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  • Folhapresshá 11 horas

    Números do mercado financeiro

    DÓLAR compra/venda Câmbio livre BC - R$ 3,8809 / R$ 3,8815 ** Câmbio livre mercado - R$ 3,901 / R$ 3,903 * Turismo - R$ 3,74 / R$ 4,06 (*) cotação média do mercado (**) cotação do Banco Central Variação do câmbio livre mercado no dia: 2,68% OURO BM&F; R$ 163,000 BOLSAS Bovespa (Ibovespa) Variação: -3,10% Pontos: 93.735 Volume financeiro: R$ 20,032 bilhões Maiores altas: Suzano Papel ON (1,19%), Kroton ON(0,37%), Telefonica Brasil (-0,13%) Maiores baixas: B2W Digital ON (-9,09%), Lojas Americanas PN (-8,10%), Natura ON (-7,78%) Dow Jones (Nova York): -1,77% Nasdaq (Nova York): -2,50% CAC 40 (Paris): -2,03% Dax 30 (Frankfurt): -1,61% Financial 100 (Londres): -2,01% Nikkei 225 (Tóquio): 0,09% Hang Seng (Hong Kong): 0,14% Shanghai Composite (Xangai): 0,09% Merval (Buenos Aires): -3,97% IPC (México): -2,22% ÍNDICES DE INFLAÇÃO IPCA/IBGE Fevereiro 2018: 0,32% Março 2018: 0,09% Abril 2018: 0,22% Maio 2018: 0,40% Junho 2018: 1,26% Julho 2018: 0,33% Agosto 2018: -0,09% Setembro 2018: 0,48% Outubro 2018: 0,45% Novembro 2018: -0,21% Dezembro 2018: 0,15% Janeiro 2019: 0,32% Fevereiro 2019: 0,43% INPC/IBGE Fevereiro 2018: 0,18% Março 2018: 0,07% Abril 2018: 0,21% Maio 2018: 0,43% Junho 2018: 1,43% Julho 2018: 0,25% Agosto 2018: 0,00% Setembro 2018: 0,30% Outubro 2018: 0,40% Novembro 2018: -0,25% Dezembro 2018: 0,14% Janeiro 2019: 0,36% Fevereiro 2019: 0,54% IPC/Fipe Fevereiro 2018: -0,42 Março 2018: 0,00% Abril 2018: -0,03% Maio 2018: 0,19% Junho 2018: 1,01% Julho 2018: 0,23% Agosto 2018: 0,41% Setembro 2018: 0,39% Outubro 2018: 0,48% Novembro 2018: 0,15% Dezembro 2018: 0,09% Janeiro 2019: 0,58% Fevereiro 2019: 0,54% IGP-M/FGV Fevereiro 2018: 0,07% Março 2018: 0,64% Abril 2018: 0,57% Maio 2018: 1,38% Junho 2018: 1,87% Julho 2018: 0,51% Agosto 2018: 0,70% Setembro 2018: 1,52% Outubro 2018: 0,89% Novembro 2018: -0,49% Dezembro 2018: -1,08% Janeiro 2019: 0,01% Fevereiro 2019: 0,88% IGP-DI/FGV Fevereiro 2018: 0,15% Março 2018: 0,56% Abril 2018: 0,93% Maio 2018: 1,64% Junho 2018: 1,48% Julho 2018: 0,44% Agosto 2018: 0,68% Setembro 2018: 1,79% Outubro 2018: 0,26% Novembro 2018: -1,14% Dezembro 2018: -0,45% Janeiro 2019: 0,07% Fevereiro 2019: 1,25% SALÁRIO MÍNIMO Janeiro 2019: R$ 998,00

  • Ibovespa fecha em queda de mais de 3% com exterior desfavorável e cenário político no radar
    Reutershá 12 horas

    Ibovespa fecha em queda de mais de 3% com exterior desfavorável e cenário político no radar

    SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa paulista caiu mais de 3 por cento nesta sexta-feira, diante do crescente temor de recessão global e de maior pessimismo com o andamento da reforma da Previdencia. O Ibovespa fechou em queda de 3,10 por cento, a 93.735,15 pontos, menor patamar de fechamento desde 11 de janeiro. Na semana o índice acumulou perda de 5,45 por cento. O giro financeiro da sessão somou 20 bilhões de reais. Para Jefferson Laatus, sócio fundador do Grupo Laatus, a cautela já vinha predominando e foi intensificada pelo cenário político. ...

  • Reutershá 16 horas

    Cemig amplia fatia na Renova e fará oferta por papéis restantes; ações disparam

    SÃO PAULO (Reuters) - A elétrica mineira Cemig informou que fechou contrato para ampliar sua fatia na Renova Energia, empresa de geração limpa na qual é sócia, com uma previsão ainda de lançar uma oferta pública para a aquisição das demais ações da companhia em circulação. O movimento, anunciado na noite de quinta-feira em fato relevante, fez as ações da empresa dispararem mais de 50 por cento. Simultanemente, a Cemig disse também na nota que a Renova aprovou a venda de seu complexo eólico Alto Sertão III para a AES Tietê, sem informar valores envolvidos na negociação. ...

  • Reutershá 18 horas

    Cyrela vê cenário mais desafiador em 2019 para geração de caixa, diz executivo

    SÃO PAULO (Reuters) - A Cyrela vê um cenário mais desafiador este ano para geração de caixa em função de desembolsos maiores com marketing, obras e terrenos com a retomada de lançamentos, disseram nesta sexta-feira executivos da construtora e incorporadora. "A geração de caixa ainda vai ser positiva, mas um pouco mais desafiadora... Ainda assim, vamos continuar distribuindo dividendos", afirmou o diretor financeiro da Cyrela, Miguel Maia Mickelberg, em teleconferência com analistas e investidores sobre os resultados do quarto trimestre. ...

  • Índice cai 2% com preocupações sobre Previdência e exterior negativo
    Reutershá 18 horas

    Índice cai 2% com preocupações sobre Previdência e exterior negativo

    Por Stefani Inouye SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa operava em queda forte por cento nesta sexta-feira, com as incertezas sobre o andamento da reforma da Previdência se intensificando após a prisão do ex-presidente Michel Temer na véspera, enquanto as principais praças no exterior recuavam com o ressurgimento das preocupações sobre o crescimento econômico global. Às 11:58, o Ibovespa caía 2,09 por cento, a 94.707,11 pontos. No pior momento do pregão, o indicador chegou a perder 2,43 por cento. O volume financeiro somava 5,8 bilhões reais. ...

  • Brasil emite US$1,5 bi em títulos de 10 anos, com taxa de 4,7%, diz Tesouro
    Reutersontem

    Brasil emite US$1,5 bi em títulos de 10 anos, com taxa de 4,7%, diz Tesouro

    Por José de Castro SÃO PAULO (Reuters) - O governo brasileiro emitiu 1,5 bilhão de dólares em bônus Global 2029, com rendimento de 4,7 por cento ao ano, informou o Tesouro Nacional nesta quinta-feira, na primeira investida no mercado internacional de renda fixa em mais de um ano. Mais cedo, o IFR, serviço de informações financeiras da Thomson Reuters, já havia antecipado esse volume. A emissão dos títulos de 10 anos teve cupom de 4,5 por cento e spread de 215,8 pontos-base acima dos Treasuries, títulos do Tesouro americano. Os papéis saíram com preço de 98,385 por cento do valor de face. ...

  • Ibovespa fecha com queda de 1,34% após prisão de Temer e preocupações com Previdência
    Reutersontem

    Ibovespa fecha com queda de 1,34% após prisão de Temer e preocupações com Previdência

    SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa paulista fechou no vermelho nesta quinta-feira, após a prisão do ex-presidente Michel Temer aumentar preocupações de que episódio dificulte ainda mais o andamento da reforma da Previdência. O Ibovespa encerrou com queda de 1,34 por cento, a 96.729,08 pontos, após atingir 95.456,28 pontos na mínima. O giro financeiro da sessão somou 17,9 bilhões de reais. Para o economista-chefe da Guide Investimentos, Victor Candido, o forte movimento do índice foi decorrente do noticiário doméstico. ...

  • Ibovespa recua com preocupação sobre Previdência após prisão de Temer
    Reutersanteontem

    Ibovespa recua com preocupação sobre Previdência após prisão de Temer

    Por Stefani Inouye SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista mostrava queda nesta quinta-feira, com exterior misto e cenário doméstico dominado por preocupações sobre a tramitação da reforma da Previdência após envio do texto sobre alteração da aposentadoria dos militares ao Congresso e prisão do ex-presidente Michel Temer. Às 12:04, o Ibovespa caía 1,36 por cento, a 96.705,03 pontos. O volume financeiro somava 5,79 bilhões de reais. Para o analista de investimento Felipe Silveira, da Coinvalores, o clima de cautela pautava o movimento nos mercados externo e doméstico. ...

  • Ibovespa recua com incertezas sobre Previdência e exterior misto
    Reutersanteontem

    Ibovespa recua com incertezas sobre Previdência e exterior misto

    Por Stefani Inouye SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista mostrava queda nesta quinta-feira, com exterior misto e cenário doméstico dominado por incertezas sobre a tramitação da reforma da Previdência após envio do texto sobre alteração a aposentadoria dos militares ao Congresso. Às 11:43, o Ibovespa caía 1,65 por cento, a 96.425,2 pontos. O volume financeiro somava 4,54 bilhões de reais. Para o analista de investimento Felipe Silveira, da Coinvalores, o clima de cautela pautava o movimento nos mercados externo e doméstico. ...

  • Ibovespa fecha em queda de 1,55% com cautela em dia de agenda cheia
    Reutersanteontem

    Ibovespa fecha em queda de 1,55% com cautela em dia de agenda cheia

    SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice acionário da bolsa paulista recuou nesta quarta-feira, com agentes repercutindo a entrega do texto da reforma da Previdência dos militares ao Congresso e pela decisão de política monetária do Federal Reserve. O Iboespa fechou em queda de 1,55 por cento, a 98.041,37 pontos. O giro financeiro da sessão somou 16,98 bilhões de reais. Para Rodrigo Zauner, sócio da SVN Investimentos, as atenções se dividiram entre a decisão de política monetária do Fed e o encaminhamento da reforma da aposentadoria dos militares ao Congresso. "Cautela. ...

  • Ibovespa cai 1,3% em dia de agenda cheia e exterior misto
    Reutershá 3 dias

    Ibovespa cai 1,3% em dia de agenda cheia e exterior misto

    SÃO PAULO (Reuters) - O índice acionário Ibovespa encerrou em queda nesta quarta-feira marcado pela cautela dos investidores diante de agenda econômica cheia e cenário exterior misto, após decisão de política monetária do Federal Reserve. Referência do mercado de ações brasileiro, o Ibovespa caiu 1,3 por cento, a 98.292,20 pontos, de acordo com dados preliminares. O volume financeiro da sessão alcançava 15,5 bilhões de reais. (Por Stéfani Inouye)

  • Ibovespa recua com cautela antes de Fed e de olho em Previdência
    Reutershá 3 dias

    Ibovespa recua com cautela antes de Fed e de olho em Previdência

    Por Stefani Inouye SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista recuava nesta quarta-feira, enquanto investidores aguardavam mais novidades sobre o andamento da reforma da Previdência e o fim de uma reunião de política monetária de dois dias do Federal Reserve. Às 11:37, o Ibovespa caía 0,3 por cento, a 99.292,1 pontos. O volume financeiro era de 3,57 bilhões de reais. Para Felipe Bevilacqua, economista-chefe da consultoria independente de investimentos Levante, o movimento do índice deve-se ao clima de cautela presente nos mercados. ...

  • Cautela custa aos estrangeiros a maior parte do rali Brasil
    Bloomberghá 3 dias

    Cautela custa aos estrangeiros a maior parte do rali Brasil

    (Bloomberg) -- O rali nos ativos brasileiros que levou a bolsa a um marco histórico deixou de fora muitos investidores estrangeiros que estavam reticentes com a euforia dos mercados. Agora, pode ser tarde demais para pegar o bonde.

  • Ibovespa fecha no vermelho com cautela antes de reunião do Fed e Previdência
    Reutershá 3 dias

    Ibovespa fecha no vermelho com cautela antes de reunião do Fed e Previdência

    SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa paulista fechou em queda nesta terça-feira, um dia depois de ter superado a marca dos 100 mil pontos pela primeira vez na história, com expectativas sobre o andamento da reforma da Previdência e investidores à espera da reunião de política monetária do Federal Reserve. O Ibovespa encerrou com queda de 0,41 por cento, a 99.588,37 pontos. O giro financeiro da sessão somou 17,6 bilhões de reais. Para o analista da Genial Investimentos Filipe Villegas, o movimento deve-se a uma realização de lucros por parte dos agentes financeiros. ...

  • Bolsa encosta em 100 mil pontos e fecha em nível recorde
    Agência Brasilhá 4 dias

    Bolsa encosta em 100 mil pontos e fecha em nível recorde

    Em um dia de otimismo no mercado financeiro, a bolsa de valores bateu recorde e encostou em 100 mil pontos. O dólar caiu para o menor valor em duas semanas. O indicador Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou esta segunda-feira (18) em 99.994 pontos, com alta de 0,86%. Durante a tarde, o indicador chegou a superar os 100 mil pontos, cedendo nos momentos finais de negociação.No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou vendido a R$ 3,792, com recuo de R$ 0,029 (-0,76%. Em queda pela segunda sessão consecutiva, a divisa está no valor mais baixo desde 1º de março, quando tinha encerrado em R$ 3,78.Bovespa bate recorde \- Reuters/Direitos ReservadosEsta semana é marcada por decisões importantes na economia, tanto no cenário interno como no exterior. No Brasil, o governo entregará, na quarta-feira (20), a proposta de reforma nas aposentadorias e pensões dos militares. Também nesta semana, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados começa a discutir a reforma da Previdência.O Comitê de Política Econômica do Banco Central (Copom) decide, também na quarta-feira, a taxa Selic (juros básicos da economia). Essa será a primeira reunião coordenada pelo novo presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.Também na quarta, o Federal Reserve (Fed), Banco Central dos Estados Unidos, decide os juros da maior economia do mundo.

  • Ibovespa supera 100 mil pts pela 1ª vez com otimismo com reforma, mas desacelera no final
    Reutershá 4 dias

    Ibovespa supera 100 mil pts pela 1ª vez com otimismo com reforma, mas desacelera no final

    SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa paulista fechou em alta nesta segunda-feira, chegando a superar pela primeira vez a marca dos 100 mil pontos, diante do otimismo com o andamento da reforma da Previdência e viés de alta para ativos emergentes no exterior. Após perder fôlego no final, o Ibovespa fechou com avanço de 0,86 por cento, a 99.993,92 pontos. Na máxima, bateu os 100.037,69 pontos. O giro financeiro da sessão somou 27,8 bilhões de reais. ...

  • Ibovespa supera 100 mil pontos e pode ir além com reforma da Previdência
    Reutershá 4 dias

    Ibovespa supera 100 mil pontos e pode ir além com reforma da Previdência

    Por Paula Arend Laier SÃO PAULO (Reuters) - E o Ibovespa chegou lá. Depois de ameaçar em algumas sessões, foi nesta segunda-feira que o índice de referência do mercado acionário brasileiro alcançou o almejado patamar dos 100 mil pontos, embalado em boa parte por perspectivas otimistas para a pauta de reformas no país. Às 14:51, o principal índice de ações da B3 avançava 0,91 por cento, a 100.025 pontos. Na máxima, bateu 100.037 pontos. No ano, o Ibovespa acumula alta de cerca de 18 por cento. ...

  • Dólar fecha abaixo de R$3,80, na mínima em 2 semanas, com otimismo sobre Previdência
    Reutershá 5 dias

    Dólar fecha abaixo de R$3,80, na mínima em 2 semanas, com otimismo sobre Previdência

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou em queda nesta segunda-feira, no menor patamar em cerca de duas semanas, influenciado pelo ambiente de otimismo no mercado brasileiro diante das discussões sobre a reforma da Previdência, em meio à maior expectativa de ingressos de recursos ao país. O dólar à vista terminou em baixa 0,76 por cento, a 3,7916 reais na venda. É o patamar mais baixo desde o último dia 5 (3,7803 reais). Na B3, a referência para o dólar futuro cedia 0,55 por cento, a 3,7945 reais. O real teve um desempenho superior a seus pares emergentes. ...

  • Ibovespa fecha em alta após superar 100 mil pontos com expectativas sobre reformas e exterior
    Reutershá 5 dias

    Ibovespa fecha em alta após superar 100 mil pontos com expectativas sobre reformas e exterior

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta nesta segunda-feira, após atingir 100 mil pontos pela primeira vez durante a sessão, favorecido por expectativas positivas sobre o andamento da reforma da Previdência, além do viés de alta nos ativos de risco no exterior. O Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,7 por cento, a 99.828.67 pontos, segundo dados preliminares, tendo alcançado 100.037,69 pontos na máxima. O volume financeiro alcançava 26,4 bilhões de reais. (Por Stéfani Inouye)

  • Entenda o Caso Bettina, a jovem "Tia Patinhas" brasileira que virou meme
    Canaltechhá 5 dias

    Entenda o Caso Bettina, a jovem "Tia Patinhas" brasileira que virou meme

    Nos últimos dias, a internet só falou de um assunto: a fortuna de Bettina. Com 22 anos, ela diz ter transformado R$ 1,5 mil em R$ 1,42 milhão em três anos. O "feito" acabou virando meme e a rentabilidade foi refutada por economistas e por cálculos do Canaltech

  • Com Ibovespa nos 100.000, Berg diz que rali está só começando
    Bloomberghá 5 dias

    Com Ibovespa nos 100.000, Berg diz que rali está só começando

    (Bloomberg) -- O Ibovespa provavelmente subirá para 150.000 pontos até o final do próximo ano, de acordo com Bernd Berg, estrategista da Woodman Asset Management em Zug, Suíça. Ele disse que o otimismo em relação à aprovação da reforma da Previdência de Jair Bolsonaro estimulará a entrada de capitais no Brasil. A taxa de crescimento do país pode subir acima de 3% nos próximos anos, recuperando-se da pior recessão do país em 2015 e 2016, de acordo com Berg."O rali das ações brasileiras deve acelerar neste verão", disse Berg. “A reforma da Previdência seria um grande impulso e um novo ímpeto para uma segunda etapa de ganhos.”Berg previu alguns mergulhos importantes dos mercados brasileiros. Em julho de 2015, ele previu um selloff recorde na época. No final de setembro, Berg recomendou que os investidores comprassem ações do país antes do primeiro turno, apostando na vitória de Bolsonaro. O índice de referência das ações subiu 37% em termos de dólar desde então. Ainda assim, a abordagem cautelosa de Berg ao Brasil durante a maior parte do governo de Michel Temer fez com que ele perdesse parte do rali.As ações brasileiras subiram 16% desde que Bolsonaro assumiu o cargo em 1º de janeiro. O capitão reformado do Exército, às vezes chamado de "Trump dos Trópicos", deve se reunir com seu colega americano, Donald Trump, nesta terça-feira em Washington.Para contatar o editora responsável por esta notícia: Marisa Castellani, mcastellani7@bloomberg.netRepórter da matéria original: Ben Bartenstein em Lima, bbartenstei3@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Philip Sanders, psanders@bloomberg.net, Alec D.B. McCabeFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Justiça manda Vale parar atividades em mais duas barragens de MG
    Reutershá 5 dias

    Justiça manda Vale parar atividades em mais duas barragens de MG

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A 1ª Vara Cível da Comarca de Itabira (MG) atendeu pedido do Ministério Público de Minas Gerais para que a Vale suspenda as atividades nas barragens Dique Minervino e Dique Cordão Nova Vista, até apresentação de nova declaração de estabilidade, de acordo com decisão judicial vista pela Reuters nesta segunda-feira. Segundo a mineradora, a determinação judicial sobre as duas barragens "não tem impacto significativo nas operações da Mina Cauê, pois a Vale passou a direcionar a descarga da usina de Cauê para outras estruturas, que não interferem nos referidos diques". ...

  • Para BlackRock, bolsas emergentes vão recuperar perdas de 2018
    Bloomberghá 5 dias

    Para BlackRock, bolsas emergentes vão recuperar perdas de 2018

    (Bloomberg) -- Gordon Fraser, gestor da BlackRock que recomendou ações de empresas brasileiras logo antes da disparada do Ibovespa por causa das eleições no final do ano passado, agora aposta que as bolsas de países emergentes vão recuperar neste ano boa parte do que perderam em 2018.Com a desaceleração da economia global, o banco central americano (Federal Reserve) dificilmente subirá a taxa básica de juros em 2019, levando à depreciação do dólar e à entrada de dinheiro nos emergentes, prevê Fraser. Ele espera valorização de ações de empresas que se beneficiam do enfraquecimento do dólar e de companhias que ganham com a melhora da economia chinesa.“Os mercados vão recuperar a maior parte, se não todas, as perdas do ano passado”, projetou Fraser, que trabalha em Hong Kong e ajuda a administrar aproximadamente US$ 40 bilhões em ações de países emergentes. “Todos os principais desafios que os mercados emergentes enfrentaram no ano passado foram superados e a liquidez global voltou a ficar a favor dos mercados emergentes.”Ele citou entre os sinais de melhora dessa liquidez o estreitamento do diferencial de juros entre EUA e outros países, cortes de juros ou discussões sobre essa possibilidade pelas autoridades monetárias e também as medidas de apoio à economia lançadas pelo governo chinês. Além disso, os riscos associados à guerra comercial entre EUA e China diminuíram.Fraser gosta de comprar ativos quando ocorre uma crise. Ele comprou ações brasileiras em junho e julho e sua carteira no País registrou forte ganho após a vitória do presidente Jair Bolsonaro, em outubro. Na Turquia, ele reduziu posições meses antes do colapso da lira em 2018.O principal fundo de Fraser entregou retorno total anualizado de 18 por cento nos últimos três anos, enquanto o principal índice que acompanha bolsas emergentes avançou 15 por cento. Desde o meio do ano passado, Fraser fez três grandes mudanças nos fundos: reforçou apostas em países que se beneficiam com o dólar fraco, comprou ações que devem avançar com a recuperação econômica da China e priorizou ações de empresas de rápido crescimento, em detrimento daquelas focadas em valor.Dólar fraco como tema de investimentoAs ações de países emergentes são "altamente correlacionadas" com moedas e títulos de dívida, portanto ações de empresas voltadas para a economia doméstica se beneficiam com a desvalorização do dólar, acrescentou Fraser. Ele adquiriu ações de instituições financeiras no México, Argentina e Indonésia por causa deste tema. O peso argentino e a lira turca foram as moedas de pior desempenho no ano passado entre as nações em desenvolvimento.“Quando uma moeda se enfraquece ou o rendimento dos títulos sobe, geralmente as ações caem”, disse Fraser. “Portanto, se ficamos otimistas em relação a alguma moeda, primeiramente uma maneira perfeita de expressar isso é por meio de uma ação. Os principais fatores por trás do dólar no ano passado não estão mais lá.”Fraser também aumentou a exposição a ações chinesas, após manter uma alocação substancialmente menor no início do ano passado. Ele citou a potencial aceleração da atividade econômica na esteira de diversas medidas de apoio adotadas pelo governo e pelo banco central local. Os fundos dele investiram mais em ações de empresas de tecnologia e focadas no consumidor chinês.Os fundos também reduziram posições em empresas de energia e matérias-primas, mas aumentaram a alocação em ações de tecnologia, saúde e consumo discricionário.Repórteres da matéria original: Abhishek Vishnoi em Cingapura, avishnoi4@bloomberg.net;Lilian Karunungan em Singapore, lkarunungan@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Divya Balji, dbalji1@bloomberg.net, Joanna Ossinger, Tomoko YamazakiFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Ibovespa inicia semana em alta com exterior positivo e Previdência no radar
    Reutershá 5 dias

    Ibovespa inicia semana em alta com exterior positivo e Previdência no radar

    SÃO PAULO (Reuters) - A bolsa paulista mostrava ganhos nesta segunda-feira, em meio a cenário de maior apetite por ativos de risco no exterior, enquanto investidores permaneciam no aguardo da tramitação da proposta da reforma da Previdência. Às 11:56, o Ibovespa subia 0,51 por cento, a 99.623,24 pontos. O volume financeiro era de 8,46 bilhões de reais. Também no radar estava a viagem do presidente Jair Bolsonaro para Washington, com os agentes financeiros de olho em um possível acordo de investimento entre Brasil e EUA. ...

  • Governo lança edital de estudos para concessão de 22 aeroportos
    Agência Brasilhá 5 dias

    Governo lança edital de estudos para concessão de 22 aeroportos

    O Ministério da Infraestrutura publicou hoje (18) no Diário Oficial da União edital de chamamento público para interessados em realizar estudos técnicos para a concessão de 22 aeroportos em todo o país. Por meio de sua conta na rede social Twitter, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, confirmou a publicação.“Conforme anunciado após sucesso do primeiro leilão de aeroportos em blocos, publicamos hoje no Diário Oficial da União o edital de chamamento para mais uma rodada de concessão de 22 terminais aeroportuários”.Freitas destacou que os projetos serão estruturados em três blocos: Bloco Sul, composto pelos aeroportos de Curitiba, Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS); Bloco Nortes, composto pelos terminais de Manaus, Porto Velho (RO), Rio Branco, Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista; e Bloco Central, composto pelos aeroportos de Goiânia, São Luís, Teresina, Palmas, Petrolina (PE) e Imperatriz (MA).Governo leiloa 12 aeroportos brasileiros, na sede da B3 (Bovespa), em São Paulo, divididos em três blocos: Nordeste; Sudeste e Centro-Oeste. - Rovena Rosa/Agência Brasil “O presente edital tem por objetivo chamar pessoas físicas ou jurídicas de direito privado interessadas na apresentação de projetos, levantamentos, investigações e estudos (estudos técnicos) que subsidiem a modelagem da concessão para a expansão, exploração e manutenção dos aeroportos objeto deste chamamento público de estudos”, diz o texto.Na semana passada, o leilão de 12 aeroportos, na B3, com ágio de 986%, superou a outorga estipulada pelo governo de R$ 2,1 bilhões. No total, os lances pelos três blocos somaram R$ 2,377 bilhões. Os terminais estão localizados nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, e, juntos, recebem 19,6 milhões de passageiros por ano, o que equivale a 9,5% do mercado nacional de aviação.