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Não há evidência de que Wuhan foi o epicentro da pandemia, diz OMS

Redação Notícias
·1 minuto de leitura
WUHAN, CHINA - FEBRUARY 9: (CHINA OUT)Residents wear the mask while walks in front of a closed of Huanan seafood market on February 9, 2021 in Wuhan, Hubei Province, China. the World Health Organization (WHO) team tasked with investigating the origins of the coronavirus disease (COVID-19) are to hold a news conference in Wuhan. With no recorded cases of COVID-19 community transmissions since May 2020, life for residents in Wuhan is gradually returning to normal. (Photo by Getty Images)
Pedestres em rua de Wuhan (Getty Images)

O vírus causador da pandemia poderia estar circulando em outras regiões antes de ser identificado na cidade de Wuhan, no centro da China, no final de 2019, afirmou um especialista da autoridade de saúde da China nesta terça-feira (9).

Liang Wannian também comentou sobre a visita de quase um mês a Wuhan liderada pela Organização Mundial de Saúde. Segundo ele, a cidade não foi o epicentro da pandemia.

“A análise de eventos dos dois meses anteriores ao primeiro caso registrado em 19 de dezembro não revelou claras evidências da ocorrência de casos clínicos da infecção por SARS-Cov-2”, afirmou Liang .

“A maioria dos casos foi reportada na segunda metade de dezembro, muitos deles associados ao mercado de Wuhan, indicando que era um dos focos da transmissão. Não é possível com base nas atuais informações epidemiológicas determinar como o SARS-Cov-2 foi introduzido no mercado de Wuhan”, seguiu o especialista.

Liang também comentou que a equipe da OMS não conseguiu rastrear as lojas do mercado de Wuhan que venderam animais infectados.

Ele disse ainda que o coronavírus geneticamente relacionados ao SARS-Cov-2 foi identificado em animais diferentes, como morcegos e pangolins.

Peter Ben Embarek, especialista em vírus da OMS que chefiou a equipe de investigadores, afirmou que a equipe descobriu novas informações sobre a origem da doença, mas nada que mudasse o que já se sabia sobre o início da crise.

“Em termos de entender o que aconteceu nos primeiros dias em dezembro de 2019, mudamos drasticamente a imagem que já tínhamos antes? Acho que não. Mas melhoramos nosso entendimento, adicionamos detalhes para essa história? Absolutamente”, afirmou.