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Xiaomi cria celular modular que pode permitir usuário escolher especificações

·2 minuto de leitura

A Xiaomi pediu patente de um celular modular, que permitiria ao usuário trocar uma peça quando tivesse algum problema ou simplesmente decidisse atualizar o hardware do dispositivo. A ideia é parecida com o que a alemã Fairphone tenta implementar e é um passo à frente do que Motorola e LG tentaram com o Moto Z e G5, respectivamente.

De acordo com a documentação enviada pela Xiaomi ao Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO, na sigla em inglês), o dispositivo eletrônico seria dividido em três partes. A de cima contém o conjunto de câmeras e placa-mãe, enquanto a do meio ficaria com a bateria e a inferior traz alto-falante e conectores.

Assim, o usuário poderia montar um dispositivo com conjunto de câmeras e hardware que desejasse, contendo bateria entre uma ou mais opções de tamanho e recursos extras, como alto-falante potente. Ou, caso a câmera apresentasse algum problema, poderia trocar apenas a parte superior do aparelho, por exemplo, além de trocar a bateria caso ela deixasse de funcionar como esperado, apenas uma parte da tela que apresentasse uma rachadura ou até mesmo atualizar o processador após alguns anos.

A ideia é interessante e tem como objetivo reduzir o lixo eletrônico, principalmente. Não há detalhes sobre o processador a ser utilizado, tamanhos de bateria disponíveis e nem mesmo quais recursos extras poderiam ser oferecidos na parte inferior.

Como funciona

Cada parte tem um encaixe, que entra em uma das outras partes deslizando até fazer um clique. A ideia da Xiaomi é entregar um dispositivo com design 100% de tela, mas o display pode acabar ficando apenas nos pedaços superiores, e a empresa promete não haver divisão clara quando as partes estão corretamente encaixadas. Um chip faz o reconhecimento e o processamento gráfico consegue controlar cada pixel do display para atuar como se fosse um painel único.

Na documentação, a Xiaomi ainda mostra duas possibilidades de conjunto de câmeras: um triplo, que ficaria em um quadrado centralizado, com o flash completando os quatro “pontos”, e outro quádruplo, em uma filha vertical no canto superior do celular. Neste último, uma câmera periscópica poderia completar o conjunto, que deve ainda ter uma câmera de alta resolução, uma ultra wide e, possivelmente, uma macro ou mesmo um sensor de profundidade.

O pedido de patente com a descrição do aparelho foi encontrado pelo site LetsGoDigital, que criou as imagens que ilustram esta matéria em parceria com o designer Jermaine Smit, o Concept Creator. Foi dele a ideia da terceira opção do módulo de câmeras, que tem o que parece uma tela na parte traseira para ajudar a tirar selfies com o conjunto de câmeras principal.

A Xiaomi não se manifestou oficialmente sobre o dispositivo.

Fonte: Canaltech

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