0700.HK - Tencent Holdings Limited

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Variação do Dia332,600 - 337,600
Variação de 52 semanas277,000 - 400,400
Volume13.744.314
Estimativa Volume15.082.821
Capitalização de Mercado3,206T
Beta (3A, mensalmente)1,28
Índice P/L (últ. 12 mes.)35,36
LPA (últ. 12 mes.)9,491
Data da Receita13 de nov de 2019
Dividendo futuro e rendimento1,00 (0,30%)
Data do Ex-Dividendo2019-05-17
Meta estimada de 1 ano388,16
  • Nubank quer chegar a 20 milhões de clientes até o fim do ano
    Bloomberg

    Nubank quer chegar a 20 milhões de clientes até o fim do ano

    Expansão do Nubank mostra que clientes na América Latina estão buscando alternativas aos altos juros e tarifas dos bancos tradicionais

  • Startup chinesa de vídeos, avaliada em US$ 25 bi, prepara IPO
    Bloomberg

    Startup chinesa de vídeos, avaliada em US$ 25 bi, prepara IPO

    A startup chinesa Kuaishou estuda abrir capital nos Estados Unidos para financiar sua expansão na transmissão de vídeos curtos

  • Bloomberg

    Gestor de US$ 3,8 bi troca China por ações da América Latina

    (Bloomberg) -- Um gestor de fundos com desempenho acima da média reduziu suas participações em empresas chinesas e comprou ações da América Latina, mas não por causa da disputa comercial Estados Unidos-China."Não acredito que o que esteja pesando sobre as ações chinesas seja a guerra comercial", disse Noah Blackstein, que administra C$ 5,1 bilhões (US$ 3,8 bilhões) na Dynamic Funds, uma unidade do Bank of Nova Scotia. "O que mudou na China no ano passado foi o ambiente regulatório.O maior controle sobre novos videogames e redes sociais são apenas dois exemplos de mudanças regulatórias inesperadas que tiveram um impacto “material” no lucro de empresas chinesas no ano passado, disse Blackstein, de 49 anos, que reduziu sua exposição em ações de empresas como Alibaba Group e Tencent Holdings como resultado.Blackstein administra C$ 1,4 bilhão do fundo Dynamic Power Global Growth Class, que superou 1.083 pares globais com ativos de mais de US$ 100 milhões, proporcionando um retorno de 388% na última década, segundo dados compilados pela Bloomberg. O fundo mostra retorno de 26% este ano, colocando-o no 96º percentil entre seus pares, enquanto seu Dynamic Power American Growth Fund está no 99º percentil entre seus concorrentes nos EUA com retorno acumulado no ano de 28%.O gestor veterano disse que adota uma abordagem ascendente e está mais interessado no potencial individual de crescimento das empresas do que nas perspectivas macroeconômicas. Atualmente, ambos os fundos têm um forte peso no setor de tecnologia.América LatinaBlackstein vê oportunidades de investimento no setor de pagamentos da América Latina com ações como as do MercadoLibre, com sede em Buenos Aires, e da brasileira PagSeguro Digital, cujo preço dos papéis dobrou este ano. “Lugares como o Brasil têm pouca bancarização”, disse. No longo prazo, Blackstein espera que as empresas de tecnologia resolvam o problema de pessoas sem acesso a serviços bancários na América Latina e nos EUA, eliminando o mercado do empréstimo consignado no processo.\--Com a colaboração de Shin Pei.Repórter da matéria original: Kristine Owram em Toronto, kowram@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Brad Olesen, bolesen3@bloomberg.net, ;David Scanlan, dscanlan@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Jacqueline ThorpeFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Bloomberg

    Goldman pretende financiar expansão do Nubank na América Latina

    (Bloomberg) -- A presidente do Brasil estava enfrentando um processo de impeachment, os escândalos de corrupção e protestos estavam se espalhando e a economia estava caindo em uma das maiores recessões de todos os tempos. Para os bancos, isso significava contabilizar prejuízo em empréstimos. As instituições financeiras internacionais estavam deixando o país.

  • Bloomberg

    CITIC e Baidu planejam levantar até US$ 1 bi para banco on-line

    (Bloomberg) -- Uma joint venture fintech entre o China CITIC Bank e o motor de busca Baidu busca captar até 7 bilhões de iuanes (US$ 1 bilhão) em uma rodada de financiamento privado, segundo pessoas com conhecimento do assunto.

  • Bloomberg

    Carrefour pode vender operação na China: Fontes

    (Bloomberg) -- O Carrefour avalia opções para sua operação na China, que poderiam incluir a venda de ativos, seguindo os passos de outras empresas de consumo internacionais que decidiram sair do país nos últimos anos, disseram pessoas a par do assunto.

  • Bloomberg

    Após Nubank, chinesa Tencent investe em fintech na Argentina

    (Bloomberg) -- A gigante chinesa de internet Tencent Holdings está adquirindo uma participação no aplicativo de pagamentos móveis Uala, da Argentina, se juntando no projeto a sócios como o Goldman Sachs e os bilionários George Soros e Steve Cohen.

  • Porsche mira cooperação com gigantes da tecnologia chinesa
    Bloomberg

    Porsche mira cooperação com gigantes da tecnologia chinesa

    (Bloomberg) -- A Porsche está explorando projetos conjuntos com gigantes da tecnologia chinesa, incluindo Tencent Holdings, Alibaba Group e Baidu para expandir as ofertas digitais em seu maior mercado e impulsionar as vendas.

  • Hong Kong ultrapassa Japão como maior mercado acionário do mundo
    Bloomberg

    Hong Kong ultrapassa Japão como maior mercado acionário do mundo

    (Bloomberg) -- Hong Kong pode se vangloriar, por enquanto.

  • Fortuna complexa cresce dentro da startup mais valiosa do mundo
    Bloomberg

    Fortuna complexa cresce dentro da startup mais valiosa do mundo

    (Bloomberg) -- O engenheiro de software Zhang Yiming produzia aplicativos para compartilhar piadas antes de se concentrar na agregação de notícias. Essa mudança de rumo revelou-se lucrativa.

  • Activision anuncia versões móveis de Call of Duty para iOS e Android
    Canaltech

    Activision anuncia versões móveis de Call of Duty para iOS e Android

    Call of Duty: Mobile ainda não tem data de lançamento definida, mas será um free to play online que trará elementos das séries Modern Warfare e Black Ops, vistas nos consoles de mesa; primeira fase de testes beta deve chegar até junho, para todos os usuários

  • Traders recorrem a apps de streaming para negociar milho chinês
    Bloomberg

    Traders recorrem a apps de streaming para negociar milho chinês

    (Bloomberg) -- Os aplicativos de streaming conquistaram a China com vídeos curtos de adolescentes dançando, dublando e fazendo palhaçadas estranhas. Agora, os traders estão usando-os para prever o futuro dos preços dos grãos.

  • Banco digital alemão N26 vai abrir operação no Brasil
    Reuters

    Banco digital alemão N26 vai abrir operação no Brasil

    Por Carolina Mandl SÃO PAULO (Reuters) - O banco digital alemão N26 vai abrir uma subsidiária no Brasil na próxima semana, em seu primeiro movimento para entrar na América Latina, afirmou o diretor da companhia para o país nesta quarta-feira. Eduardo Prota afirmou que o N26, que levantou 300 milhões de dólares em janeiro em uma nova rodada de financiamento que avaliou a startup em 2,7 bilhões de dólares, vai oferecer um pacote de serviços bancários acessíveis via dispositivos móveis por meio de uma parceria com um banco local, que ainda será formada. ...

  • Bloomberg

    Shows de K-Pop podem voltar à China com distensão com a Coreia

    (Bloomberg) -- Promotores de shows chineses estão buscando autorização para as bandas sul-coreanas se apresentarem no país, segundo pessoas a par do assunto, um sinal do crescente otimismo sobre o descongelamento das relações entre os dois países.Os laços entre Pequim e Seul estão tensos desde que a Coreia do Sul concordou em 2016 em ser a sede de um sistema de defesa antimísseis dos EUA fortemente contestado pela China. Nenhum grande músico sul-coreano se apresentou na China desde então e os promotores de shows não se deram ao trabalho de convidar artistas coreanos por alguns anos porque acreditavam que o governo rejeitaria esses pedidos de visto.Mas recentemente eles começaram a fazer esses pedidos, de acordo com as pessoas, que pediram para não serem identificadas porque o assunto é politicamente delicado. Não está claro se o Ministério da Cultura e Turismo do país está inclinado a aprovar alguma das solicitações, disseram eles.Artistas de K-pop como a BTS, que no ano passado se tornou a primeira banda sul-coreana a liderar os rankings da Billboard nos EUA, não conseguiram obter autorizações para se apresentar na China durante anos, como parte de uma campanha mais ampla contra as empresas coreanas. A rixa levou a China a lançar uma série de medidas punitivas que custaram bilhões de dólares à economia coreana em negócios perdidos.É por isso que as apostas nessas licenças podem ser muito maiores do que o destino de alguns concertos.“As pessoas estão se preparando”, disse Archie Hamilton, diretor administrativo da empresa de promoção de música Split Works, com sede na China. “Há muito dinheiro lá.”A Big Hit Entertainment, a agente de capital fechado da BTS, preferiu não comentar. O Ministério da Cultura da China não respondeu a um pedido de comentários enviado por fax.IraA ira da China em relação à decisão da Coreia, em 2016, de implantar o sistema de Defesa Terminal de Áreas de Alta Altitude (Thaad, na sigla em inglês) teve um alto custo. As agências chinesas pararam de vender excursões em grupo para o país, as lojas da gigante coreana do varejo Lotte Group subitamente começaram a ser suspensas por violações da segurança contra incêndios e os programas de TV coreanos começaram a desaparecer dos serviços de streaming chineses. O Banco da Coreia estimou que a reação da China suprimiu 0,4 por cento do crescimento econômico do país asiático menor naquele ano.Mas há sinais de que a ira da China está diminuindo. A proibição de excursões em grupo foi parcialmente suspensa em 2018, as novelas sul-coreanos estão de volta à TV e as músicas de K-pop estão sendo promovidas em serviços de streaming chineses.A K-pop tem se mostrado relativamente resiliente apesar da proibição efetiva das apresentações, já que a demanda por música da BTS, da Girls ’Generation e da BlackPink aumentou na China, de acordo com Bernie Cho, cuja empresa fornece serviços de distribuição para centenas de artistas coreanos. As tensões políticas não impediram que as gigantes chineses da internet Tencent Holdings e Alibaba Group Holding tivessem laços com as três maiores empresas de música da Coreia. O setor de música da Coreia do Sul gerou US$ 98 milhões em vendas em 2016 na China, seu segundo maior mercado externo depois do Japão, de acordo com o Serviço de Informações Estatísticas da Coreia.“A K-Pop é pop internacional na Ásia”, disse Cho, presidente da DFSB Kollective. “As empresas chinesas estão assinando contratos exclusivos e investindo em empresas de música de forma ativa, o que atesta a crescente confiança no mercado.”\--Com a colaboração de Daniela Wei e Jing Zhao.To contact Bloomberg News staff for this story: Lucas Shaw em Los Angeles, lshaw31@bloomberg.net;Sohee Kim em Seul, skim847@bloomberg.net;Steven Yang em Beijing, kyang74@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Young-Sam Cho, ycho2@bloomberg.net, ;Nick Turner, nturner7@bloomberg.net, Dave McCombsFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Baidu é a gigante tech mais vulnerável a desaceleração da China
    Bloomberg

    Baidu é a gigante tech mais vulnerável a desaceleração da China

    (Bloomberg) -- A Baidu, depois de ficar muito para trás das duas gigantes da internet da China, corre o risco de perder ainda mais terreno se o país continuar no processo de desaceleração econômica.A gigante das buscas, que divulga resultados nesta semana, pode se sair pior do que as rivais Alibaba Group e Tencent Holdings devido à dependência maior do mercado publicitário, uma arena cada vez mais competitiva que tende a ser afetada pela fraqueza econômica. O comércio eletrônico, principal negócio da Alibaba, tem mostrado mais resiliência do que o varejo tradicional, e o impulso maior em áreas como serviços de nuvem ajuda a ampliar o crescimento da receita. A Tencent se destaca: ganhou mais de 30 por cento desde a queda de outubro, em parte graças ao fim de meses de congelamento de negócios em novos jogos.O negócio básico de publicidade da Baidu está sob cerco -- não apenas das duas rivais maiores, mas também de uma safra de empresas startup como a Bytedance, que estão abocanhando dólares de marketing e reduzindo as taxas de anúncios. A empresa está apostando em serviços mais jovens, como seu feed de notícias, o sistema de direção autônoma Apollo e o serviço de inteligência artificial DuerOS para estimular o crescimento futuro. Mas apesar de representarem cerca de um quinto das vendas, essas unidades ainda não geram um lucro importante para a gigante da tecnologia.“O crescimento da receita é mais lento entre as grandes empresas da internet chinesas, mesmo com a iniciativa do feed”, disse David Dai, analista da Bernstein, em relatório. Ele estima que a participação da Baidu no mercado publicitário diminuiu para 21 por cento, contra 36 por cento na Alibaba. “A longo prazo, vemos oportunidades com o DuerOS e a Apollo, mas esperaríamos sinais mais claros de que ambos os segmentos estão decolando.”Tudo isso se traduz em um múltiplo de ação mais alto para a Tencent, operadora do WeChat, negociada a cerca de 34 vezes o lucro estimado do ano corrente. O múltiplo é superior aos 32 da Alibaba e os cerca de 17 da Baidu até sexta-feira vêm logo atrás. Das três, a gigante das buscas on-line tem a maior proporção de analistas monitorados pela Bloomberg com recomendação de manutenção: quase 28 por cento, contra 7 por cento no caso da Tencent e 2 por cento no da Alibaba.Na quinta-feira, a Baidu deverá registrar o menor ritmo de crescimento da receita desde o início de 2017, com 11,8 por cento. A receita líquida deverá cair 32 por cento, maior recuo desde o fim de 2016, quando um escândalo médico obrigou a empresa a mudar a forma de vender anúncios. As margens estão diminuindo porque a empresa está ampliando os investimentos em conteúdo para tentar atrair usuários para seu feed de notícias, para a plataforma de vídeos curtos Haokan e para o serviço iQiyi, estilo Netflix, disse Natalie Wu, analista do CICC, em nota a clientes.\--Com a colaboração de David Ramli.Repórter da matéria original: Lulu Yilun Chen em Hong Kong, ychen447@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Robert Fenner, rfenner@bloomberg.net, Edwin Chan, Peter ElstromFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Plano da China para integrar Hong Kong e Macau levanta dúvidas
    Bloomberg

    Plano da China para integrar Hong Kong e Macau levanta dúvidas

    (Bloomberg) -- O tão aguardado plano da China para criar uma megalópole com tecnologia de ponta à altura do Vale do Silício, na Califórnia, no litoral do sul do país gerou otimismo na comunidade empresarial de Hong Kong, embora alguns detalhes fundamentais ainda não estejam claros.O esquema para a Área da Grande Baía, que conectará as cidades litorâneas do sul da China com Hong Kong e Macau, uma das principais políticas do presidente Xi Jinping, apresentada pela primeira vez em 2017, deu impulso às bolsas após sua publicação na noite da segunda-feira. Segundo o plano, o governo transformaria a área em um dos principais centros de inovação do mundo, aumentaria a conectividade da infraestrutura e fortaleceria o papel de Hong Kong como centro internacional de finanças, exportações, comércio e negócios com o yuan offshore.Contudo, várias questões espinhosas foram deixadas fora do plano, como perguntas complexas sobre quais sistemas alfandegários, fiscais e jurídicos seriam impostos. Em Hong Kong, o conceito da Área da Grande Baía causa receios de que uma maior integração abale a estrutura de “um país, dois sistemas” que permite à cidade manter sistemas jurídicos, monetários e políticos diferentes dos da China comunista.“A imprecisão do documento de 11 capítulos sugere que as autoridades terão dificuldades para cumprir as metas da iniciativa”, disse Yue Su, economista para a China da Economist Intelligence Unit. “As dificuldades em definir reformas que promovam a causa da integração regional e que sejam aceitáveis para as autoridades em Guangdong, Hong Kong, Macau e o governo central serão o principal desafio.”Se tudo ocorrer conforme o planejado, os benefícios econômicos podem ser grandes: o HSBC Holdings afirma que a medida de unir as cidades de Hong Kong, Macau, Shenzhen e Guangzhou poderia estimular uma economia que movimenta US$ 1 trilhão e exporta mais que o Japão. O anúncio deu impulso às ações da região. As dos portos de Guangzhou, Zhuhai e Shenzhen Yan Tian atingiram o limite de alta diário de 10 por cento.No entanto, as principais empresas de tecnologia da China com sede em Shenzhen, que faz fronteira com Hong Kong, não fizeram seus futuros planos de crescimento em torno da Área da Grande Baía. Shenzhen se tornou uma meca da tecnologia asiática e abriga gigantes como a Tencent Holdings e a Huawei Technologies principalmente por causa de sua cultura industrial hipercompetitiva, e nem Hong Kong nem Macau são conhecidas como fontes de talentos globais da tecnologia.O plano divulgado na segunda-feira enfatizou a importância de manter a estrutura de “um país, dois sistemas”, que garante um alto grau de autonomia para Hong Kong e Macau. Mas também identificou a divergência de sistemas sociais, alfandegários e jurídicos como um desafio para o sucesso da Área da Grande Baía, sem dar detalhes sobre como eles seriam integrados.“Economicamente, uma espécie de indefinição dos limites da estrutura de ‘um país, dois sistemas’ é inevitável”, disse Sonny Lo, um professor de política da Universidade de Hong Kong que escreveu livros sobre a relação da cidade com Pequim. “Porém, considerando que Hong Kong e Macau têm diferenças jurídicas e políticas com a China, a estrutura de‘um país, dois sistemas’ será conservada.”\--Com a colaboração de Benjamin Robertson, Chloe Whiteaker, Jeanny Yu, Amy Li e Will Davies.Repórteres da matéria original: David Tweed em Hong Kong, dtweed@bloomberg.net;Yinan Zhao em Pequim, yzhao300@bloomberg.net;Edwin Chan em Hong Kong, echan273@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Daniel Ten Kate, dtenkate@bloomberg.net, Jeff Black, Allen WanFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Alibaba compra startup alemã de análise de dados
    Reuters

    Alibaba compra startup alemã de análise de dados

    BERLIM (Reuters) - O grupo chinês de comércio eletrônico Alibaba comprou a startup alemã de análise de dados Data Artisans, disse a empresa com sede em Berlim, em um acordo de cerca de 90 milhões de euros, segundo a mídia alemã. A transação marca a primeira aquisição completa por uma companhia chinesa no crescente mercado de empresas iniciantes de tecnologia de Berlim. No último acordo significativo, a Tencent Holdings , rival da Alibaba, participou de uma rodada de financiamento de 160 milhões de dólares para o banco online N26, em março de 2018. ...

  • Reuters

    Didi Chuxing lança serviços de crédito e crowdfunding em esforço para diversificação

    PEQUIM (Reuters) - A chinesa Didi Chuxing lançou uma série de produtos financeiros, incluindo crowdfunding e empréstimos, à medida que a empresa continua a se diversificar fora do ramo de negócios vinculados a transportes após um ano de escândalos de segurança. O movimento vem na esteira de uma reorganização em toda a empresa anunciada em dezembro, que visa melhorar a segurança em sua plataforma, assim como a eficiência operacional. Os novos produtos foram testados em 10 cidades e agora foram introduzidos em todo o país, disse a empresa nesta quarta-feira. ...

  • China sinaliza retomada de aprovações de videogames e impulsiona ações da Tencent
    Reuters

    China sinaliza retomada de aprovações de videogames e impulsiona ações da Tencent

    Por Pei Li e Adam Jourdan PEQUIM/XANGAI (Reuters) - As ações da Tencent Holdings subiram nesta sexta-feira depois que uma autoridade reguladora chinesa disse que alguns novos videogames foram liberados para a venda, encerrando um longo congelamento nas aprovações que assustou os maiores atores no maior mercado de jogos digitais do mundo. Feng Shixin, um alto funcionário do Departamento de Propaganda do Partido Comunista, afirmou em um discurso durante conferência de videogames na cidade de Haikou, que um primeiro lote de aprovações para jogos foi finalizado. ...

  • Chinesa Tencent Music levanta cerca de US$1,1 bi em IPO nos EUA
    Reuters

    Chinesa Tencent Music levanta cerca de US$1,1 bi em IPO nos EUA

    Por Joshua Franklin e Julia Fioretti NOVA YORK/HONG KONG (Reuters) - A empresa de transmissão de música Tencent Music Entertainment levantou cerca de 1,1 bilhão de dólares em uma oferta pública inicial (IPO) de ações, após precificar os papéis no piso da faixa indicativa. O braço musical da gigante de jogos e redes sociais Tencent Holdings precificou os American Depositary Receipts (ADRs) em 13 dólares por ação, no piso da faixa de 13 a 15 dólares, disse em um comunicado à bolsa de Hong Kong. ...

  • Trump pode derrubar império erguido por presidente da Huawei
    Bloomberg

    Trump pode derrubar império erguido por presidente da Huawei

    (Bloomberg) -- Na enorme sede da Huawei Technologies em Shenzhen, as paredes do refeitório são decoradas com frases do fundador e presidente Ren Zhengfei. O laboratório de pesquisas lembra a Casa Branca, em Washington. No local, há um lago onde vivem três cisnes negros.

  • China monta comitê para analisar videogames, alimenta esperanças de novas aprovações
    Reuters

    China monta comitê para analisar videogames, alimenta esperanças de novas aprovações

    PEQUIM (Reuters) - Autoridades chinesas montaram um comitê de ética em videogames online que já analisou 20 títulos, informou a mídia estatal, aumentando as esperanças de que o governo esteja se preparando para retomar um processo de aprovação que está congelado há quase um ano. A China, maior mercado de videogames do mundo, parou de aprovar novos títulos em março, em meio a uma reforma regulatória, desencadeada pelas crescentes críticas aos jogos por serem violentos e causarem miopia, além do vício entre os jovens usuários. ...

  • Prisão de diretora da Huawei no Canadá gera indignação na China
    Bloomberg

    Prisão de diretora da Huawei no Canadá gera indignação na China

    (Bloomberg) -- A diretora financeira da Huawei Technologies foi presa no Canadá por possíveis violações das sanções dos EUA ao Irã, provocando indignação da China e complicando as negociações comerciais espinhosas em um momento em que elas estão entrando em um ponto crítico.

  • Bloomberg

    Bilionário da robótica estuda IPO para humanizar suas máquinas

    (Bloomberg) -- O chinês James Zhou, bilionário da robótica, conquistou uma vitória neste ano quando a Tencent Holdings ajudou a financiar sua startup com uma avaliação de US$ 5 bilhões. Mas Zhou já está correndo atrás de mais dinheiro. O objetivo? Tornar seus robôs que cantam, dançam e ensinam ioga mais realistas.

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    Tencent Music estuda abrir capital nos EUA em dezembro: Fontes

    (Bloomberg) -- A Tencent Music Entertainment Group, braço de música on-line da maior empresa de redes sociais da China, trabalha com a possibilidade de começar a receber pedidos de investidores em 4 de dezembro para sua planejada abertura de capital nos EUA, segundo pessoas informadas sobre o assunto.