo de funcionamento maior, atender melhor os exportadores, importadores e os turistas."O governador disse que foi informado de que o desembarque dos turistas aqui no Rio é um dos piores do mundo. "Estou apurando essas informações, e levei ao presidente [Jair Bolsonaro] a intenção de assumir a gestão do Porto do Rio de Janeiro e, com isso, poder entender melhor o que está acontecendo”, acresentou.Witzel foi recebido ontem (26) por Bolsonaro. O governador disse que também pediu ao presidente que abra a possibilidade de fazer a concessão da geração de energia no estado. “Temos condições de fazer editais de concessão de usinas solares, usinas eólicas, através de cataventos, isso vai trazer para cá uma indústria que não temos. Tudo isso gera mais oportunidades. Uma concessão com outorga para o estado, num momento em que temos tanta dívida para pagar, isso é o mínimo que precisamos: criar oportunidades”.O governador conversou com a imprensa após participar da mesa de abertura do 4º Congresso Internacional de Direito Tributário, que vai até sexta-feira (29) em um hotel em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro.

  • Ações europeias ficam perto da estabilidade em meio a temores sobre crescimento, com Brexit no radar
    Reuters

    Ações europeias ficam perto da estabilidade em meio a temores sobre crescimento, com Brexit no radar

    Por Susan Mathew (Reuters) - As ações europeias encerraram estáveis nesta quarta-feira após um pregão de volatilidade, com a força nos papéis de bancos e automóveis ofuscada pela fraqueza nos setores de tecnologia e saúde. O índice pan-europeu STOXX 600 encerrou com variação positiva de 0,02 por cento, tendo registrado queda de até 0,40 por cento antes de alcançar alta de 0,63 por cento, em meio a temores de recessão e antes de votos indicativos sobre uma série de opções alternativas ao Brexit. ...

  • BB precifica emissão externa de US$750 milhões, diz fonte
    Reuters

    BB precifica emissão externa de US$750 milhões, diz fonte

    SÃO PAULO (Reuters) - O Banco do Brasil precificou nesta nesta quarta-feira uma emissão de 750 milhões de dólares em bônus de cinco anos, disse uma fonte com conhecimento do assunto.     Como a demanda dos investidores chegou a 3,2 bilhões de dólares, o BB pagará uma rentabilidade ao investidor de 4,75 por cento ao ano, abaixo da meta inicial de 5 por cento.     O banco usará os recursos para gerenciar dívidas fora do Brasil, acrescentou a fonte. A operação foi coordenada por BB Securities, BNP Paribas, Goldman Sachs, Itaú BBA e Standard Chartered. ...