Mercado fechado
  • BOVESPA

    112.764,26
    +3.046,32 (+2,78%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.853,37
    +392,82 (+0,81%)
     
  • PETROLEO CRU

    91,88
    -2,46 (-2,61%)
     
  • OURO

    1.818,90
    +11,70 (+0,65%)
     
  • BTC-USD

    24.574,22
    -84,95 (-0,34%)
     
  • CMC Crypto 200

    574,64
    +3,36 (+0,59%)
     
  • S&P500

    4.280,15
    +72,88 (+1,73%)
     
  • DOW JONES

    33.761,05
    +424,38 (+1,27%)
     
  • FTSE

    7.500,89
    +34,98 (+0,47%)
     
  • HANG SENG

    20.175,62
    +93,19 (+0,46%)
     
  • NIKKEI

    28.546,98
    +727,65 (+2,62%)
     
  • NASDAQ

    13.580,00
    +268,75 (+2,02%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2024
    -0,1213 (-2,28%)
     

YouTube proíbe vídeos com informações falsas sobre aborto

YouTube remove vídeos com informações falsas sobre aborto. Foto: Getty Images.
YouTube remove vídeos com informações falsas sobre aborto. Foto: Getty Images.
  • O YouTube anunciou nesta semana que removerá conteúdo que promova informações falsas sobre o aborto;

  • A Suprema Corte dos EUA derrubou em junho a decisão que garantia o direito ao aborto;

  • O YouTube terá um painel informativo sobre aborto com informações das autoridades de saúde.

O YouTube anunciou na última quinta-feira (21) que removerá conteúdos que promovam a desinformação sobre o aborto e que propaguem formas inseguras de realizar o procedimento.

Portanto, a plataforma incluiu o conteúdo relacionado ao aborto em sua política de desinformação médica, que também proíbe informações falsas sobre Covid-19 e vacinas.

Leia também:

“Acreditamos que é importante conectar as pessoas ao conteúdo de fontes autorizadas sobre tópicos de saúde e revisamos continuamente nossas políticas e produtos à medida que os eventos do mundo real se desenrolam”, afirmou a porta-voz do YouTube, Elena Hernandez.

A plataforma está tomando essa decisão um mês após a Suprema Corte dos Estados Unidos revogar o direito ao aborto, tornando novamente ilegal o procedimento.

Além do YouTube, outras companhias da tecnologia tomaram medidas similares. O TikTok, por exemplo, começou a remover vídeos sobre o tema que violem a política interna de desinformação médica. Isso inclui conteúdos que promovam conselhos e informações perigosas sobre autoindução de um aborto.

Além da remoção de conteúdo com instruções falsas ou inseguras, o YouTube anexará um painel de informação com conteúdo confiável de autoridades de saúde, ao quais os usuários serão destinados durante suas buscas por informações na plataforma.

No começo deste mês, o Google, que é dono do YouTube, afirmou que excluiria os dados de localização os usuários que visitassem clínicas de aborto.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos