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Yellen é a favor do aumento das reservas do FMI

·2 minuto de leitura
A secretária do Tesouro americano, Janet Yellen

A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, defendeu nesta quarta-feira (24) ante o Senado o aumento das reservas do Fundo Monetário Internacional (FMI), um "esforço comum" para ajudar os países em crise por causa da pandemia.

"A crise atual aumenta a necessidade de reservas mundiais, e é isso que o FMI pensa", disse Yellen em resposta a um legislador que se opõe à proposta.

Ela acrescentou que os países emergentes e em desenvolvimento enfrentam necessidades financeiras "consideráveis" e estimou que aumentar o capital do FMI "ajudará a responder a essa necessidade de reservas".

"É um esforço comum", acrescentou.

O Fundo quer aumentar suas reservas e capacidade de crédito em 650 bilhões de dólares com uma nova emissão de direitos especiais de saque (em inglês: Special Drawing Rights, SDR), seu instrumento monetário, informou na terça-feira sua diretora-geral, Kristalina Georgieva.

A autoridade disse que tem amplo apoio entre os países membros do FMI para aumentar os ativos do Fundo e "fazer todo o possível para superar a pior recessão desde a Grande Depressão".

Uma proposta formal será submetida até junho ao conselho de administração da instituição.

"Ao atender à necessidade global de longo prazo por ativos de reserva, uma nova alocação de SDR ajudaria todos os nossos países membros e apoiaria a recuperação global da crise da covid-19", comentou Georgieva.

A medida daria munição suplementar à instituição para ajudar os países a se recuperarem da crise provocada pela pandemia "ao proporcionar liquidez adicional ao sistema econômico", segundo a diretora do FMI.

Os ministros das finanças do G7, reunidos na sexta-feira em uma videoconferência organizada pelo Reino Unido, já haviam apoiado oficialmente a ideia de reforçar a ajuda aos países desfavorecidos atingidos pela pandemia por meio do Fundo Monetário Internacional.

A operação visa permitir que os países afetados "liberem recursos para financiar necessidades cruciais, como vacinas ou importação de alimentos, e melhorar as amortizações de países emergentes ou de baixa renda", comentou o G7 após o encontro.

Criados em 1969 pelo FMI para complementar as reservas cambiais de seus países membros, os SDR podem ser trocados por moeda. Seu valor é baseado em uma cesta das cinco principais moedas internacionais. São atribuídos aos países membros com base em sua cota.

Esta nova emissão de SDR, direitos que equivalem a ativos para fornecer liquidez aos países, será a primeira desde 2009.

Dt/jum/eb/mr/gma