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Wikileaks: Reino Unido aprova extradição de Julian Assange aos EUA

A secretária do Interior do Reino Unido, Priti Patel, aprovou um pedido norte-americano para extraditar o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, que atualmente está preso na Polícia de Londres. Há anos os EUA tentam trazer Assange ao país para ser julgado por conspiração, invasão hacker e espionagem.

A equipe jurídica de Assange estima que ele poderia receber uma sentença de 175 anos de prisão se for julgado nos Estados Unidos. Segundo o comunicado do ministério do Interior, o ativista ainda tem direito de recorrer da decisão em até 14 dias, apelando à Alta Corte de Londres.

Um juiz britânico já havia negado um pedido de extradição de Assange aos EUA em janeiro de 2021, com a justificativa de que ele correria risco de suicídio. Uma deportação e prisão, segundo o juiz, causaria grande impacto na saúde mental do fundador do Wikileaks. Mas, em dezembro, o governo dos EUA recorreu e reverteu a decisão do Reino Unido.

Julian Assange, do Wikileaks, pode ficar preso por 175 anos nos EUA, dizem advogados (Imagem: Espen Moe/Flickr)
Julian Assange, do Wikileaks, pode ficar preso por 175 anos nos EUA, dizem advogados (Imagem: Espen Moe/Flickr)

De lá para cá, os advogados de Assange tentaram acionar um novo recurso na Suprema Corte, mas falharam. Portanto, a decisão sobre a extradição do ativista aos EUA passou para Patel, que agora concedeu o pedido.

Em um comunicado divulgado no Twitter, o Wikileaks diz que vai recorrer novamente, perante a Alta Corte londrina. "Lutaremos mais alto e gritaremos mais nas ruas, nos organizaremos e faremos com que a história de Julian seja conhecida por todos", acrescentou. O órgão também afirma que a extradição tem motivação política.

Wikileaks: relembre o caso de Julian Assange

Em 2010 o WikiLeaks passou a ser reconhecido internacionalmente publicando detalhes sobre o envolvimento dos Estados Unidos nas guerras do Afeganistão e Iraque. O site também divulgou telegramas secretos da diplomacia norte-americana.

Em novembro daquele ano, o WikiLeaks divulgou 250 mil documentos diplomáticos confidenciais do Departamento de Estado dos Estados Unidos, em que mostravam como Hillary Clinton pediu para que diplomatas atuassem como espiões recolhendo informações sobre políticos.

Assange foi acusado pelo vazamento de informações do Pentágono, além de espionagem em outros 17 casos pelo governo norte-americano. Como figura obtusa, suas ações são consideradas por uns como uma violação à segurança pública, mas, por outros, como ativista defensor da liberdade de informação.

A Suécia emitiu um mandado de prisão internacional contra Assange. Ele foi preso no Reino Unido, mas foi libertado após pagamento de fiança. Foi concedido a ele asilo político na embaixada do Equador em Londres, em agosto de 2012, e lá permaneceu até abril de 2019, quando foi preso novamente.

Fonte: Canaltech

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