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Zuckerberg se junta a Musk na 'batalha' contra a Apple

Zuckeberg aproveita críticas de Musk para tecer seus próprios comentários sobre políticas da Apple (AP Photo/Mark Lennihan)
Zuckeberg aproveita críticas de Musk para tecer seus próprios comentários sobre políticas da Apple (AP Photo/Mark Lennihan)
  • CEO da Meta criticou o controle ferrenho da Apple sobre seus dispositivos;

  • Segundo Musk, Apple teria ameaçado retirar o Twitter de sua App Store;

  • Zuckerberg afirmou que política da Apple resulta em um conflito de interesses.

Mark Zuckerberg, fundador e diretor-executivo da Meta, empresa controladora do Facebook, WhatsApp e Instagram, se uniu ao ataque de Elon Musk à Apple. Ambos chefes de empresas de mídia social fizeram críticas sobre o forte controle que a criadora do iPhone tem sobre o que é permitido em seus dispositivos.

No início da semana Musk atacou a Apple por taxar toda compra digital feita no iPhone, por ter parado de anunciar no Twitter e por ter sugerido retirar o Twitter da App Store. Sobre essa última afirmação, nem o bilionário nem a empresa gerida por Tim Cook fizeram novos comentários, nas redes sociais já foram deletadas da App Store no passado por não moderar apropriadamente seu conteúdo.

Zuckerberg então se juntou ao ataque, afirmando que o "controle de plataforma" da Apple permite que eles defendam seus próprios interesses. Para o também bilionário criador do Facebook, "as empresas terem que disponibilizar seus aplicativos exclusivamente por meio de plataformas controladas por seus concorrentes" é um conflito de interesses.

O CEO da Meta também afirmou que a Apple é a única empresa “que está tentando controlar, unilateralmente, quais aplicativos entram no dispositivo e não acho que seja sustentável ou um bom lugar para se estar”. Em contraste, os celulares com sistemas operacionais da Microsoft e da Google permitem a instalação de aplicativos sem que tenham sido baixados por suas respectivas lojas de aplicativos.

Repetidamente a Apple defende sua política, afirmando que as taxas cobradas de cada compra são necessários para financiar sua moderação rígida, que avalia todos aplicativos que entram em sua App Store, e que permitir o chamado sideload, a instalação de aplicativos por fora da loja oficial, enfraqueceria a segurança.

A Meta, de Zuckerberg, teve alguns problemas com a Apple nos últimos anos. O ATT, ou Transparência de Rastreamento de Aplicativos, lançado pela desenvolvedora do iPhone tornou mais difícil que os desenvolvedores obtivessem informações de uso dos telefones, diminuindo significativamente as receitas de publicidade da Meta, que perdeu bilhões como resultado.