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Xiaomi recebe multa na Índia e pensa em mudar produção para o Paquistão

Xiaomi diz que o bloqueio milionário deve afetar o pagamento de colaboradores (Getty Image)
Xiaomi diz que o bloqueio milionário deve afetar o pagamento de colaboradores (Getty Image)
  • Governo indiano congelou milhões da fabricante de eletrônicos Xiaomi;

  • O tribunal de Nova Déli acabou decidindo manter a penalidade aplicada;

  • Mídia especula sobre mudanças de fábricas da marca para o Paquistão.

O governo indiano já baniu diversos aplicativos e marcas chinesas. Agora, a administração resolveu fiscalizar todas as fabricantes que atuam no mercado. Isso resultou em multas para Xiaomi, OPPO e vivo.

Com a medida, a produtora de eletrônicos foi atingida por um congelamento de US$ 676 milhões nas contas da empresa. Depois de tentar recorrer, o tribunal de Nova Déli acabou decidindo manter a penalidade aplicada contra a companhia chinesa.

A empresa diz que o bloqueio milionário deve afetar o pagamento de colaboradores, a renovação de estoques para o festival de vendas Diwali e até mesmo a distribuição de aparelhos no país.

A marca também defende que as operações seguem a lei indiana e pede a anulação da penalidade aplicada pela receita. Para tentar se livrar do pagamento, deve acontecer um novo julgamento no dia 14 de outubro.

Com os problemas judiciais, alguns portais de mídia começaram a especular que a Xiaomi está planejando mudar as fábricas situadas na Índia para o vizinho Paquistão.

Até agora, a empresa não confirmou se pretende mudar as fábricas de país. Contudo, o mercado tem notado um movimento de chinesas rumo a outros países. Um exemplo é a OPPO, que abriu uma fábrica no Egito, enquanto que a própria Xiaomi já investiu na Turquia.

A possível mudança de território pode fazer com que os aparelhos da Xiaomi recebam uma taxação elevada, algo que pode ser positivo para o governo e para as pequenas fábricas locais.