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YouTube quer combater sites de download e tutoriais de pirataria

Felipe Demartini
·2 minuto de leitura

Documentos submetidos pelo YouTube ao governo do Reino Unido revelaram novas ações da empresa no combate à pirataria e o uso indevido da plataforma de vídeos. Na submissão ao parlamento, na qual pede a formação de um comitê para avaliar os impactos desse tipo de prática na indústria musical, o serviço cita a abertura de processos contra um site que permite o download e conversão de conteúdo, além de mudanças nos termos de uso para coibir práticas irregulares dessa categoria.

Desta vez, o site na mira é o YouTubeConverter.io, que como o nome já diz, permite baixar vídeos da plataforma em diferentes formatos e qualidades, incluindo também opções de áudio. No pedido oficial, a empresa exige seus direitos em relação ao próprio nome, que afirma estar sendo utilizado de maneira indevida pelo serviço de downloads, infringindo seus direitos sobre a marca.

De acordo com os dados oficiais, o pedido relacionado a leis de propriedade intelectual foi registrado no final de dezembro, pedindo a retirada da plataforma do ar e a transferência da propriedade do domínio para o YouTube. Enquanto a segunda parte da solicitação ainda não parece ter sido atendida, os responsáveis pelo conversor já demonstram terem sentido o peso da solicitação, uma vez que o serviço foi removido.

Os documentos registrados junto ao parlamento britânico também denotam o combate do YouTube a tutoriais que ensinem a acessar ou baixar conteúdo que, normalmente, é pago. Isso inclui não apenas vídeos sobre pirataria de software, mas também tentativas de burlar sistemas de monetização de plataformas audiovisuais.

Os novos termos aparecem ao lado do que o YouTube chama de “roubo instrucional”, ou seja, os vídeos que incitam “comportamento desonesto” dos usuários. Tais conteúdos estão proibidos no serviço, em uma mudança que também inclui tutoriais de trapaça em jogos ou sistemas para obtenção de dinheiro virtual de forma irregular, com todos se tornando quebras nos termos de uso do YouTube ao lado de outras regras recentes, como a que impede a divulgação de tratamentos de saúde sem comprovação científica ou conteúdos que demonstrem o funcionamento de explorações e crimes virtuais.

Conforme citado pelo site TorrentFreak, os termos parecem surgir para atender, principalmente, a pedidos de empresas de games como a Epic Games, que no passado, já realizou pedidos de retirada de conteúdo relacionado à obtenção irregular de moedas virtuais em Fortnite. As solicitações estavam relacionadas a regras de direitos autorais, entretanto, com as normas inéditas tornando a política mais abrangente nesse sentido.

Não dá para saber, por outro lado, até que ponto as novas normas estão sendo aplicadas. Pesquisas rápidas ainda mostram uma grande proliferação dos vídeos que, agora, são citados diretamente como irregulares, enquanto o YouTube, fora da submissão de documentos e pedidos ao parlamento britânico, não se pronunciou sobre o assunto.

Fonte: Canaltech

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