HSBA.L - HSBC Holdings plc

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Variação do Dia572,70 - 578,12
Variação de 52 semanas0,78 - 687,70
Volume17.764.164
Estimativa Volume31.999.233
Capitalização de Mercado116,767B
Beta (3A, mensalmente)0,57
Índice P/L (últ. 12 mes.)8,95
LPA (últ. 12 mes.)64,40
Data da Receita17 de fev de 2020
Dividendo futuro e rendimento0,31 (5,37%)
Data do Ex-Dividendo2019-10-10
Meta estimada de 1 ano9,20
  • Um terço dos consumidores globais está com receio de gastar
    Bloomberg

    Um terço dos consumidores globais está com receio de gastar

    Mesmo China e Índia, dois polos de consumo global, começam a sentir os impactos da desaceleração econômica

  • Bônus de mulheres do HSBC são 70% mais baixos do que de homens
    Bloomberg

    Bônus de mulheres do HSBC são 70% mais baixos do que de homens

    (Bloomberg) -- A equipe de mulheres do HSBC Holdings no Reino Unido recebe uma bonificação quase 70% mais baixa do que seus colegas do sexo masculino. Ainda assim, a diferença apresentou melhora significativa em relação ao ano anterior.O relatório mais recente sobre os salários de homens e mulheres divulgado pelo banco britânico mostrou que a diferença entre os pagamentos discricionários para funcionárias diminuiu 85% em 2018. No geral, o HSBC divulgou uma diferença salarial entre homens e mulheres de 55% contra 61% há um ano. O banco não quis fornecer mais detalhes sobre o relatório, que inclui dados até abril de 2019.A diferença salarial entre homens e mulheres nos serviços financeiros tem ganhado destaque com a divulgação dos dados ao público. Parlamentares britânicos se reuniram esta semana com representantes do setor, como a responsável de recursos humanos do HSBC, Elaine Arden, para obter informações sobre os avanços das condições de trabalho para as mulheres no setor.Empresas com mais de 250 funcionários do Reino Unido são obrigadas a informar dados sobre diferença salarial entre homens e mulheres, calculados com base na diferença entre os salários médios por hora. As empresas também serão obrigadas a publicar a diferença entre os salários mais altos e médios nos relatórios anuais a partir de 2020.Esta semana, o HSBC indicou três mulheres para seu comitê executivo global da divisão bancária e de mercados em Londres. O comitê não tinha nenhuma mulher anteriormente.O HSBC é o primeiro banco a divulgar os números de 2019, portanto, uma comparação para o ano só estará disponível até que outros publiquem seus próprios relatórios sobre remuneração de gênero, algo que os bancos podem fazer até abril de 2020.O presidente do HSBC, John Flint, disse que um "sistema humano mais saudável" é uma das prioridades de sua gestão. No relatório, o executivo disse que o banco tem "mais trabalho a fazer".Repórteres da matéria original: Harry Wilson em Londres, hwilson57@bloomberg.net;David Hellier em Londres, dhellier@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Ambereen Choudhury, achoudhury@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Marion DakersFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Portugal lidera corrida para emitir bônus panda na zona do euro
    Bloomberg

    Portugal lidera corrida para emitir bônus panda na zona do euro

    (Bloomberg) -- Portugal está prestes a ultrapassar a Áustria e a Itália na corrida para se tornar o primeiro país da zona do euro a vender títulos em moeda chinesa.

  • Bloomberg

    Wall Street volta à Arábia Saudita após assassinato político

    (Bloomberg) -- Alguns dos líderes do setor financeiro global estão de volta à Arábia Saudita, palco de algumas das maiores operações de fusão e emissão de títulos em 2019.

  • Bloomberg

    Caso de assédio sexual no HSBC reflete desafios da era MeToo

    (Bloomberg) -- Na era MeToo, empresas financeiras de todo o mundo enfrentam o desafio de lidar com as queixas de assédio sexual. O caso em questão: HSBC Holdings.

  • Glencore se torna cliente número 1 da Codelco
    Bloomberg

    Glencore se torna cliente número 1 da Codelco

    (Bloomberg) -- Como prova do peso da Glencore no mercado global de cobre, basta olhar a lista de clientes da Codelco, maior mineradora do mundo.

  • Estados Unidos revelam que espionaram executivos da Huawei
    Canaltech

    Estados Unidos revelam que espionaram executivos da Huawei

    De acordo com uma revelação feita pela promotoria federal do país, nos últimos meses os Estados Unidos espionaram diversos executivos da companhia chinesa, e garantem ter conseguido provas de que a empresa furou o embargo comercial imposto ao Irã

  • EUA realizaram vigilância secreta da Huawei, dizem promotores
    Reuters

    EUA realizaram vigilância secreta da Huawei, dizem promotores

    Por Brendan Pierson e Karen Freifeld NOVA YORK (Reuters) - Autoridades norte-americanas reuniram informações sobre a Huawei por meio de uma vigilância secreta que planejam usar no caso, acusando a empresa de telecomunicações chinesa de violar as sanções contra o Irã, disseram os promotores nesta quinta-feira. O procurador-assistente dos EUA, Alex Solomon, disse em uma audiência em um tribunal federal no Brooklyn que as provas, obtidas sob a Lei de Vigilância de Inteligência Estrangeira dos EUA (FISA), exigiriam tratamento confidencial. ...

  • Diferença salarial entre gêneros não cai, diz setor financeiro
    Bloomberg

    Diferença salarial entre gêneros não cai, diz setor financeiro

    (Bloomberg) -- Faltando apenas algumas semanas para o fim do prazo para que as empresas britânicas divulguem suas disparidades salariais entre gêneros, mais de 77 por cento das firmas financeiras do país ainda não apresentaram seus relatórios. Entre as que apresentaram, os resultados não são muito animadores.Em quase 100 empresas do setor financeiro, as mulheres ganham em média 28 por cento menos do que os homens. O significado disso é que houve pouca mudança em relação à diferença salarial média divulgada pelas maiores empresas do setor no ano passado, na primeira vez em que empresas com mais de 250 funcionários do Reino Unido foram obrigadas a divulgar as diferenças salariais entre gêneros.Entre todas as empresas que apresentaram relatórios no ano passado, a diferença salarial média entre gêneros foi de cerca de 13 por cento. O setor financeiro registrou alguns dos valores mais discrepantes.O HSBC Holdings já informou uma mediana de diferença salarial de 61 por cento, superior à discrepância de 59 por cento informada no ano passado, a mais alta do setor. A diferença reflete, em grande parte, a distribuição desigual da força de trabalho do banco por gênero: as mulheres representam 70 por cento do quartil de trabalhadores com menor remuneração, mas apenas 33 por cento do quartil dos mais bem pagos.O banco afirma que está trabalhando para melhorar o equilíbrio de gênero em todos os níveis, reforçando a preparação de mulheres líderes e respaldando as famílias por meio de padrões de trabalho flexíveis. “A melhora do nosso equilíbrio de gênero levará tempo e exigirá um foco sustentado a longo prazo”, concluiu o HSBC em seu relatório sobre salários por gênero, publicado no website da instituição.No geral, as diferenças em relação às divulgações do ano passado foram mínimas.“Vamos seguir em frente e com mais velocidade”, disse a ex-CEO da Virgin Money, Jayne-Anne Gadhia. Atualmente ela lidera uma força-tarefa do governo focada na representação feminina em cargos de alto escalão no setor de serviços financeiros, um dos principais fatores citados por muitas empresas ao divulgar grandes diferenças salariais. “As empresas ainda não estão dando a isso a prioridade que devem dar.”O Hermes Investment Management, o grupo de gestão de fundos que prometeu votar contra os presidentes de conselhos que não tentarem resolver o desequilíbrio entre gêneros nos altos escalões, divulgou uma diferença salarial de 27 por cento.Sob um futuro governo do Partido Trabalhista, a vida pode ser muito mais difícil para as empresas que não apresentarem os dados no prazo ou cuja diferença salarial estiver aumentando. “Precisamos fazer com que seja obrigatório que as grandes empresas realizem auditorias juntamente com planos de ação”, disse Dawn Butler, secretária de Estado “sombra” para Mulheres e Igualdade, na sexta-feira, no Twitter.“Empresas com boas práticas em relação a gênero devem receber certificação do governo e aquelas que não tomam medidas devem ser multadas”, sugeriu. “Este é o único caminho para eliminar a disparidade salarial.”A colega dela Rachel Reeves, presidente da Comissão Especial de Estratégia Comercial, Energética e Industrial, disse que o setor precisa se corrigir: “Contratem mais mulheres para cargos executivos.”A disparidade salarial entre gêneros é mais alta em setores com poucas mulheres na liderança, disse. “Está claro que o setor financeiro é parte culpada no que diz respeito à não contratação de mulheres para cargos do alto escalão.”Repórter da matéria original: David Hellier em Londres, dhellier@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Janet Paskin, jpaskin@bloomberg.net, ;Aaron Kirchfeld, akirchfeld@bloomberg.net, Daniel TaubFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Bloomberg

    Blockchain é “irrelevante” para automatizar investment banking

    (Bloomberg) -- A empresa londrina de fintech que está por trás do primeiro título regulado de criptomoedas está atraindo investidores para ajudá-la a automatizar os mercados de capital sem usar o blockchain -- por enquanto.

  • Plano da China para integrar Hong Kong e Macau levanta dúvidas
    Bloomberg

    Plano da China para integrar Hong Kong e Macau levanta dúvidas

    (Bloomberg) -- O tão aguardado plano da China para criar uma megalópole com tecnologia de ponta à altura do Vale do Silício, na Califórnia, no litoral do sul do país gerou otimismo na comunidade empresarial de Hong Kong, embora alguns detalhes fundamentais ainda não estejam claros.O esquema para a Área da Grande Baía, que conectará as cidades litorâneas do sul da China com Hong Kong e Macau, uma das principais políticas do presidente Xi Jinping, apresentada pela primeira vez em 2017, deu impulso às bolsas após sua publicação na noite da segunda-feira. Segundo o plano, o governo transformaria a área em um dos principais centros de inovação do mundo, aumentaria a conectividade da infraestrutura e fortaleceria o papel de Hong Kong como centro internacional de finanças, exportações, comércio e negócios com o yuan offshore.Contudo, várias questões espinhosas foram deixadas fora do plano, como perguntas complexas sobre quais sistemas alfandegários, fiscais e jurídicos seriam impostos. Em Hong Kong, o conceito da Área da Grande Baía causa receios de que uma maior integração abale a estrutura de “um país, dois sistemas” que permite à cidade manter sistemas jurídicos, monetários e políticos diferentes dos da China comunista.“A imprecisão do documento de 11 capítulos sugere que as autoridades terão dificuldades para cumprir as metas da iniciativa”, disse Yue Su, economista para a China da Economist Intelligence Unit. “As dificuldades em definir reformas que promovam a causa da integração regional e que sejam aceitáveis para as autoridades em Guangdong, Hong Kong, Macau e o governo central serão o principal desafio.”Se tudo ocorrer conforme o planejado, os benefícios econômicos podem ser grandes: o HSBC Holdings afirma que a medida de unir as cidades de Hong Kong, Macau, Shenzhen e Guangzhou poderia estimular uma economia que movimenta US$ 1 trilhão e exporta mais que o Japão. O anúncio deu impulso às ações da região. As dos portos de Guangzhou, Zhuhai e Shenzhen Yan Tian atingiram o limite de alta diário de 10 por cento.No entanto, as principais empresas de tecnologia da China com sede em Shenzhen, que faz fronteira com Hong Kong, não fizeram seus futuros planos de crescimento em torno da Área da Grande Baía. Shenzhen se tornou uma meca da tecnologia asiática e abriga gigantes como a Tencent Holdings e a Huawei Technologies principalmente por causa de sua cultura industrial hipercompetitiva, e nem Hong Kong nem Macau são conhecidas como fontes de talentos globais da tecnologia.O plano divulgado na segunda-feira enfatizou a importância de manter a estrutura de “um país, dois sistemas”, que garante um alto grau de autonomia para Hong Kong e Macau. Mas também identificou a divergência de sistemas sociais, alfandegários e jurídicos como um desafio para o sucesso da Área da Grande Baía, sem dar detalhes sobre como eles seriam integrados.“Economicamente, uma espécie de indefinição dos limites da estrutura de ‘um país, dois sistemas’ é inevitável”, disse Sonny Lo, um professor de política da Universidade de Hong Kong que escreveu livros sobre a relação da cidade com Pequim. “Porém, considerando que Hong Kong e Macau têm diferenças jurídicas e políticas com a China, a estrutura de‘um país, dois sistemas’ será conservada.”\--Com a colaboração de Benjamin Robertson, Chloe Whiteaker, Jeanny Yu, Amy Li e Will Davies.Repórteres da matéria original: David Tweed em Hong Kong, dtweed@bloomberg.net;Yinan Zhao em Pequim, yzhao300@bloomberg.net;Edwin Chan em Hong Kong, echan273@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Daniel Ten Kate, dtenkate@bloomberg.net, Jeff Black, Allen WanFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Bloomberg

    Tradings em busca de investidores encontram poucos interessados

    (Bloomberg) -- Elas lucram centenas de milhões de dólares por ano e têm um conhecimento inigualável do fluxo de commodities importantes pelo mundo. Mas quando as maiores tradings de commodities saíram em busca de investidores em ações, encontraram poucos interessados.Da gigante do setor de energia Gunvor Group à famosa negociante agrícola Louis Dreyfus, as tradings tentaram receber injeções de dinheiro vendendo participações minoritárias a parceiros estratégicos, mas não conseguiram. Em vez disso, os recursos necessários para ampliar a liquidez ou monetizar as participações de pessoas de dentro da organização vieram com o aumento do endividamento ou com a venda de ativos -- abordagem longe da ideal em um momento em que os resultados já estão perdendo força.“A natureza do negócio de trading de commodities torna a venda de uma participação minoritária muito complicada”, disse Jean François Lambert, consultor do setor e ex-executivo de finanças comerciais do HSBC Holdings. “Este negócio depende de um punhado de tradings experientes, e quem não é trading tem dificuldades para administrá-lo.”Parte do problema é que o negócio de trading de commodities, muito dependente da volatilidade dos mercados e de um sofisticado gerenciamento de risco, é conhecido pelas grandes oscilações nos lucros. A Vitol Group, maior trading de petróleo independente do mundo, registrou lucro líquido de quase US$ 2,3 bilhões em 2009. O valor caiu para US$ 837 milhões em 2013, subiu para US$ 2 bilhões em 2016 e recuou para US$ 1,5 bilhão no ano seguinte.Anos difíceisOs últimos anos têm sido duros para as tradings porque a queda nos resultados dificulta a busca por investidores. A situação ficou ainda pior com o aumento da concorrência e uma mudança tecnológica que tornou informações de mercado importantes -- antes conhecidas apenas por algumas tradings -- amplamente disponíveis para todos.Para as tradings de petróleo, a estrutura de mercado que fornecia dinheiro fácil em 2015 e 2016 com o armazenamento de petróleo para venda posterior a preços mais altos desapareceu. As tradings de metais estão apenas começando a melhorar após anos de resultados ruins devido aos preços fracos. As tradings agrícolas enfrentam também colheitas abundantes e a ausência de problemas climáticos significativos, o que reduziu lucros e a volatilidade dos preços, desejada pelas tradings.“O setor de trading de commodities está em um caminho que não é sustentável. A margem habitual para uma trading é de cerca de 0,5 por cento de turnover”, disse o CEO da Mercuria Energy Group, Marco Dunand. “A tendência vai continuar. Não é algo cíclico, é estrutural. Por isso, talvez seja necessária uma consolidação.”As tentativas de encontrar investidores minoritários têm sido complicadas pelo fato de que muitas tradings têm um acionista dominante no controle, o que deixa qualquer pequeno proprietário exposto aos riscos do negócio e à volatilidade nos resultados, mas com muito pouco controle sobre a administração da empresa.Uma trading que conseguiu fechar negócio foi a Mercuria, com sede em Genebra, que vendeu uma participação de 12 por cento para um consórcio liderado pela China National Chemical Corp. em 2016. O acordo funcionou porque ambas as partes podiam oferecer algo além de dinheiro, segundo Dunand, que é também cofundador da Mercuria.“Quando você trabalha com alguém por muito tempo e vê sinergias reais, é natural procurar fortalecer os laços”, disse. “Se a única motivação for o dinheiro, é improvável que funcione.”Repórteres da matéria original: Andy Hoffman em Genebra, ahoffman31@bloomberg.net;Javier Blas em Londres, jblas3@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: James Herron, jherron9@bloomberg.net, Rakteem KatakeyFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Bloomberg

    Nova concorrente parece alter ego alemão da Tesla

    (Bloomberg) -- A mais nova concorrente alemã da Tesla é uma ágil startup com ambições globais, sem o peso dos carros de combustão e com uma avaliação elevada. E seu determinado fundador pretende desafiar a empresa de Elon Musk com um carro elétrico barato para as massas.