RDSA.L - Royal Dutch Shell plc

LSE - LSE Preço Adiado. Moeda em GBp.
2.270,00
-16,00 (-0,70%)
No fechamento: 4:35PM GMT
O gráfico de ações não é compatível com seu navegador atual
Fechamento anterior2.286,00
Abrir2.295,00
Preço de Compra2.271,00 x 0
Preço de Venda2.271,50 x 0
Variação do Dia2.240,50 - 2.276,50
Variação de 52 semanas3,05 - 2.637,50
Volume7.477.010
Estimativa Volume8.551.616
Capitalização de Mercado179,578B
Beta (3A, mensalmente)0,80
Índice P/L (últ. 12 mes.)904,02
LPA (últ. 12 mes.)2,51
Data da ReceitaN/A
Dividendo futuro e rendimento1,46 (6,36%)
Data do Ex-Dividendo2019-11-14
Meta estimada de 1 anoN/A
  • Grandes investidores querem empresas neutras em carbono até 2050
    Bloomberg

    Grandes investidores querem empresas neutras em carbono até 2050

    A maior iniciativa de investidores para combater as mudanças climáticas diz que, após dois anos conversando com as empresas mais poluidoras

  • IPO adiado da WeWork afeta acordos com edifícios em Londres
    Bloomberg

    IPO adiado da WeWork afeta acordos com edifícios em Londres

    Sidra Capital desistiu de um acordo de US$ 112 milhões depois que a oferta pública inicial da WeWork foi recebida com desconfiança por investidores.

  • Bloomberg

    Shell dá pistas sobre estratégia para mercado de eletricidade

    (Bloomberg) -- A Royal Dutch Shell está levando a sério sua ambição de construir um negócio de eletricidade de classe mundial, uma estrutura tão grande que rivaliza tanto com os retornos quanto com o fluxo de caixa de suas gigantes operações de petróleo.

  • Bloomberg

    Petrobras perde espaço para estrangeiras com boom do pré-sal

    (Bloomberg) -- Durante décadas, a indústria petrolífera brasileira era sinônimo de Petrobras. Mas isso deve mudar à medida que grandes empresas internacionais acelerem a exploração em águas profundas no país com a maior produção da América Latina.

  • Bloomberg

    Facebook investe em fazenda solar no Texas

    (Bloomberg) -- O Facebook planeja financiar uma grande fazenda solar do Texas que venderá eletricidade a uma unidade da Royal Dutch Shell.

  • Grandes petrolíferas puxam retomada de setor imobiliário no Rio
    Bloomberg

    Grandes petrolíferas puxam retomada de setor imobiliário no Rio

    (Bloomberg) -- São crescentes os sinais de que o pior já passou para o Rio de Janeiro, pelo menos em imóveis comerciais.

  • Bloomberg

    Eni foca em projetos florestais na África para reduzir emissões

    (Bloomberg) -- O plano da Eni para compensar as emissões de suas operações de petróleo e gás terá como foco projetos com comunidades africanas para evitar o desmatamento.

  • Índices europeus têm 8ª sessão de alta com ganhos em ações de energia
    Reuters

    Índices europeus têm 8ª sessão de alta com ganhos em ações de energia

    Por Susan Mathew (Reuters) - Os preços do petróleo impulsionaram as ações de energia, e uma abertura forte em Wall Street ajudou os índices acionários europeus a superarem as perdas na sessão e fecharem em alta nesta terça-feira, embora vendas nos setores bancário e automotivo tenham limitado os ganhos. O índice FTSEurofirst 300 subiu 0,27 por cento, a 1.538 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhou 0,23 por cento, a 391 pontos, tocando as máximas de agosto e ampliando os ganhos para a oitava sessão consecutiva - a mais longa série de valorização desde outubro de 2017. ...

  • Aramco gera mais lucro no mundo, mas menos caixa do que rivais
    Bloomberg

    Aramco gera mais lucro no mundo, mas menos caixa do que rivais

    (Bloomberg) -- A Saudi Aramco foi a empresa que mais lucrou no mundo em 2018, ultrapassando com facilidade gigantes americanas como Apple e Exxon Mobil, de acordo com contas publicadas por agências de classificação de risco antes da estreia da petrolífera no mercado internacional de títulos de dívida.

  • Bloomberg

    Shell pode aumentar M&A para se tornar maior empresa de energia

    (Bloomberg) -- A Royal Dutch Shell pode aumentar as aquisições de geradores de eletricidade para alcançar sua meta de se tornar a maior companhia de energia até 2030, segundo análise da Sanford C Bernstein.

  • Bloomberg

    Tupy anuncia reestruturação organizacional no Brasil e México

    (Bloomberg) -- A fabricante de componentes em ferro Tupy criou a posição de vice-presidente comercial e contratou Ricardo Fioramonte para assumir o cargo. Fioramonte tem passagens por Royal Dutch Shell, Gerdau e Voestalpine.

  • Cidade venezuelana com 1,6 milhão de habitantes é saqueada
    Bloomberg

    Cidade venezuelana com 1,6 milhão de habitantes é saqueada

    (Bloomberg) -- Maracaibo foi saqueada e a violência mostrou que a Venezuela está próxima do caos total.

  • Bloomberg

    Shell quer se tornar maior produtora de energia do mundo

    (Bloomberg) -- A Royal Dutch Shell planeja se tornar a maior empresa de energia do mundo dentro de 15 anos, o que sugere que a companhia considera que a mudança climática é uma ameaça maior para seus negócios do que os retornos historicamente fracos de energia.

  • Reuters

    Fundo da Noruega venderá fatias em empresas de petróleo; manterá ações de integradas

    By Gwladys Fouche and Terje Solsvik OSLO (Reuters) - O fundo soberano de trilhões de dólares da Noruega, o maior do mundo, venderá suas participações em exploradores e produtores de petróleo e gás, mas ainda investirá em empresas de energia que tenham refinarias e outras atividades de distribuição, segundo um plano do governo. A proposta anunciada na sexta-feira indica que as participações do fundo em empresas integradas, como a Royal Dutch Shell, a Exxon Mobil e outras grandes empresas envolvidas em tudo, desde a exploração até a venda de combustível, não serão vendidas. ...

  • Bloomberg

    Petroleiras devem gastar mais em energia verde, diz Accenture

    (Bloomberg) -- As empresas de petróleo e gás que estão sendo pressionadas pelos investidores para diminuir o investimento em combustíveis fósseis devem começar a gastar mais em energia ecológica, segundo a Accenture.

  • Bloomberg

    Shell quer expandir posição em ativos de xisto nos EUA

    (Bloomberg) -- A Royal Dutch Shell pretende expandir seus ativos de petróleo de xisto na bacia do Permiano, nos EUA, mas não se desviará de seus planos de investimentos atuais para isso.

  • Bloomberg

    Os US$ 32 tri que levam combustíveis fósseis a agir pelo clima

    (Bloomberg) -- Por trás da decisão da Glencore de limitar o investimento em carvão há um grupo de investidores pouco conhecido, mas poderoso.

  • Produção maior de petróleo no Brasil é dor de cabeça para Opep
    Bloomberg

    Produção maior de petróleo no Brasil é dor de cabeça para Opep

    (Bloomberg) -- Quando a plataforma flutuante P-67 soltou sua primeira chama no início do mês, foi dada a largada numa expansão da produção de petróleo no Brasil que deverá desafiar os esforços da Opep para equilibrar o mercado global.Essa enorme plataforma -- longa e comprida o suficiente para caber um campo de futebol americano -- é a primeira de quatro grandes plataformas a começar a extrair petróleo neste ano, acrescentando à produção brasileira cerca de 365.000 barris por dia, maior aumento anual em pelo menos 20 anos, mostram estimativas da Agência Internacional de Energia (AIE). Uma segunda plataforma, a P-76, também iniciou a produção, segundo comunicado ao mercado publicado nesta quarta-feira.A expansão brasileira, aliada à maior quantidade de petróleo de campos de xisto de estados americanos como Texas e Dakota do Norte, deve criar uma dor de cabeça para a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Na pior das hipóteses, poderia obrigar Arábia Saudita e Rússia a prolongar os cortes de produção até o segundo semestre, testando a força da relação entre Riad e Moscou no setor de petróleo.“O Brasil está perto de um grande crescimento da oferta”, disse Francisco Blanch, chefe de pesquisa de commodities do Bank of America em Nova York. “O shale americano não é o único motor de aumento nos volumes.”O desempenho do Brasil decepcionou no passado, quando o crescimento da produção foi muito inferior às expectativas devido a problemas de manutenção, declínios em campos maduros e atrasos na instalação de novas embarcações para a produção e o armazenamento de petróleo. O campo de Tartaruga Verde, que deveria ter entrado em operação no fim de 2017, foi ativado apenas em junho de 2018. O início da operação da própria P-67 foi adiado por vários meses.Ainda assim, traders e executivos do setor de petróleo acreditam que neste ano o Brasil cumprirá suas promessas. A plataforma P-67, que está a cerca de 260 quilômetros do Rio de Janeiro, vai extrair cerca de 150.000 barris por dia nos próximos meses, quando a produção se estabilizará.A P-67 pertence a um consórcio formado por Petrobras e Royal Dutch Shell. Segunda plataforma a ser ativada neste ano, a P-76 também poderá processar até 150.000 barris por dia. Segundo a programação, as duas plataformas serão seguidas pela P-68 e pela P-77 em 2019, e a Petrobras pretende instalar mais 10 grandes plataformas de 2020 a 2023.“O Brasil está atingindo um novo patamar de produção, e isso é um fato”, disse o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, em entrevista. “2019 vai ser um ano chave”A Opep está de olho no Brasil e ressaltou que o país terá o segundo maior aumento na produção anual de petróleo entre os países que não fazem parte da Opep, atrás apenas do xisto americano. O Brasil produziu quase 2,7 milhões de barris de petróleo por dia em dezembro, o que coloca a produção do País perto do patamar do Kuwait e do Irã, que são membros da Opep.“A produção de petróleo pode aumentar significativamente em 2019” se as unidades flutuantes de armazenamento e produção atrasadas e outras embarcações programadas começarem a operar neste ano, afirmou a Opep a respeito do Brasil em seu último relatório mensal. O cartel projeta um crescimento brasileiro de 360.000 barris por dia.Águas profundasOs campos do pré-sal, que são reservas localizadas nas profundezas do Oceano Atlântico sob uma espessa camada de sal, deverão superar as estimativas de produção elaboradas quando os blocos de petróleo foram descobertos, há mais de uma década. O campo de Lula, onde está a P-67, provavelmente vai superar 1 milhão de barris por dia de produção neste ano, tornando-se um dos maiores campos de petróleo offshore do mundo, atrás apenas do Safaniyah, na Arábia Saudita.Além disso, o País está rapidamente se tornando menos dependente da estatal Petrobras, que gerava 93 por cento da produção total do Brasil em 2010.“Brasil e Petrobras costumavam ser sinônimos em termos de produção de petróleo até recentemente. Não mais”, disse Oddone.O crescimento brasileiro se dá no momento certo, já que o mercado internacional de petróleo está sedento pelo tipo de petróleo produzido nos campos do pré-sal: óleo bruto médio-pesado, ideal para ser transformado em diesel por meio de refino. Os cortes de produção da Opep e do Canadá, somados às sanções americanas ao Irã e à Venezuela, reduziram significativamente a disponibilidade de petróleo bruto médio-pesado, elevando seu preço em relação à referência global.“Com exceção do xisto americano, não há nada no mundo como o Brasil em termos de oferta” de petróleo bruto, disse o ex-geólogo da Petrobras e consultor em petróleo Pedro Zalán, do Rio de Janeiro. “As reservas são gigantescas e a produtividade do pré-sal é enorme.”Repórteres da matéria original: Sabrina Valle em Rio De Janeiro, svalle@bloomberg.net;Javier Blas em Londres, jblas3@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Will Kennedy, wkennedy3@bloomberg.net, ;Simon Casey, scasey4@bloomberg.net, Christine Buurma, Reg GaleFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Bloomberg

    Shell leva em conta limites de limpeza da produção de petróleo

    (Bloomberg) -- Existe um limite para o que pode ser feito a fim de tornar a produção de petróleo e gás menos poluente.

  • Reuters

    Shell compra fabricante alemã de baterias para sistemas de energia solar

    FRANKFURT (Reuters) - A Royal Dutch Shell fechou acordo para comprar a Sonnen, fabricante alemã de baterias para aplicações em energia solar residencial, em uma estratégia para expandir negócios em um momento de transição global para uma economia com menor emissão de carbono. A Sonnen, que tem 40 mil sistemas de baterias em todo o mundo e em 2017 teve vendas de 65 milhões de euros, é líder no mercado alemão de baterias para uso doméstico e se expandiu para sistemas de carregamento de baterias de veículos elétricos. ...

  • Exxon pode ter pior ano desde 1981 e está na mira de investidor
    Bloomberg

    Exxon pode ter pior ano desde 1981 e está na mira de investidor

    (Bloomberg) -- A situação nunca esteve tão ruim para a maior ação de petróleo do mundo desde que Ronald Reagan se tornou presidente dos EUA. Mas prepare-se, porque 2019 não deve ser muito melhor.

  • Reuters

    Qatar Petroleum investirá US$20 bi em importante expansão nos EUA

    Por Rania El Gamal e Eric Knecht e Dmitry Zhdannikov DOHA (Reuters) - A Qatar Petroleum (QP) pretende investir ao menos 20 bilhões de dólares nos Estados Unidos nos próximos anos, disse à Reuters o presidente-executivo da companhia, após o país do Golfo Árabe inesperadamente deixar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) neste mês. ...

  • Bloomberg

    Indústria quer que consumidor pague para corrigir poluição

    (Bloomberg) -- Alguns dos maiores produtores de combustíveis fósseis do mundo estão pedindo ajuda aos contribuintes para deixar de poluir.

  • Petroleiras podem levar gerações para resolver questão de gênero
    Bloomberg

    Petroleiras podem levar gerações para resolver questão de gênero

    (Bloomberg) -- Quando Stacey Olson conseguiu seu primeiro emprego na área de energia, 29 anos atrás, ela era "um homem da empresa". Era assim que a Chevron denominava seu representante em uma plataforma de petróleo onde a maioria dos trabalhadores eram tercerizados.

  • Bloomberg

    Setor de GNL vê petróleo e energias renováveis como obstáculos

    (Bloomberg) -- O gás natural liquefeito pode ser um dos combustíveis fósseis de crescimento mais rápido, mas isso não impediu que os participantes do mercado vissem nuvens no horizonte no primeiro dia da CWC World LNG Summit, em Lisboa.