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Yields de Treasuries despencam com ‘boa notícia’ do CPI nos EUA

(Bloomberg) -- Os yields do maior mercado de títulos do mundo despencaram, com números mais brandos de inflação nos EUA que levaram o mercado a reduzir suas apostas no aperto monetário do Federal Reserve.

Os operadores de swaps cortaram as chances de outro aumento de 0,75 ponto percentual em dezembro para quase zero, e continuam a precificar um aumento de meio ponto.

Essa trajetória menos agressiva fez com que os rendimentos dos títulos do Tesouro americano com vencimentos entre dois a 10 anos caíssem mais de 0,25 ponto percentual. O yield de referência de 10 anos caiu 27 pontos-base para 3,82%. As bolas subiram e o índice da Bloomberg que mede a força do dólar contra as principais moedas sofreu sua maior queda desde meados de setembro.

O mercado agora precifica um pico para a taxa básica do Fed de 4,9%, por volta de maio. Antes dos últimos dados do CPI, os contratos de swap apontavam para cerca de 5,09%.

“Os mercados estão reagindo agressivamente à divulgação do CPI”, disse Gregory Faranello, chefe de negociação e estratégia de taxas dos EUA na AmeriVet Securities. “Depois de um ano como o que tivemos, as pessoas estão muito ansiosas por boas notícias.”

Yields crescentes, alimentados por inflação persistente e alta de juros do Fed, levaram os Treasuries a perdas que excedem 14% no ano. A variação de yield é inversamente proporcional à mudança de preço do título no mercado.

O alívio na inflação “nos leva a acreditar que o Fed gostaria de diminuir o ritmo de altas de juros para 50 pontos-base” no próximo mês, disse Faranello.

Em comentários públicos após os dados de quinta-feira, o presidente do Fed da Filadélfia, Patrick Harker, e a presidente do Fed de Dallas, Lorie Logan, reiteraram um ponto que o presidente do Fed, Jerome Powell, vem fazendo desde julho — que em algum momento será apropriado desacelerar o ritmo dos aumentos de juros. Ambos disseram que esse ponto está se aproximando.

A taxa do contrato de swap ligado à reunião de dezembro caiu para 4,35%, apenas 52 pontos-base acima da atual taxa efetiva de fundos federais.

O núcleo do índice de preços ao consumidor, que exclui alimentos e energia, aumentou 0,3% em relação ao mês anterior, mostraram dados do Departamento do Trabalho na quinta-feira. Comparado com o ano anterior, o núcleo desacelerou de uma máxima de quatro décadas em setembro, para 6,3%. O CPI geral avançou 0,4% no mês passado, impulsionado por uma alta nos preços da gasolina, e subiu 7,7% em relação ao ano anterior.

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