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YouTube oficializa no Brasil mudança polêmica na veiculação de anúncios

·2 minuto de leitura

Uma mudança de regras nos Termos de Serviço do YouTube que causou polêmica no final de 2020 nos Estados Unidos está chegando oficialmente ao Brasil. De acordo com um comunicado emitido via e-mail pela própria plataforma nesta terça-feira (25), a empresa vai passar a exibir anúncios publicitários em canais que não fazem parte de seu Programa de Parcerias, sem que isso signifique em dar parte da monetização aos criadores de conteúdo. A novidade passa a vigorar a partir da próxima segunda-feira, dia 1º de junho.

“A plataforma tem o direito de monetização sobre todo o conteúdo enviado, e os anúncios podem ser exibidos em canais que não estão no Programa de Parceiros do YouTube”, afirma o texto. Anteriormente, canais que não estavam no sistema de parcerias — que exige ao menos 1 mil inscritos e 4 mil visualizações constantes nos últimos 12 meses — não podiam receber monetização, mas também não passavam propagandas a suas audiências.

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Na época em que os novos termos de serviço foram anunciados, o YouTube foi bastante criticado por criadores de conteúdo. O site foi acusado de passar a usar o Programa de Parcerias somente como uma barreira que tirava dinheiro de produtores, ao mesmo tempo em que se aproveitava dos conteúdos gerados por eles. Também no mesmo período, a plataforma afirmou que ofereceria outras vantagens dentro do programa, e que só vai exibir publicidade em vídeos que sigam suas políticas de boa vizinhança a anunciantes.

Para os consumidores de conteúdo, a companhia adianta que as mudanças "não deverão afetar de maneira significativa como você acessa e usa os serviços".

Reconhecimento facial está proibido

Os novos termos de serviço da plataforma de vídeos também proíbem expressamente a coleta de informações que possam identificar alguém sem a permissão da pessoa. “Embora tal determinação sempre incluiu informações de reconhecimento facial, os novos Termos tornam esta disposição explícita”, afirma o e-mail.

A empresa também esclareceu que os pagamentos de receita para criadores de conteúdo que têm direito a receber valores serão considerados como royalties do ponto de vista fiscal dos Estados Unidos. Conforme exigido por lei, o Google vai reter os tributos sobre esses pagamentos, que podem ser referentes ao Programa de Parcerias, Clubes ou Super Chats — ponto importante para produtores que declaram Imposto de Renda no Brasil.

Fonte: Canaltech

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