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Windows 11: veja os recursos que você perde ao migrar do Windows 10

·3 minuto de leitura

Esta terça-feira (5) é marcada pelo lançamento do Windows 11, o mais novo sistema operacional da Microsoft. Entre novidades e ferramentas repensadas para essa nova geração do SO, fato é que vários elementos se destacam pela modernidade, utilidade e praticidade que adicionam ao dia a dia com o computador.

Entretanto, se enganou quem acreditou que o Windows faria a virada de página sem abandonar coisas. Após a atualização, numerosos recursos antes presentes no Windows 10 não foram aproveitados — e você pode sentir falta de alguns deles. Por sorte, a própria Microsoft aponta para o que foi deixado para trás e ajudar os usuários a tomar uma decisão mais acertada quanto a migração.

No Menu Iniciar

Além de estar centralizado na barra de tarefas, o Menu Iniciar do Windows 11 foi renovado de uma ponta à outra — e, dessa transformação, muito se perdeu, incluindo os Blocos Dinâmicos.

Em resumo, o Menu Iniciar está mais simples — e isso pode não ser o ideal para todo mundo (Imagem: Reprodução/Microsoft)
Em resumo, o Menu Iniciar está mais simples — e isso pode não ser o ideal para todo mundo (Imagem: Reprodução/Microsoft)

No Windows 10, os blocos especiais de aplicativos funcionam quase como widgets: eles apresentam informações breves do programas, bem como sugestões de consumo em caso de apps de streaming. Além disso, a grade de organização de apps é bem flexível, permitindo várias formas de organização de atalhos.

Com a saída da funcionalidade, tudo dela se perdeu — até os agrupamentos de apps. O Menu Iniciar mais novo abraça uma proposta mais parecida com uma bandeja de aplicativos do Android, mas simplificada: os ícones têm formato e tamanho fixo, a grade não pode ser ajustada independentemente do tamanho da tela e por aí vai. Na prática, a seção ficou bem limitada — e nem precisa lembrar que todas as personalizações do usuário se perdem na migração de sistemas, né?

Na Barra de Tarefas

A Barra de Tarefas ocupa um espaço de extrema importância no Windows, já que é nela que o usuário mais deve transitar entre apps e acessar ferramentas fundamentais, como o Gerenciador de Tarefas. Contudo, ela mudou no novo SO, e não dá mais acesso rápido às ferramentas importantes a partir do clique com o botão direito do mouse.

A Barra de Tarefas está mais moderna, mas abriu mão de recursos sem necessidade (Imagem: Reprodução/Microsoft)
A Barra de Tarefas está mais moderna, mas abriu mão de recursos sem necessidade (Imagem: Reprodução/Microsoft)

Agora, para acessar as funções avançadas, o usuário deve clicar com o botão direito sobre o ícone do Windows, o Menu Iniciar. Além disso, a Barra de Tarefas não mais serve para levar arquivos de um app para outro (como uma imagem da web direto para o WhatsApp Desktop) e nem pode ser colocada em outro lugar da tela, sendo ela fixa na parte inferior.

Nas Ferramentas do sistema

Para a parte mais geral do sistema, a lista é bem mais extensa. A primeira das mudanças está no modo S do Windows, agora exclusivo da edição Home do sistema operacional; neste mesmo aspecto, o Modo Tablet nativo também não sobreviveu a mudança. Outras perdas incluem:

  • Paint 3D, Skype, 3D Viewer e OneNote não são mais apps nativos;

  • O app Captura e Esboço passa a ser somente Ferramenta de Captura;

  • Notícias e Interesses, uma adição recente do Windows 10, agora toma forma de widget;

  • Cortana não mais saúda o usuário na primeira utilização do sistema (e está bem menos presente);

  • O Math Input Panel perdeu o lugar para o Math Recognizer, que pode ser baixado como um recurso do sistema;

  • A Linha do Tempo, ferramenta de gerenciamento de atividades, agora faz parte do Edge.

O Paint 3D não deu certo, então o Paint clássico continua — e melhor do que antes (Imagem: Reprodução/Microsoft)
O Paint 3D não deu certo, então o Paint clássico continua — e melhor do que antes (Imagem: Reprodução/Microsoft)

Até agora, foram essas as funcionalidades perdidas na transição de sistemas operacionais, mas como o software ainda está fresco nas mãos dos usuários, mais descobertas negativas devem ser encontradas com o tempo.

O Windows 11 será distribuído entre as máquinas compatíveis até meados de 2022 e é importante verificar o suporte antes de esperar pela atualização ou antecipar o processo — saiba como checar se seu computador consegue rodar o Windows 11.

Fonte: Canaltech

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