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Yahoo é mais uma empresa a abandonar a China; entenda o motivo

·2 min de leitura

A Yahoo anunciou nesta terça-feira (2) que está abandonando a China. A empresa foi pega recentemente pelas regras mais rígidas do país e classificou os ambientes jurídico e de negócios por lá como cada vez mais desafiadores. E isso se aplica, ainda, a empresas chinesas, como a Didi — que tem sofrido com restrições das autoridades locais.

Nesse cenário, o Yahoo parou de oferecer seu serviço na China continental nesta segunda-feira (1º), um mês depois de o LinkedIn fazer o mesmo. Segundo a rede social profissional, “o ambiente operacional é significativamente mais desafiador e há mais requisitos de conformidade”. Facebook, Twitter e Google são bloqueados no país.

A saída do Yahoo do país asiático coincide com a chegada da Lei de Proteção de Informações Pessoais da China — que equivale à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) brasileira. Já há alguns anos, a companhia vinha fechando seus serviços por lá, já não contando mais com e-mail, notícias e outros serviços.

Além das tensões geopolíticas recentes (com crescente enfrentamento comercial entre EUA e China) e dos regulamentos da covid-19, as regras de dados mais rígidas ajudam a tornar a China um lugar pouco convidativo para empresas estrangeiras. Isso inclui, ainda, dificuldades no relacionamento com Hollywood e seu conteúdo.

Censura de conteúdo

Fatores como censura e preocupações com direitos humanos se somam a um momento delicado em termos gerais para o conteúdo. Eternos, novo filme da Marvel dirigido por Chloe Zhao que estreia neste fim de semana em boa parte do mundo, ainda não tem data de lançamento na China em razão de um desentendimento na primavera passada, quando comentários da diretora chinesa sobre o país em uma entrevista de anos atrás apareceram.

O país censurou o Oscar em que Nomadland, também dirigido por Zhao, ganhou o prêmio de melhor filme. O sucesso Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, lançado nos EUA no início de setembro, também não está disponível no país asiático.

A Verizon, ex-proprietária do Yahoo, vendeu a empresa para o Apollo Group por US$ 5 bilhões (R$ 28,3 bilhões). O CEO atual da companhia é Jim Lanzone, que já esteve à frente da CBS Interactive e do Tinder.

Fonte: Canaltech

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