Mercado fechado
  • BOVESPA

    128.427,98
    -339,48 (-0,26%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.170,78
    +40,90 (+0,08%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,24
    +0,16 (+0,22%)
     
  • OURO

    1.776,40
    -7,00 (-0,39%)
     
  • BTC-USD

    33.705,21
    +1.477,02 (+4,58%)
     
  • CMC Crypto 200

    800,68
    -9,51 (-1,17%)
     
  • S&P500

    4.241,84
    -4,60 (-0,11%)
     
  • DOW JONES

    33.874,24
    -71,34 (-0,21%)
     
  • FTSE

    7.074,06
    -15,95 (-0,22%)
     
  • HANG SENG

    28.817,07
    +507,31 (+1,79%)
     
  • NIKKEI

    28.874,89
    -9,24 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    14.282,00
    +19,00 (+0,13%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,9280
    -0,0005 (-0,01%)
     

Xiaomi prepara terreno para iniciar a produção de seus próprios processadores

·2 minuto de leitura

A possibilidade de a Xiaomi voltar a produzir chipsets personalizados ganhou mais força recentemente e alguns indícios apontam para o fato de a marca já ter começado a preparação para o começo das produções do seu próprio processador.

Atualmente, algumas das fabricantes mais populares do mundo já possuem sua própria alternativa ao Snapdragon da Qualcomm e aos processadores da MediaTek — a Samsung, a Huawei e a Apple já lançam vários smartphones com plataformas móveis feitas por elas mesmas. Além disso, o Google também entraria no jogo ao lançar Pixel 6 e Pixel 6 Pro com chips criados em Mountain View.

Agora, a Xiaomi pode ser a próxima a entrar na disputa para desenvolver um componente em casa para seus celulares e, com isso, não depender do fornecimento de empresas já estabelecidas no mercado. Segundo informações da indústria, a fabricante chinesa já até começou a montar o time que será responsável por essa produção dentro de casa.

É importante destacar, porém, que, apesar de o objetivo principal ser a produção de processadores para celulares, é possível que a empresa comece por baixo, com o desenvolvimento de chipsets para acessórios, que supostamente são mais simples e, consequentemente, não apresentam tantos riscos para uma “reinauguração”.

Mas a Xiaomi não é nenhuma “novata” no desenvolvimento de chipsets...

Embora a empresa ainda esteja cautelosa em voltar a produzir seus próprios processadores, é importante lembrar que essa não é a primeira vez que a ela mergulha de cabeça neste mercado.

Em 2017 a gigante chinesa lançou o seu primeiro processador para celulares, o Surge S1, que fez sua estreia no Xiaomi Mi 5c. Na época, o chipset — que era fabricado com oito núcleos Cortex-A53 que rodava a até 2,2 GHz — chegou com uma performance equivalente ao Snapdragon 625 e ao Helio P20, entregando até mais poder gráfico e melhores características de fotografia.

Desde então a marca não lançou um sucessor para o Surge S1, mas voltou ao segmento no começo do ano após lançar o chip Surge C1, Processador de Sinal de Imagem (ISP) que fez sua estreia com o Mi Mix Fold — primeiro dobrável da marca.

Empresa já começou a preparar o terreno para a produção

De acordo com os relatos, a Xiaomi já começou a recrutar o time que será responsável diretamente pela produção do seu novo processador. Apesar de, no momento, não haver detalhes mais precisos sobre essa equipe, fontes da mídia chinesa também levantam o fato de que a marca também já começou o processo de licenciamento para seu próprio componente com órgãos reguladores de propriedade intelectual.

Agora, resta saber como será, de fato, o retorno da marca ao mercado de processadores e quais serão os primeiros acessórios e celulares a contar com o hardware feito em casa pela chinesa.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos