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Xiaomi 12S Ultra tem custo de produção próximo a R$ 2.800, mostra pesquisa

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Novos levantamentos divulgados pela agência Counterpoint Research mostram que o custo para se produzir uma unidade do Xiaomi 12S Ultra fica próximo do equivalente a R$ 2.800 reais, em sua versão de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno. Este valor representa aproximadamente 58% do preço de venda do dispositivo, que é de 5.999 yuan (~R$ 4.809).

Componentes de processamento têm grande impacto nos custos do Xiaomi 12S Ultra (Imagem: Counterpoint Research)
Componentes de processamento têm grande impacto nos custos do Xiaomi 12S Ultra (Imagem: Counterpoint Research)

De acordo com a divisão dos custos, os componentes de processamento são os que mais pesam na conta da Xiaomi, com um total de 128 dólares (~R$ 692). O smartphone vem com um Snapdragon 8 Plus Gen 1, a plataforma mobile mais poderosa entre as oferecidas pela Qualcomm.

Entretanto, outros gastos também foram destacados pela pesquisa. O display do smartphone aparece na sequência custando 89 dólares (~R$ 481), seguido pelos componentes das câmeras (79 dólares, ~R$ 427) e memórias internas (58 dólares, ~R$ 313).

Tais gastos são justificados pela implementação de peças com muita qualidade, que incluem um painel frontal Samsung E5 com tecnologia LTPO OLED e resolução 2K de 1.440 x 3.220 pixels. Já o conjunto de câmeras inaugurou os componentes da Leica, com sensor principal de 1 polegada e 50 MP.

Porém, o resultado das contas não significa que a Xiaomi tem os outros 42% de receita como lucro. Afinal, a marca ainda precisa gastar com salários de funcionários, despesas de desenvolvimento de tecnologias, publicidade e diversos outros custos.

Aparelho tem peças avançadas em basicamente todas as áreas (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
Aparelho tem peças avançadas em basicamente todas as áreas (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

Não é possível saber exatamente qual é a margem de lucro da marca com o seu novo smartphone topo de linha. Entretanto, executivos da Xiaomi já afirmaram anteriormente que há um comprometimento para que 5% do valor de vendas com celulares seja revertido em lucro — tanto nas comercializações de modelos de entrada, intermediários ou topos de linha, com possíveis variações entre cada aparelho.

Já foi mostrado que a empresa teve consideráveis quedas na fatia de mercado de dispositivos flagships, com apenas 2,2% dos modelos vendidos no mês de março. Entretanto, promoções realizadas em abril aumentaram esta proporção para 4% — o desafio da linha Xiaomi 12S é aumentar este número, ou pelo menos mantê-lo em patamares similares.

Fonte: Canaltech

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