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XP mantém home office até fim do ano e estuda torná-lo permanente após pandemia

Redação Finanças
·3 minuto de leitura
Foto: Divulgação / XP
Foto: Divulgação / XP

Em uma reunião virtual realizada com funcionários na última quarta-feira (13), a administração da XP Investimentos informou que o regime de home office, adotado para reforçar o isolamento social contra a pandemia de coronavírus, foi estendido pelo menos até o final de 2020.

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Para alguns profissionais, a empresa estuda adotar o trabalho remoto permanentemente mesmo após o fim da pandemia. "Mas será facultativo. O funcionário poderá escolher se trabalha de casa ou se vai para o escritório", disse Guilherme Sant’Anna, líder de recursos humanos da XP. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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"Já somos uma empresa digital, sem a dependência de o cliente nos visitar em uma agência. A nossa cultura permitiu um ajuste rápido ao cenário atual e a experiência está nos trazendo uma série de aprendizados que podem se transformar em uma nova maneira de encarar a vida corporativa na XP", afirmou Sant'Anna, segundo a Folhapress.

A XP vem conduzindo pesquisas internas para medir a satisfação da equipe com o home office. Numa pesquisa feita em abril, 95% disseram que gostariam de manter o trabalho remoto por pelo menos um dia por semana após o fim da pandemia. Quase 60% disseram querer entre três e quatro dias de home office por semana.

Além disso, a XP também diz estar financiando o home office de funcionários fornecendo mesas, cadeiras, computadores e um vale reembolso quem precisasse comprar itens adicionais, como uma fonte de energia para o PC ou mais telas para o computador.

De acordo com Sant’Anna, os índices de produtividade melhoraram durante a quarentena. "Vemos que os funcionários estão mais confortáveis não tendo de gastar horas no trânsito ou tendo de se locomover entre salas para participar de reuniões", declarou.

O sucesso do home office é tão grande que a XP estuda até acabar com os escritórios em definitivo, transformando os espaços físicos que a empresa ocupa hoje em "escritórios-conceito", com o objetivo de apoiar demandas específicas.

"A tendência é não termos mais espaço ocupado por estações de trabalho fixas na XP. Temos os próximos meses para definir o novo modelo de trabalho que, com certeza, será melhor para os nossos colaboradores", disse Sant'Anna.

Na contramão da maior parte das empresas brasileiras, a XP cresceu com a pandemia. O grupo financeiro teve lucro líquido ajustado de R$ 415 milhões no primeiro trimestre, quase duas vezes e meia o resultado obtido no mesmo período do ano passado. A base de clientes aumentou em 81%, para 2,04 milhões, elevando os ativos sob custódia para R$ 366 bilhões.

**Com informações da Folhapress, Reuters e O Estado de S. Paulo.

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