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WhatsApp, Messenger e Instagram serão integrados, mas não como você imagina

·3 minuto de leitura

As movimentações recentes do Facebook sugeriram uma integração inevitável entre Messenger, Instagram e WhatsApp a ponto de ambos tornarem-se uma só ferramenta. Isso foi reforçado após a fusão do chat do Messenger às DM da rede social de fotos e dos rumores sobre a adoção da criptografia de ponta a ponta nas conversas, o trunfo do WhatsApp, e que não se concretizou.

Embora esse trabalho de unificação seja verídico, o objetivo disso seria permitir maior alcance aos amigos através de qualquer uma das plataformas, sem que um programa anule a existência do outro. Ao menos, isso foi o que garantiu a vice-presidente de Experiências de Mensagens do Facebook, Loredana Crisan, ao site The Next Web.

Integração com do Messenger com DMs do Instagram foi o primeiro passo (Imagem: Divulgação/Facebook)
Integração com do Messenger com DMs do Instagram foi o primeiro passo (Imagem: Divulgação/Facebook)

A executiva explicou que essa abordagem se chama "plataforma e serviço", cujo enfoque é permitir o uso do app de sua escolha para se conectar por meio de serviços subjacentes. A ligação das DMs do Instagram com o Messenger foi o primeiro passo: você pode usar qualquer um dos dois para conversar, inclusive com a possibilidade de começar o papo em um e terminar em outro.

Já o WhatsApp requer um número de telefone como requisito básico para a criação de uma conta, além do acesso à agenda para localizar contatos. Essa é uma abordagem bem diferente do que ocorre no Messenger, no Instagram e no Facebook — os dois últimos tem como base as interações de feed e compartilhamento.

Integração é inevitável, mas não se assuste

Crisan acredita que haverá uma centralização de todos os serviços no futuro, de forma interoperável e similar à conexão entre contas de e-mail diferentes. Nesse caso, usuários do WhatsApp poderão optar por interagir ou não com as redes sociais, com vínculos a perfis já existentes ou não.

Toda aquela polêmica envolvendo a atualização da política de privacidade do WhatsApp tem relação com essa possibilidade futura. A única forma de integrar a conta do app de mensagens com as plataformas sociais seria com o compartilhamento de dados, e isso exigiria o consentimento do usuário. A polêmica é como a gigante das redes sociais utilizaria as informações coletadas no "Zap": se haveria acesso indevido ao conteúdo de conversas e/ou direcionamento de propagandas sob medida.

A "nova" política de privacidade do WhatsApp é um dos passos necessários para integrar o serviço às redes sociais (Imagem: Bruno Salutes/Canaltech)
A "nova" política de privacidade do WhatsApp é um dos passos necessários para integrar o serviço às redes sociais (Imagem: Bruno Salutes/Canaltech)

A vantagem de usar o WhatsApp, segundo a vice-presidente, seria a maior segurança ofertada pela criptografia de ponta a ponta. O Messenger teve uma atualização de segurança para chamadas de voz e vídeo em agosto, mas é uma tecnologia diferente do popular mensageiro.

Embora a integração Instagram-Messenger tenha ocorrido com sucesso, a vinculação ao app de mensagens telefônicas é um desafio bem mais complicado. O que ainda não se sabe é como isso será feito: se haverá transparência e diálogo ou "forçação de barra" e obrigatoriedade. O usuário, como já demonstrado, preferirá o primeiro caminho.

Fonte: Canaltech

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