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YouTube amplia proibição contra fake news sobre vacinas

·2 minuto de leitura
O YouTube está ampliando suas políticas em torno da desinformação médica para proibir conteúdo relacionado a vacinas que "representa um sério risco de danos flagrantes", disse o gigante do vídeo na quarta-feira (29). (Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
  • Plataforma do Google está buscando todos os vídeos que mentem sobre vacina

  • Companhia quer evitar o aumento da desinformação nos vídeos publicados

  • Plataforma já removeu mais de um milhão de vídeos com fake news

O YouTube está ampliando suas políticas em torno da desinformação médica para proibir conteúdo relacionado a vacinas que "representa um sério risco de danos flagrantes", disse o gigante do vídeo na quarta-feira (29). A plataforma já proibiu a desinformação sobre as vacinas COVID-19. Ainda assim, as políticas atualizadas cobrem todas as "vacinas atualmente administradas que são aprovadas e confirmadas como seguras e eficazes" pelas agências de saúde locais e pela Organização Mundial da Saúde.

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O site de streaming de vídeo, que já proibiu falsificações de vacinas da Covid, removerá conteúdo que contenha informações incorretas, como alegar que qualquer vacina aprovada é perigosa, causa problemas crônicos de saúde ou não reduz a propagação de doenças. De acordo com as diretrizes anteriores, a plataforma rebaixou - efetivamente escondendo-se da visualização - vídeos que espalham informações incorretas sobre vacinas que não são da Covid ou promovem a hesitação à vacina.

"Trabalhando em estreita colaboração com as autoridades de saúde, procuramos equilibrar nosso compromisso com uma plataforma aberta com a necessidade de remover conteúdo flagrante e prejudicial", disse a empresa em um comunicado. "Temos constantemente visto falsas alegações sobre as vacinas contra o coronavírus se espalharem pela desinformação sobre as vacinas em geral, e agora estamos em um ponto onde é mais importante do que nunca expandir o trabalho que começamos com COVID-19 para outras vacinas."

Mudança nas regras da plataforma protege contra fake news

O YouTube disse especificamente que removeria vídeos que afirmam falsamente que vacinas aprovadas causam efeitos crônicos à saúde, como "autismo, câncer ou infertilidade", bem como vídeos que alegam "substâncias nas vacinas podem rastrear aqueles que as recebem". O YouTube disse que suas políticas atualizadas cobrem vacinas específicas, como sarampo ou hepatite B, bem como declarações gerais sobre vacinas. A empresa também observou que, desde o ano passado, removeu mais de 130.000 vídeos por violar suas políticas de vacinas COVID-19.

A mudança de política entra em vigor na quarta-feira, embora o YouTube tenha dito que levará algum tempo para intensificar a aplicação.

No ano passado, o YouTube implementou a proibição de vídeos com informações errôneas sobre as vacinas da Covid, o que fez com que 130.000 peças de conteúdo fossem retiradas do ar desde então. A plataforma removeu um total de 1 milhão de vídeos por espalhar mentiras gerais da Covid desde que a pandemia estourou.

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