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  • O impacto do coronavírus nas multinacionais
    AFP

    O impacto do coronavírus nas multinacionais

    Dado o peso da China na economia global, tanto como mercado quanto como polo industrial, a epidemia de coronavírus já afeta multinacionais em todo o mundo. Abaixo, a situação dos setores mais afetados:

  • Folhapress

    Ibovespa bate recorde e fecha acima dos 106 mil pontos pela primeira vez

    Com a expectativa de juros mais baixos e uma melhora na relação entre China e Estados Unidos, o Ibovespa fechou acima dos 106 mil pontos pela primeira vez

  • Folhapress

    China diz que vai aumentar tarifas de produtos dos EUA; dólar sobe

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A China partiu para o contra-ataque e vai elevar para 25% as tarifas contra 5.140 produtos importados dos Estados Unidos, acirrando a guerra comercial entre as duas potências. Essa medida envolve US$ 60 bilhões (R$ 237,4 bilhões) em bens americanos importados dos chineses e começa a valer em 1º de junho. A retaliação aos EUA veio após os americanos elevarem, de 10% para 25%, as tarifas contra US$ 200 bilhões (R$ 791,4 bilhões) em produtos chineses, tomada na semana passada. Além da elevação das tarifas em produtos chineses, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou que o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, comece a impor tarifas sobre as demais importações chinesas, o que inclui cerca de outros US$ 300 bilhões (R$ 1,187 trilhão) em produtos. Trump também chegou a alertar nesta segunda-feira (13) a China para que não retaliasse e disse que o país seria "duramente afetado se não fizer um acordo". Trump continuou a acusar a China de quebrar um acordo comercial que os dois países estavam negociando e ameaçou o país asiático com dificuldades econômicas caso a guerra comercial se estenda, dizendo que as empresas deixarão a China em massa. "Não há motivo para o consumidor dos EUA pagar as tarifas, que entram em vigor sobre a China hoje...a China não deveria retaliar —só vai piorar!", escreveu Trump no Twitter, acrescentando que as tarifas podem ser evitadas se as indústrias mudarem a produção da China para outros países. A negação do presidente de que os consumidores dos EUA serão afetados pelo aumento das tarifas contraria as palavras de seu próprio assessor econômico. O diretor do Conselho Nacional de Economia da Casa Branca, Larry Kudlow, disse em uma entrevista no domingo (12) que "ambos os lados" provavelmente sofrerão em meio ao aumento das tensões comerciais com a China. "Eu digo abertamente ao presidente Xi e a todos os meus muitos amigos na China que a China será afetada com força se vocês não fizerem um acordo, porque as empresas serão forçadas a deixar a China e ir para outros países. Caro demais comprar na China. Vocês tinham um ótimo acordo, quase finalizado, e voltaram atrás", disse Trump. A China, porém, nunca vai se render a pressões externas, disse o governo nesta segunda. "Quando aos detalhes, por favor continuem a prestar atenção. Copiando uma expressão dos EUA -esperem para ver", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Geng Shuang, em entrevista à imprensa. "Dissemos muitas vezes que acrescentar tarifas não vai resolver qualquer problema. A China nunca vai se render à pressão externa. Temos a confiança e a capacidade de proteger nossos direitos legítimos e legais", completou Geng. A mídia estatal também apresentou comentários fortes nesta segunda-feira, reiterando que a porta da China para negociações está sempre aberta, mas prometendo defender os interesses e dignidade do país. DÓLAR O acirramento da guerra comercial entre os dois países mexeu com os mercados. No Brasil, o dólar subiu mais de 1% no pré-mercado e bateu os R$ 4. Às 12h01, o dólar avançava 1,26%, a R$ 3,9940 na venda. Na máxima, a moeda chegou a R$ 4,0054. A última vez que o dólar atingiu a casa de 4 reais havia sido em 7 de maio. O Ibovespa futuro recuava fortemente nos primeiros negócios desta segunda-feira. Às 9h30, o contrato do Ibovespa com vencimento em junho perdia 1,57%, a 92.820 pontos. Na última sexta-feira (10), a moeda norte-americana caiu 0,24%, a R$ 3,9443 na venda, mas na semana a cotação subiu 0,13%, na quinta semana consecutiva de alta. O dólar futuro tinha alta de 1,1% neste pregão. Em Wall Street, o futuro do S&P; 500 recuava 2%. À medida que a disputa comercial se estende, os investidores esperam que as tarifas aumentem os custos corporativos, diminuam as margens de lucro e prejudiquem a capacidade das empresas de planejar ou fazer despesas de capital. Empresas com grande exposição à China estão entre as primeiras a cair no pré-mercado. A Apple caiu 2,3%, enquanto a Boeing recuou 1,4% e a Caterpillar, 1,7%.

  • Wall St recua com preocupações sobre prolongamento de disputa comercial
    Reuters

    Wall St recua com preocupações sobre prolongamento de disputa comercial

    Por Amy Caren Daniel (Reuters) - Os índices acionários dos Estados Unidos recuavam nesta sexta-feira, com os investidores preocupados com a possibilidade de um prolongamento da disputa comercial entre Pequim e Washington. Às 11:57 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 1,12%, a 25.538 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 1,434483%, a 2.830 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuava 1,62%, a 7.782 pontos. ...

  • Bolsas dos EUA caem diante de temores comerciais entre EUA e China
    Reuters

    Bolsas dos EUA caem diante de temores comerciais entre EUA e China

    Por April Joyner NOVA YORK (Reuters) - As principais bolsas de valores dos Estados Unidos sofreram forte queda nesta terça-feira, impactadas pela tensão comercial entre Estados Unidos e China, que deflagrou temores sobre o crescimento global e afastaram investidores de ativos de risco. O índice Dow Jones cedeu 1,79 por cento, a 25.965,09 pontos. O S&P 500 caiu 1,65 por cento, a 2.884,05 pontos. O Nasdaq recuou 1,96 por cento, a 7.963,76 pontos. O Dow teve a maior queda diária desde 3 de janeiro. S&P 500 e Nasdaq tiveram o maior declínio desde 22 de março. ...

  • Bolsas dos EUA têm pouca variação após resultados corporativos mistos
    Reuters

    Bolsas dos EUA têm pouca variação após resultados corporativos mistos

    Por Sruthi Shankar e Amy Caren Daniel (Reuters) - Os mercados acionários dos Estados Unidos tinham pouca variação nesta quarta-feira, após atingirem recordes na sessão anterior, com investidores digerindo uma série de resultados corporativos mistos. Às 11:54 (horário de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,01 por cento, a 26.659 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,070219 por cento, a 2.936 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançava 0,05 por cento, a 8.125 pontos O S&P 500 está a apenas 0,3 por cento da máxima intradia recorde de 2. ...

  • Wall Street recua com preocupações sobre crescimento mais baixo
    Reuters

    Wall Street recua com preocupações sobre crescimento mais baixo

    Por Sruthi Shankar e Shreyashi Sanyal (Reuters) - Os mercados acionários dos Estados Unidos recuavam nesta terça-feira, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor tarifas sobre produtos europeus, enquanto a perspectiva pessimista do FMI para o crescimento global ampliava as preocupações com uma desaceleração econômica devido às disputas comerciais. Às 12:00 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 0,73 por cento, a 26.149 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,574977 por cento, a 2.879 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuava 0,36 por cento, a 7. ...

  • Wall St cai com incerteza comercial e dados fracos no setor imobiliário dos EUA
    Reuters

    Wall St cai com incerteza comercial e dados fracos no setor imobiliário dos EUA

    NOVA YORK (Reuters) - Os mercados de ações nos Estados Unidos operavam em queda nesta quinta-feira, sob o peso de preocupações de um atraso nas negociações comerciais entre norte-americanos e chineses e de dados mostrando queda maior que a esperada nas vendas de novas casas em janeiro nos EUA. Às 11:49 (horário de Brasília), o índice Dow Jones caía 0,05 por cento, a 25.690 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,036643 por cento, a 2.810 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançava 0,01 por cento, a 7.644 pontos. ...