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Zolpidem | Chovem relatos nas redes sociais sobre perigos de efeitos colaterais

Você já ouviu falar do hemitartarato de zolpidem? Trata-se de um remédio para dormir, que tem protagonizado uma série de relatos nas redes sociais — que envolvem alucinações e comportamentos fora do convencional, que os usuários só descobrem ter tido no dia seguinte, ao acordar.

Enquanto as histórias, por si só, preocupam os especialistas, os números tornam a situação ainda mais alarmante: entre 2012 e 2021, o número de caixas comercializadas subiu 676%, segundo dados fornecidos pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) e pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Segundo as informações divulgadas, entre janeiro e junho deste ano, 10,6 milhões de caixas do remédio foram comercializadas, o que representa mais da metade (55,6%) do total de 2021. A média de caixas vendidas por mês em 2020 foi de 1,94 milhão; em 2021, 1,58 milhão. Só no primeiro semestre deste ano, esse número chegou a 1,76 milhão.

Relatos do Zolpidem se espalham nas redes

O zolpidem atua num receptor dos nossos neurônios e mexe com um químico cerebral chamado ácido gama-aminobutírico: GABA. Isso promove eventos que levam o paciente a ficar sedado e dormir. Quando esse processo ocorre naturalmente, é devagar. O cérebro relaxa aos poucos e se desconecta da realidade até entrar no estado de sono. Mas o remédio torna isso muito mais abrupto.

Mas os especialistas alertam que o zolpidem está sendo indicado para qualquer dificuldade no sono e por um tempo prolongado demais, quando deveria ser indicado por no máximo quatro semanas, e em casos mais específicos (como pacientes que vivenciam um período estressante, como a morte de um familiar ou a perda de emprego, o que vem desencadeado insônia).

Isso tem aumentado o risco de adversidades. Acontece que a pessoa deve tomar o remédio e se deitar imediatamente, senão o cérebro passa a funcionar como se estivesse em sonambulismo, quando o paciente não está totalmente acordado e nem totalmente dormindo.

Daí que vêm os relatos que se espalham pelas redes sociais, em que as pessoas compram passagens e não se lembram depois, ou fazem pesquisas diferenciadas pelo celular, ligam para parentes e amigos e falam várias coisas desconexas e só descobrem depois que o efeito passa:

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Fonte: Canaltech

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