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YouTube quer fomentar e-commerce e receita de criadores em 2021, avisa CEO

Wagner Wakka
·3 minuto de leitura

O YouTube compartilhou nesta terça-feira (26) quais são as prioridades para 2021. A empresa promete aumentar receita de produtores de conteúdo parceiros, melhorar a comunicação sob temas sensíveis e reforçar o e-commerce na plataforma.

O texto, divulgado no blog oficial da marca, é assinado pela CEO da companhia Susan Wojcicki. Ela começa com um panorama de 2020, falando sob o impacto da COVID-19 no YouTube, antes de delinear os planos da companhia par os próximos 12 meses.

“Durante o primeiro trimestre do ano passado, o tempo de exibição aumentou em 25% no mundo todo. E, na primeira metade do ano, nossas transmissões ao vivo diárias aumentaram em 45%. De artistas fazendo shows na sala de casa a igrejas realizando missas online, aproximadamente meio milhão de canais fizeram transmissões ao vivo pela primeira vez em 2020”, comenta.

Receita para criadores de conteúdo

Segundo Wojcicki, o número de parceiros no YouTube dobrou no último ano, embora a empresa não apresente os dados completos sobre isso. Entretanto, a CEO informa que aumentar a receita para estes parceiros é uma prioridade de 2021. Um dos pontos para isso será a diversificação de fontes de receita.

“Nossos serviços de assinatura Music e Premium têm crescido rapidamente, alcançando mais de 30 milhões de membros pagos no terceiro trimestre do ano passado. E os criadores de conteúdo e artistas estão encontrando novas maneiras de se conectar com o seu público-alvo e diversificar a receita. Ano passado, o número de canais gerando grande parte da receita pelo Super Chat, Super Sticker ou Clube de Canais no YouTube triplicou”, explica.

<em>Susan Wojcicki, CEO do YouTube (Foto: DivulgaçÃo/YouTube)</em>
Susan Wojcicki, CEO do YouTube (Foto: DivulgaçÃo/YouTube)

Outro ponto de destaque no texto da CEO está na responsabilidade do YouTube em relação a temas sensíveis. Em 2020, um dos desafios das redes sociais foi destacar conteúdos confiáveis sobre a COVID-19 em detrimento a desinformação sobre o assunto.

De acordo com Wojcicki, essa postura será mantida em novos temas para 2021. “ Nossa abordagem com relação à responsabilidade é a de remover o conteúdo que os especialistas dizem que pode levar a danos no mundo real, recomendar conteúdo confiável, reduzir as visualizações de conteúdos duvidosos e recompensar os criadores que atendem aos nossos requisitos rígidos para monetização”, destacou a executiva.

A empresa espera desafios em três grandes temas para 2021. O primeiro é a vacinação, ainda em estágio inicial no Brasil e no mundo. “Nossas equipes estão trabalhando intensamente para usar todos os recursos disponíveis para nós, incluindo a conscientização dos criadores de conteúdo, para ajudar as pessoas a receberem as informações mais precisas e atualizadas sobre as vacinas”, aponta a CEO.

A companhia acredita que saúde seja um segundo tema recorrente para este ano e pretende ampliar conteúdos oficiais no YouTube. Por fim, o terceiro grande tema de preocupação para a rede social será justiça social. Por conta disso, a empresa está testando filtros para banir comentários nocivos na plataforma.

Futuro

A executiva do YouTube ressaltou ainda três recursos que serão lançados na rede social ainda este ano. O primeiro deles é o Shorts, ferramenta que pretende rivalizar com TikTok na produção de vídeos curtos. Ainda em fase de testes na Índia, ele já recebe 3,5 bilhões de visualizações diariamente. “Pretendemos expandir o Shorts para mais mercados este ano”, aponta.

<em>Shorts é sistema em testes na Índia (Foto: Divulgação/YouTube)</em>
Shorts é sistema em testes na Índia (Foto: Divulgação/YouTube)

Outra novidade será em e-commerce. A empresa já está testando um novo recurso para levar usuários para uma página de compra após visualização de um vídeo. Segundo pesquisa do Talk Shoppe, 70% disseram só comprar itens após ver uma análise na rede social. De acordo com Wojcicki, novos recursos serão lançados este ano.

A empresa também quer facilitar a exibição dos conteúdos em telas maiores. Isso porque a TV foi a tela com maior crescimento no número de usuários em 2020. “Continuaremos oferecendo o YouTube a mais dispositivos de TV e tornaremos a navegação por voz ainda melhor, tudo isso para oferecer aos espectadores a experiência que eles desejam cada vez mais”, completou a CEO.

Fonte: Canaltech

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