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Zoom japonesa processa em R$ 481 milhões a ‘xará’ americana

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A Zoom, do Japão, está processando a gigante de videoconferência dos EUA de mesmo nome porque deseja proteger sua marca (REUTERS/Dado Ruvic/Illustration) (REUTERS)
  • Empresa japonesa processa a gigante americana por uso do mesmo nome

  • Zoom Corp foi fundada em 1983 e produz equipamentos para gravação

  • Zoom, dos EUA, pode ter infringido regras de direitos de uso de marca registrada

A Zoom, fabricante japonesa de equipamentos de gravação com capitalização de mercado de 9,6 bilhões de ienes (R$ 481 milhões), está processando a gigante de videoconferência dos EUA de mesmo nome porque deseja proteger sua marca, mas não pedirá indenização.

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Em um comunicado perante a Bolsa de Valores de Tóquio na terça-feira, a Zoom Corp. disse que entrou com uma ação contra a Zoom Video Communications Inc. no Tribunal Distrital de Tóquio. A empresa, que tem 95 funcionários, disse que não tem interesse em um acordo porque quer ter sua marca registrada protegida legalmente.

Zoom Corp foi fundada em 1983

A pesquisa do Google por Zoom em japonês traz uma coleção de resultados para a unidade japonesa do site de videoconferência dos EUA, com uma página da Wikipedia listada como “Zoom (fabricante de instrumentos)” enterrada entre os resultados. A Zoom Corp. foi fundada em 1983 e está listada na bolsa Jasdaq.

É uma de uma safra de empresas com nomes semelhantes que estavam sujeitas a confusão quando as pessoas recorreram ao seu irmão gêmeo americano para navegar nos primeiros dias da pandemia do coronavírus.

O Zoom japonês disse que “vários” escritórios de advocacia especializados em propriedade intelectual informaram que há uma grande chance de que o fornecimento de serviços de videoconferência da americana Zoom aos consumidores infrinja seus direitos de marca registrada.