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WhatsApp recua e não vai limitar funções de quem não aceitar novos termos

·3 minuto de leitura

Quem pensou que essa novela tinha acabado estava enganado: o WhatsApp mais uma vez recuou sobre a obrigação de aceitar a nova política de privacidade e, agora, quem não aceitar não terá mais o funcionamento do aplicativo limitado aos poucos — pelo menos, por enquanto.

Em um comunicado enviado ao The Next Web, a companhia tomou a decisão após conversar com autoridades e governos de todo o mundo que defendiam a não suspensão do mensageiro em usuários resistentes.

“Devido às discussões com várias autoridades e especialistas em privacidade, nós queremos deixar claro que não temos planos de limitar a funcionalidade do WhatsApp daqueles que ainda não aceitaram a atualização [dos termos]. Ao invés disso, nós continuaremos mandando lembretes de tempos em tempos sobre a atualização, bem como quando as pessoas optarem por utilizar recursos opcionais relevantes, como a comunicação com uma empresa que está recebendo suporte do Facebook”, disse o WhatsApp.

Na página de suporte do mensageiro, a companhia reitera o posicionamento e informa que “não tem planos” para exibir esses lembretes de maneira persistente nem para limitar as funcionalidades do app — o que antes seria sua estratégia, em que o aviso tomaria o mensageiro até suspender o acesso por completo.

Como sempre, usuários ainda poderão aceitar o contrato direto pelo app, ao registrar um novo número no WhatsApp ou quando utilizarem algum recurso relacionado a essa atualização — como se comunicar com contas comerciais.

Nenhuma função será perdida, nem mesmo contas serão excluídas se os novos termos não forem aceitos. No entanto, o aviso do contrato ainda deve aparecer com certa frequência e, sim, tomar toda a tela enquanto transita entre mensagens e a tela principal, mas a recorrência não deve ser usada para persuadir o usuário até o aceite.

Movimentação internacional

Desde que foi anunciado em janeiro, a política de privacidade do WhatsApp foi alvo de duras críticas de autoridades internacionais e especialistas em segurança. Ser comandada pelo Facebook, somado ao ultimato (aceite-o ou não use o mensageiro) do contrato, deixou governos com uma pulga atrás da orelha que, para entender melhor a situação, pediram prorrogação da data limite ou suspensão do contrato.

No primeiro momento, a movimentação garantiu um tempo extra até a suspensão das contas. O prazo para a aceitação da política de privacidade foi de janeiro para o dia 15 de maio e essa janela seria utilizada para esclarecer o contrato tanto para a base de usuários quanto para as autoridades.

Quanto mais perto da data final, mais frequentes eram as janelas de aviso do novo acordo. Transições passaram a ser tomadas por uma janela com as condições do acordo e, posteriormente, o aviso tomou a parte superior da tela principal do app, logo acima de todas as conversas.

(Imagem: Reprodução/WhatsApp)
(Imagem: Reprodução/WhatsApp)

A campanha de informação não foi suficiente para convencer as autoridades. Em maio, órgãos reguladores da Alemanha, Argentina e Brasil se manifestaram contra o projeto e a estratégia de bloquear a funcionalidade do aplicativo gradativamente após o último dia. Inicialmente, a companhia resistiu e defendeu sua abordagem, mas foi estabelecendo acordos locais para prorrogar a data limite — por aqui, adiada para 13 de agosto.

Segundo o The Next Web, o WhatsApp disse que continuará “comprometido com o governo” e reafirma que a “atualização não afeta a privacidade das mensagens pessoais de ninguém”. O recuo se aplica a usuários de todo o mundo, portanto, não serão restritos aos países com os quais foram fechados acordos.

Não está claro como a companhia continuará operando com uma base de usuários fragmentada em dois contratos, mas é provável que ela respeite a decisão individual e não mude o acordo sem a autorização do administrador da conta.

Fonte: Canaltech

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