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Yellen diz que cortar algumas tarifas sobre produtos chineses poderia amenizar pressões de preços

·2 min de leitura

Por Alessandra Galloni e David Lawder

WASHINGTON (Reuters) - A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, disse nesta quinta-feira que reduzir as tarifas impostas pelo governo Trump sobre produtos importados da China por meio de uma retomada de um processo de exclusão tarifária poderia ajudar a aliviar algumas pressões inflacionárias, mas não representaria "uma virada de jogo".

Yellen disse na conferência Reuters Next acreditar que as tarifas de até 25% sobre centenas de bilhões de dólares em importações anuais da China "contribuem para a alta dos preços nos Estados Unidos".

"E as tarifas de Trump que foram postas em prática, algumas delas criam problemas sem nenhuma justificativa estratégica real", acrescentou ela.

Exclusões anteriores de tarifas específicas para produtos chineses haviam expirado no fim de 2020, mas a representante de Comércio dos EUA, Katherine Tai, lançou um novo processo de exclusão tarifária direcionada como parte de seu compromisso com as autoridades chinesas no acordo comercial de "Fase 1" assinado no início de 2020.

Yellen citou o processo de exclusão entre outras etapas nas quais a administração Biden está trabalhando para mitigar pressões de preços, incluindo trabalhar com portos e empresas privadas para desbloquear as cadeias de abastecimento e manter os produtos fluindo para os consumidores.

"Este é um processo pelo qual as tarifas podem ser reduzidas. E acho que isso poderia ser útil", disse ela sobre o processo de exclusão tarifária. "Novamente, não é uma virada de jogo. Mas essas são coisas que estamos fazendo para tentar mitigar essas pressões."

Yellen disse que atualmente não tem uma visita à China em sua agenda, mas espera continuar a se envolver com seu colega, o vice-premiê Liu He, em uma série de questões econômicas.

Na lista dessas questões estão as práticas de tecnologia da China, os mercados de valores mobiliários, as práticas nas taxas de câmbio e os esforços da China para reequilibrar sua economia na direção de dar maior peso ao consumo das famílias.

Yellen disse que o país asiático "poderia dar uma grande contribuição para mitigar os desequilíbrios globais. Todos esses são tópicos que estivemos discutindo e espero que esses diálogos continuem".

Para acompanhar Reuters Next: https://reutersevents.com/events/next

(Reportagem de Alessandra Galloni, David Lawder, Andrea Shalal e Daniel Burns)

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