GFSA3.SA - Gafisa S.A.

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Volume1.063.900
Estimativa Volume1.621.801
Capitalização de Mercado389,776M
Beta (3A, mensalmente)0,95
Índice P/L (últ. 12 mes.)N/A
LPA (últ. 12 mes.)-9,31
Data da Receita7 de nov de 2019
Dividendo futuro e rendimentoN/A (N/A)
Data do Ex-Dividendo2016-04-26
Meta estimada de 1 ano12,05
  • Folhapress

    Gafisa é condenada a pagar R$ 400 mil a ex-funcionária por ofensas sexistas

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A incorporadora Gafisa foi condenada pelo TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região) a pagar R$ 400 mil de indenização a uma ex-funcionária por permitir e não coibir ofensas sexistas que ocorreram no ambiente de trabalho.A profissional, que é arquiteta e trabalhava em canteiros de obras da companhia, chefiava 15 funcionários da Gafisa e cerca de cem prestadores de serviço terceirizados. Durante anos, foi alvo de xingamentos, além de pichações e desenhos de cunho sexual feitos em paredes das obras em que atuava. ...

  • Bloomberg

    Correção: Estapar está entre possíveis IPOs do bilionário Zell

    (Bloomberg) -- (Corrige penúltimo parágrafo para dizer que rede indiana de hoteis Samhi possui mais de 4 mil quartos)

  • Bloomberg

    Tanure quer investir US$ 50 mi na Gafisa: Fonte

    (Bloomberg) -- Nelson Tanure encontrou um novo ponto de entrada. O investidor está disposto a investir até US$ 50 milhões na construtora Gafisa, a ação de pior retorno do país, de acordo com uma pessoa próxima às discussões.

  • Reuters

    Gafisa recomenda acionistas aprovarem aumento de capital em AGE

    SÃO PAULO (Reuters) - A administração da Gafisa convocou acionistas da construtora a apoiarem novo plano de reestruturação para a companhia em assembleia geral extraordinária (AGE) no dia 15 de abril, para retomar o crescimento e capitalizar a empresa, conforme comunicado enviado no domingo à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) "Após um período de grande estresse no âmbito societário com efeitos dramáticos para uma Gafisa já operacionalmente fragilizada, convocamos todos os acionistas a apoiarem um novo Plano de Reestruturação e Gestão para a empresa", afirma o comunicado, assinado pelo ...

  • Reuters

    Conselho da Gafisa elege Roberto Luz Portella como CEO após nova troca de controle

    SÃO PAULO (Reuters) - O conselho de administração da Gafisa elegeu Roberto Luz Portella para ocupar as posições de diretor presidente, financeiro e de relações com investidores, em substituição a Ana Maria Recart, que renunciou aos cargos após uma nova troca de controle da empresa. Portella já atuava desde 15 de março como membro do conselho e acumulará as funções, de acordo com o comunicado. Também foi escolhido Eduardo Larangeira Jácome para diretoria executiva operacional da Gafisa, no lugar de Karen Sanchez Guimaraes, que também deixou a companhia. ...

  • Bloomberg

    Nelson Tanure confirma interesse pela Gafisa

    (Bloomberg) -- O investidor Nelson Tanure confirmou seu interesse em contribuir para a recuperação da construtora Gafisa.

  • Folhapress

    Empresário Nelson Tanure é cotado para conselho de administração da Gafisa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Gafisa anunciou na sexta-feira (15) a lista dos nomes que deverão compor o futuro conselho de administração da empresa, a ser eleito em assembleia geral extraordinária no dia 15 de abril.  Um deles é o empresário Nelson Tanure, especialista em investir em empresas quebradas e assumir litígios. Tanure vem ampliando sua participação na Pharol, antiga Portugal Telecom, dona de uma fatia do capital da Oi. O nome de Nelson Tanure chamou a atenção de acionistas e especialistas no setor. Procurada, a Gafisa disse que não ia se pronunciar. A assembleia para anúncio da chapa foi convocada pela Planner, administradora de fundos de investimento que detêm, em conjunto, 18,55% do capital social da Gafisa, que não tem um grupo controlador. Os fundos adquiriram a participação relevante em fevereiro, após a gestora GWI, então à frente da companhia, promover um leilão --vendeu cerca de 33% de suas ações e voltou a ser minoritária.   O investidor sul-coreano Mu Hak You, chefe da GWI, é conhecido no mercado como "rei do termo" por sua estratégia arriscada de comprar ações a prazo e lucrar caso elas se valorizem.  Chegou a adquirir quase 50% dos papéis da Gafisa, mas, em meio a uma crise financeira e institucional na construtora, se viu pressionado para cobrir margens de garantia de suas posições alavancadas.  Os outros membros que fazem parte da chapa proposta para mandato que termina em 2021 são o advogado André de Almeida Rodrigues, Antonio Carlos Romanoski, que atuou por 17 anos na companhia de energia Copel, Augusto Marques da Cruz Filho, que presidiu o Pão de Açúcar, Demian Fiocca, ex-presidente do BNDES, o advogado Roberto Portella e o empresário Thomas Cornelius Reichenheim. Poucos dias após o leilão, Mu Hak You convocou reunião do conselho e deixou sua presidência, cargo que passou para Marques da Cruz. Considerando a situação crítica pela qual passa a empresa e a complexidade do setor, os nomes listados para o conselho foram considerados inexperientes para lidar com a delicadeza do caso, que exige vasta especialização dos gestores.  "Embora a empresa necessite de capital, isso não pode servir de desculpa para uma diluição injustificada dos investidores atuais", afirma Aurélio Valporto, presidente da Abradin, associação que reúne acionistas minoritários.  "É um setor cujas empresas precisam de muito crédito. Será um desafio enorme, mas também é uma enorme oportunidade", diz Valporto.    A construtora tenta se recuperar após seis meses turbulentos sob o comando da GWI, que foram somados à conjuntura ainda difícil para o setor da construção, duramente castigado pela recessão.  A gestão de Mu Hak You prometia uma ampla estratégia de recuperação do valor da companhia, com um dos principais pilares sendo a redução de custos. À frente da Gafisa a partir de setembro de 2018, a gestora cortou funcionários -incluindo do alto escalão da construtora-, suspendeu pagamentos a fornecedores e fechou abruptamente a filial no Rio de Janeiro. Em cargos-chave, colocou advogadas sem muita experiência na área. As medidas não foram bem vistas pelo mercado, o que intensificou a queda nas ações da empresa.

  • Folhapress

    Em crise, Gafisa é condenada a pagar R$ 30 milhões por construção irregular em SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em meio a uma grave crise financeira e institucional, a construtora Gafisa sofreu mais um revés —desta vez, judicial. A empresa foi condenada, em primeira instância, a desembolsar mais de R$ 30 milhões pela construção inadequada de um condomínio, na zona Sul de São Paulo. A companhia ainda poderá recorrer da decisão. O condomínio, que tem cerca de 160 casas, ficou pronto e começou a receber os primeiros moradores em 2000. Menos de cinco anos depois, porém, indícios de falhas na construção começaram a aparecer: o pavimento das ruas e edificações apresentavam rachaduras, lâmpadas queimavam com frequência e problemas hidráulicos passaram a surgir. Perícias mostraram que o terreno, que havia sido uma pedreira anos antes, foi aterrado de forma irregular, com entulhos e matéria orgânica —que inclusive passou a entrar em decomposição e formar gases— e sem compactação suficiente, o que prejudicou a estabilidade do solo. A construtora não teria feito sondagens nem preparado o terreno de forma adequada, o que levou aos diversos problemas nas edificações. Em 2006, os moradores decidiram entrar com a ação judicial contra a incorporadora —hoje, Cimob Imobiliária (ex-Gafisa Imobiliária, que vendeu sua participação no grupo em 2005 e mudou de nome). A Gafisa S/A, construtora responsável pela execução da obra do condomínio, entrou na disputa só mais tarde. “Foi um processo longo porque em nenhum momento a empresa deu suporte aos peritos ou aos moradores. Foi um relapso total”, afirma o advogado Paulo Palermo, do Palermo e Castelo Advogados, que representa os moradores. Todos os danos têm sido recuperados pelo próprio condomínio e pelos moradores. No asfalto, é possível ver inúmeras marcas de reparos. Além do pagamento de tudo que foi gasto com essas obras ao longo dos doze anos de processo, a Justiça determinou a realização de uma reforma completa no condomínio, orçada em cerca de R$ 11 milhões. Foi determinado também um pagamento de R$ 17,8 milhões por danos morais aos moradores, além do ressarcimento pelos custos judiciais (20% sobre o valor da condenação). Todos esses gastos terão que ser arcados pela construtora Gafisa, segundo a sentença do juiz. A incorporadora Cimob também terá que pagar uma multa adicional de R$ 5,5 milhões, referente ao atraso no cumprimento de determinações judiciais ao longo do processo. Procurada, a Gafisa afirmou, em nota, que irá recorrer da decisão. “A empresa ainda reitera que atua rigorosamente dentro da legalidade e de forma transparente, visando sempre o respeito ao consumidor.” A Cimob não foi encontrada pela reportagem. O episódio é apenas mais um em meio à crise enfrentada pela Gafisa, um dos principais grupos do ramo imobiliário no Brasil. A dívida de curto prazo da empresa (ou seja, que precisa ser paga em até um ano) soma R$ 201,4 milhões, segundo os dados do terceiro trimestre de 2018, os mais recentes divulgados. A geração de caixa nesse trimestre foi negativa em R$ 14 milhões. O atual comando da empresa formou recentemente um comitê de reestruturação e está analisando medidas para melhorar a saúde da companhia e renegociando pagamentos com fornecedores, segundo pessoas ouvidas pela reportagem. A construtora tenta se recuperar após seis meses turbulentos sob o comando da gestora GWI, do sul-coreano Mu Hak You. O investidor é conhecido no mercado como “rei do termo” por sua estratégia arriscada de comprar ações a prazo e lucrar caso elas se valorizem. À frente da empresa de setembro de 2018 a fevereiro deste ano, a GWI destituiu funcionários do alto escalão da construtora, promoveu mudanças que levaram outros executivos a pedirem demissão e colocou em cargos-chave advogadas sem muita experiência na área. A Gafisa não tem um grupo controlador, diferentemente de outras grandes do ramo, como a Cyrela, da família Horn, e a Eztec, dos Zarzur. Isso permitiu que a GWI chegasse a deter quase 50% de participação no grupo. Além disso, a empresa estava barata na Bolsa após o ciclo recessivo que afetou o setor e um balanço machucado por aquisições duvidosas, como a da Tenda (de quem a Gafisa concluiu separação em 2017). A gestão de You assumiu com o anúncio de uma estratégia de recuperação do valor da companhia. Um dos principais pilares era a redução de custos, o que incluiu corte de funcionários, redimensionamento de estandes de vendas, suspensão de pagamento a fornecedores e o fechamento abrupto da filial no Rio de Janeiro. Houve também uma tentativa frustrada de transferir a sede da empresa de São Paulo para São Caetano (na Grande SP), e a Gafisa teria começado a avisar funcionários que poderia paralisar canteiros de obras —o que a direção da construtora negou à época e que acabou não se concretizando. De toda forma, as medidas não foram bem vistas pelo mercado. Desde que a GWI começou a mexer na empresa, os papéis da construtora acumulam queda de 12% e, só em 2019, o tombo é de 42%. Sob pressão para cobrir margens de garantia de suas posições alavancadas, a GWI promoveu no dia 14 de fevereiro um leilão de ações e reduziu sua participação na Gafisa para 7,7% —desde a quarta-feira (20), está em 4,89%. Mu Hak You deixou a presidência do conselho de administração da construtora dias após o leilão, cargo assumido por Augusto Marques da Cruz Filho.

  • Maior acionista da Gafisa não tem pressa em sair da ação: Fonte
    Bloomberg

    Maior acionista da Gafisa não tem pressa em sair da ação: Fonte

    (Bloomberg) -- A corretora que, acidentalmente, se tornou a maior acionista da Gafisa, não está com pressa para vender sua fatia na problemática construtora brasileira, de acordo com uma pessoa a par do assunto.A Planner Corretora de Valores se tornou a maior detentora da Gafisa depois que o investidor coreano Mu Hak You teve que liquidar sua participação de cerca de 50% das ações ordinárias da empresa em um leilão. A corretora, que havia realizado grande parte dos contratos a termo que You e seu GWI Group usaram para aumentar sua participação na Gafisa, teve que executar suas garantias e tomar as ações, segundo a CVM, ficando com uma participação de 18,5% na empresa.Agora, a Planner quer que a construtora use sua marca forte e grande base de ativos para reconstruir sua administração e conselho, e obter as linhas de crédito necessárias para continuar com suas operações, disse a pessoa, que pediu para não ser identificada porque as discussões não são públicas. A corretora não está disposta a assumir o papel de acionista ativista, disse a pessoa - uma diferença radical em relação a You, que, em seus cinco meses como acionista controlador substituiu todos os membros do conselho e da diretoria da Gafisa, demitiu mais da metade de sua força de trabalho e mudou a sede da empresa.As iniciativas de turnaround do investidor coreano surtiram pouco efeito até agora. As ações da Gafisa caíram 45% este ano, o pior desempenho no índice small caps do Brasil. As vendas caíram 22% no quarto trimestre, o primeiro após as mudanças radicais de You. Os analistas consideraram os números preliminares fracos, abaixo das estimativas já baixas, e disseram que a reforma administrativa pode ter tido um impacto negativo temporário. A construtora divulga seu balanço trimestral completo em 14 de março.O mercado tem se perguntado quais são as cenas dos próximos capítulos para a Gafisa, cujos triângulos vermelhos iluminados no topo dos prédios já pontuaram o horizonte de São Paulo. O valor de mercado da tradicional construtora, que chegou a ser alvo de tentativas de aquisição do bilionário americano Sam Zell, despencou para apenas R$ 401 milhões, uma pequena fração dos R$ 6,1 bilhões que a empresa valia em 2010.A Planner também vê a possibilidade de que a queda torne a construtora um potencial alvo de aquisição reversa, por um concorrente privado que queira abrir capital, disse a pessoa.A Planner e a Gafisa não quiseram comentar.Para entrar em contato com os repórteres: Fabiola Moura em São Paulo, fdemoura@bloomberg.net;Vinícius Andrade em Sao Paulo, vandrade3@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net;Marisa Castellani, mcastellani7@bloomberg.netFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Gafisa sob pressão após saída de maior acionista
    Bloomberg

    Gafisa sob pressão após saída de maior acionista

    (Bloomberg) -- A Gafisa, uma vez alvo de aquisição pelo bilionário Sam Zell, está sendo negociada perto de sua mínima histórica depois que seu maior acionista jogou a toalha depois de um esforço frustrado que substituiu a diretoria da empresa e os principais executivos.

  • Reuters

    Mu Hak You deixa presidência do conselho da Gafisa,

    SÃO PAULO (Reuters) - A Gafisa informou na noite de domingo que o presidente do conselho de administração da construtora Mu Hak You foi substituído por Augusto Marques da Cruz, durante reunião do conselho do colegiado depois que sua companhia de investimentos GWI vendeu participação na empresa na quinta-feira. Mu Hak You renunciou ao posto de membro do conselho junto com Thiago Hi Joon You e, além de Cruz, foi eleito Oscar Segall. ...

  • Reuters

    Em leilão de ações, controle da Gafisa passa para grupo de investidores

    SÃO PAULO (Reuters) - O controle da construtora Gafisa passou para um grupo de investidores financeiros locais, após leilão de ações detidas pela GWI, do investidor Mu Hak, afirmou uma fonte próxima da operação nesta quinta-feira. O leilão de 14,6 milhões de ações, correspondente a uma participação de 33,67 por cento dos papéis ordinários da construtora, ocorreu ao preço de 9 reais. A corretora Planner, intermediadora da operação, não comentou o assunto. ...