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YouTube removeu mais de 1 milhão de vídeos por desinformação sobre a COVID-19

·2 minuto de leitura

O YouTube anunciou que já removeu mais de 1 milhão de vídeos com desinformação, boatos ou mentiras sobre a COVID-19 desde o início da pandemia, em fevereiro de 2020. Entre os conteúdos deletados estão promessas de falsas curas e teorias conspiratórias, como a de que o vírus é uma farsa.

O número impressiona pelo volume, mas pode parecer pouco se comparado com os mais de 2 bilhões de usuários mensais da plataforma, a maior fonte de vídeos da internet. De olho nesse público imenso, muitos grupos extremistas se dedicam a propagar todo tipo de desinformação para confundir os leigos.

YouTube removeu mais de um milhão de vídeos com informações enganosas sobre a COVID-19 (Imagem: Reprodução/YouTube)
YouTube removeu mais de um milhão de vídeos com informações enganosas sobre a COVID-19 (Imagem: Reprodução/YouTube)

Em janeiro, a plataforma do Google afirmou ter banido mais de 500 mil vídeos por divulgar mentiras, números que agora foram dobrados. Essa diferença, segundo a plataforma, é fruto da dificuldade de mensurar as estatísticas de remoção com esse tamanho avantajado, além de não ter considerado dados dos últimos cinco meses — do início do ano até agora, muitas notícias falsas sobre as vacinas surgiram.

Segundo dados do próprio YouTube, cerca de 10 milhões de vídeos são retirados a cada trimestre por violarem as políticas do site de um modo geral. O combate à desinformação é uma "categoria" relativamente nova para a plataforma, criada especialmente para frear a disseminação de boatos e terapias ineficazes contra a doença.

Liberdade sim, abuso não

Assim como uma rede social, a plataforma dá total liberdade para os criadores produzirem seus conteúdos, mas precisa moderar em temas como discriminação, discurso de ódio, assédio, abuso e exploração infantil, vídeos de assassinatos em passa, teorias conspiratórias e outras temáticas que ganham terreno na web.

A rede chegou a apostar na checagem de fatos para combater a disseminação (Imagem: Fidel Forato/Canaltech)
A rede chegou a apostar na checagem de fatos para combater a disseminação (Imagem: Fidel Forato/Canaltech)

Essas pessoas contam com o potencial de viralização deste tipo de material para propagar seus ideais. Como há uma biblioteca gigantesca no YouTube, a plataforma pode levar algum tempo até retirar vídeos indevidos e essa brecha pode ser suficiente para gerar o pânico ou traumatizar muita gente.

O anúncio do YouTube mostra que a web carece de mecanismos mais eficazes de moderação de conteúdo, afinal empresa nenhuma tem condições de lidar com a desinformação do modo como ela está sendo criada. Fica a reflexão: o excesso de liberdade hoje poderia levar a um estado de falta credibilidade generalizada no futuro? Como a sociedade moderna vai lidar com isso?

Fonte: Canaltech

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