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Yields saltam com aposta em alta do Fed após dados de emprego

(Bloomberg) -- Os yields dos títulos do Tesouro americano dispararam depois que dados fortes do mercado de trabalho nos EUA deram um novo impulso às expectativas de mais aperto monetário do Federal Reserve.

A ponta curta da curva de juros liderou a alta na quinta-feira para níveis vistos pela última vez em novembro, após dados melhores do que o esperado para um importante indicador de empregos no setor privado e números semanais de pedidos de auxílio-desemprego abaixo do esperado. O foco agora está voltado para o relatório mensal oficial de empregos na sexta-feira.

Comentários de Esther George, presidente do Fed de Kansas City, também corroboraram o salto dos yieds. Ela disse que o banco central americano deve manter os juros acima de 5% até 2024.

Os swaps associados às reuniões de política monetária agora sugerem um pico na taxa efetiva do Fed acima de 5,06% em meados de 2023. A meta atual do Fed é de 4,25% a 4,5%. Há cerca de 0,38 ponto percentual de aumento precificado para a próxima reunião em fevereiro, o que significa que o mercado está dividido entre as possibilidades de uma alta de 0,25 e de 0,50.

“O mercado de trabalho está muito forte para o gosto do Fed, e isso é parte da razão pela qual eles provavelmente vão para 5%-5,25% e mantêm”, disse Leo Grohowski, diretor de investimentos da BNY Mellon Wealth Management. “No curto prazo, é provável que vejamos uma inversão mais significativa da curva à medida que o Fed mantém sua determinação e a economia mostra mais sinais de fraqueza.”

O mercado continua a precificar a expectativa de que o Fed precisará cortar juros na segunda metade de 2023, mas os yields nessa parte da curva subiram mais de 0,10 ponto percentual na quinta-feira.

O yield de dois anos subiu quase 0,14 ponto percentual para 4,49%, um nível visto pela última vez em novembro. O de três anos liderou a alta com um salto de 0,15 ponto percentual para 4,26%.

A inversão da curva de juros se aprofundou para um nível visto em meados de dezembro, com o spread negativo entre o yield de 10 anos e o de dois se ampliando para 0,71 ponto percentual, depois que o mais longo subiu menos, para 3,78%.

O salto nos rendimentos foi acompanhado por uma valorização do dólar contra as principais moeda. O índice de dólar da Bloomberg subiu até 0,7% para o nível mais alto em duas semanas. O S&P 500 caiu até 1,3%.

--Com a colaboração de Tom Keene e Jonathan Ferro.

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