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Xiaomi HyperCharge de 200 W promete recarregar 100% de bateria em 8 minutos

·3 minuto de leitura

Mesmo que avance a passos largos, já contando com celulares dobráveis e câmeras enormes de 1 polegada, a indústria de smartphones ainda tem um desafio grande e até então persistente para superar: a bateria. As principais fabricantes do mercado conseguiram aumentar a capacidade das células empregadas e já é relativamente comum encontrar aparelhos com 5.000 mAh e ao menos um dia inteiro de autonomia.

No entanto, o custo para isso, além do aumento de peso e espessura, é o tempo de carregamento, que pode chegar a duas horas em modelos com tanques mais generosos. Para lidar com essa limitação, a potência de carregamento vem sendo aumentada, e empresas como a OPPO e a OnePlus adotam soluções de mais de 65 W para conseguir reduzir esse tempo para algo em torno de 45 minutos.

A Xiaomi é outra das companhias que investe pesado na velocidade de carregamento, e quer tornar esse tempo de recarga ainda menor. Nesta segunda (31), a gigante chinesa anunciou mais um passo rumo a tempos de carregamento menores — os sistemas HyperCharge de 200 W, e HyperCharge sem fio de 120 W.

HyperCharge de 200 W recarrega 100% em 8 minutos

Segundo a Xiaomi, o sistema HyperCharge de 200 W consegue recarregar 100% de uma bateria de 4.000 mAh em cerca de 8 minutos. A empresa demonstra o recurso em um vídeo publicado no YouTube e nas redes sociais, que utiliza uma versão modificada do Mi 11 Pro.

Em 44 segundos, a função recupera 10% de bateria. Aos 3 minutos, 50% do tanque já havia sido recuperado, com a recarga completa acontecendo pouco antes dos 8 minutos.

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A empresa também demonstra a versão sem fio da tecnologia, que opera em 120 W, similar ao carregamento anunciado pela companhia no ano passado para o Mi 10 Ultra e que entrega tempos semelhantes. Nessa situação, o telefone leva um minuto para chegar a 10%, e cerca de 7 minutos para atingir os 50%, com a recarga completa levando 15 minutos.

Apesar de animador, não espere ver essa tecnologia chegar a produtos finalizados tão cedo: além de não estar completamente pronta, a função de carregamento de alta potência acarreta problemas sérios que têm sido discussão entre usuários e fabricantes.

Quanto maior a potência, maior o aquecimento e menor é a vida útil

Todo eletrônico sempre converte parte da energia que utiliza em calor. Quanto mais potência esse dispositivo tiver, mais calor ele gerará, algo muito preocupante quando falamos em smartphones, que operam em um espaço limitado para poder dissipar esse calor. O aumento drástico de temperatura é um dos motivos pelos quais inúmeros celulares, incluindo da Xiaomi, seguem limitados a potências na casa dos 65 W.

Aparelhos como o Mi 11 Ultra dividem a bateria em duas partes para reduzir o estresse gerado pelo carregamento rápido (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
Aparelhos como o Mi 11 Ultra dividem a bateria em duas partes para reduzir o estresse gerado pelo carregamento rápido (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

O outro ponto de preocupação é a vida útil da bateria, afetada não apenas pelo calor excessivo, como também pelo fluxo muito intenso de energia. A solução encontrada para potências menores, como os 67 W do Mi 11 Ultra, foi dividir a bateria em duas células, para que cada uma receba 33,5 W, reduzindo o estresse. Nos resta aguardar para ver como a Xiaomi e outras fabricantes lidarão com essas limitações

Fonte: Canaltech

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