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Xiaomi confirma lançamento de novo chip próprio em evento do Mi 11 Ultra

Renan da Silva Dores
·3 minuto de leitura

A Xiaomi realiza na próxima segunda-fira (29) grande evento em que deve anunciar inúmeras novidades e aparelhos. Além dos aguardados Mi 11 Lite, Mi 11 Pro e Mi 11 Ultra, a apresentação também contará com o retorno da família Mi Mix e até mesmo com a chegada do primeiro modelo dobrável da companhia. Hoje, através da rede social chinesa Weibo, a gigante da tecnologia confirmou que há pelo menos mais uma surpresa.

Em uma imagem curiosa, a mensagem em Chinês "meu coração surgiu" (em tradução via máquina) é exibida. Também há uma frase que afirma que "nós fizemos um chip pequeno desta vez", que será revelado no evento do dia 29. Ambas parecem fazer referência ao desenvolvimento de um chip próprio da Xiaomi e em especial à primeira aposta da empresa no segmento, o Surge S1, chipset da fabricante que prometia desempenho superior ao Snapdragon 625.

Chip pode complementar câmera de lente líquida

O novo chip, no entanto, não deve ser um concorrente para Qualcomm e MediaTek, mas sim um componente auxiliar. Conforme explica o site Android Authority, o processo de desenvolvimento de um chipset é extremamente complexo, e mesmo gigantes como Huawei e Apple demoram anos para produzir seus processadores. A aposta do portal é em um chip complementar para alguma das funções dos novos celulares.

A Xiaomi confirmou que veremos um novo chip próprio ser anunciado na próxima semana (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
A Xiaomi confirmou que veremos um novo chip próprio ser anunciado na próxima semana (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

A teoria é reforçada pela frase que cita um chip pequeno no teaser, além das fontes do site MyFixGuide, que afirmam se tratar de um Image Signal Processor (ISP), ou processador de sinal de imagem, em tradução livre. Esse tipo de chip é responsável, como sugere seu nome, pelo processamento de imagem das câmeras de um celular, ou funções relacionadas.

O desenvolvimento de um ISP próprio para complementar chipsets de outras fabricantes não é novidade: a Google utilizava o chamado Pixel Neural Core em seu Pixel 4 para trabalhar em conjunto com o Snapdragon 855 e oferecer assim melhor processamento de imagem para as câmeras. O uso do componente extra na linha Mi deve proporcionar uma experiência ainda mais robusta, aliada à já confirmada estreia da lente líquida, primeira do tipo no mercado de smartphones.

Surge S1: a aposta da Xiaomi no mercado de chipsets

Em fevereiro de 2017, a Xiaomi surpreendeu o mercado quando anunciou o Surge S1, seu primeiro chipset para smartphones fabricado por conta própria. O processador era munido de oito núcleos Cortex-A53 produzidos no processo de 28 nm da TSMC, com clocks de até 2,2 GHz, e acompanhado de uma GPU Mali-T860, sendo parte da família Pinecone.

O Xiaomi Surge S1 levou 28 meses para ser desenvolvido (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
O Xiaomi Surge S1 levou 28 meses para ser desenvolvido (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

De acordo com os benchmarks divulgados pela empresa na época, o Surge S1 alcançava desempenho próximo do Qualcomm Snapdragon 625 e do MediaTek Helio P20, mas superava com muita folga seus concorrentes no departamento de gráficos. Outro ponto de destaque era justamente seu ISP, que prometia aumentar a sensibilidade das câmeras em 150%, aprimorando a qualidade de imagem em cenários noturnos. O chipset, que levou quase três anos para ser desenvolvido, estreou no mercado com o Xiaomi Mi 5C, e ainda aguarda um sucessor.

Fonte: Canaltech

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