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Zoom vai pagar R$ 415 milhões para compensar usuários por 'zoombombing'; entenda

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Over the shoulder view of young man sitting at his home office desk and gesturing while video chatting with a friend via laptop.
Over the shoulder view of young man sitting at his home office desk and gesturing while video chatting with a friend via laptop.
  • Invasão de chamadas de vídeo se tornaram um problema recorrente na plataforma;

  • Empresa aceitou fazer um acordo após ação coletiva dos usuários;

  • Zoom prometeu ainda melhorar privacidade e segurança da plataforma.

A empresa de tecnologia Zoom vai ter que pagar pagar R$ 415 milhões (US$ 85 milhões) a usuários por violar direitos de privacidade ao compartilhar dados pessoais com Facebook, Google e LinkedIn, além de permitir que reuniões fossem interrompidas por grupos hackers, prática que ficou conhecida como 'zoombombing'.

O pagamento decorre de uma ação coletiva movida em 2020 na Justiça norte-americana por usuários da plataforma, incluindo um grupo de religiosos, que alegavam que a empresa havia violado sua privacidade e segurança.

As mudanças em suas práticas de negócios serão projetadas para "melhorar a segurança das reuniões, reforçar as divulgações de privacidade e proteger os dados do consumidor".

Ao The Guardian, um dos advogados que representam a Zoom, Mark Molumphy, classificou o acordo como "inovador". Em comunicado, disse que a empresa "implementaria práticas de privacidade que, daqui para frente, ajudarão a garantir que os usuários estejam seguros e protegidos".

Entenda o “zoombombing”

O chamado "zoombombing" é o ato de invadir uma chamada com o único objetivo de interrompê-la compartilhando conteúdos indevidos. Invasões desse tipo se multiplicaram com as atividades remotas em função do isolamento social provocado pela pandemia.

Os participantes desses ataques normalmente querem apenas tumultuar os encontros, sem outros objetivos mais temerários, mas há inúmeros registros de propagação de conteúdos racistas, especialmente em encontros escolares.

Em abril de 2020, o CEO e fundador do Zoom, Eric Yuan, chegou a se desculpar por incidentes do tipo. Ele afirmou que a empresa não estava preparada para a explosão de usuários novatos, mais desatentos em relação a padrões de segurança. “Foi um erro e uma lição aprendida,” disse à época. Um ano depois pode-se dizer que a lição não foi aprendida por todos.

Na prática, as ações colocas em prática até o momento para evitar o zoombombing são paliativas. Basicamente, a plataforma permite regras de configurações para gerenciamento de participantes, de compartilhamento de tela e uso de sala de espera para barrar participantes indesejáveis.

Apesar de ter nascido da palavra, a plataforma apenas paga o preço da fama, já que esse tipo de ataque pode ser dar em qualquer ambiente de videoconferência. Pode acontecer um "zoombombing" numa reunião do Meet (Google), Teams (Microsoft) ou WebEx (Cisco).

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