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WhatsApp estende prazo para aceitar novos termos em alguns países

·3 minuto de leitura

A novela da polêmica dos novos termos do WhatsApp teve mais um capítulo nesta sexta-feira (21). Apesar de a política vigorar desde o último sábado (15), usuários da Alemanha e Argentina ganharam um prazo “extra” para refletir sobre a decisão: 19 de junho.

Segundo o site WABetaInfo, essa dilatação parece afetar apenas os dois países, nos quais o Facebook se tornou alvo de ações judiciais e das autoridades reguladoras que questionavam as cláusulas impostas.

(Imagem: Reprodução/WABetaInfo)
(Imagem: Reprodução/WABetaInfo)

A Argentina, por exemplo, suspendeu a aplicação da política na última segunda-feira (17), em decreto publicado no Diário Oficial da Argentina. Já em solo europeu, o governo alemão ordenou que o WhatsApp suspendesse de imediato o início dos requesitos de privacidade no dia 11 de maio.

Após essa nova data, usuários do WhatsApp no Android e iOS terão que aceitar os termos se quiserem continuar usando o aplicativo sem qualquer limitação. Isso, é claro, se as autoridades locais não tomarem novas providências para barrar as regras.

No Brasil, o prazo é 13 de agosto

Aqui no Brasil, a companhia acatou os termos do acordo proposto pelo Ministério Público para prorrogar o prazo de início da sua nova política de privacidade. Reuniões entre representantes do aplicativo e da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), do Ministério da Justiça, do Cade e do Ministério Público Federal levaram a essa tomada de decisão.

Em razão disso, o WhatsApp não vai encerrar nenhuma conta, nem limitar o acesso de quem se recusar a aceitar as novas condições até 13 de agosto. Nestes três meses, as quatro autoridades brasileiras devem apresentar questionamentos aos desenvolvedores e realizar novas análises.

Essas são as restrições que usuários podem sofrer se não aceitar a atualização do WhatsApp (Imagem: Reprodução/WhatsApp)
Essas são as restrições que usuários podem sofrer se não aceitar a atualização do WhatsApp (Imagem: Reprodução/WhatsApp)

Quando as regras começarem a valer, quem seguir sem permitir as concessões solicitadas pelo aplicativo passará a ver um incessante aviso informando sobre a mudança e poderá ter recursos limitados.

“Você não poderá acessar sua lista de conversas, mas ainda poderá atender chamadas de voz e de vídeo”, informa o WhatsApp. Ainda, de acordo com o app, quem sofrer este tipo de limitação seguirá capaz apenas de responder mensagens de texto e retornar chamadas de voz e de vídeo apenas por meio do menu embutido na notificação enviada ao seu celular.

Adiamentos e polêmicas

Os novos termos estavam previstos para vigorar em fevereiro, mas essa data foi postergada após críticas mundiais à falta de transparência. O WhatsApp suspendeu a mudança e a remarcou para maio, usando esse tempo para tranquilizar o usuário sobre as novidades.

A mudança afetaria principalmente usuários da API do WhatsApp Business, já que os dados de clientes poderiam ser gerenciados e até lidos por terceiros, desde que a contratante do serviço autorizasse o compartilhamento. Isso, é claro, pegou a todos de surpresa e pôs em xeque a privacidade das pessoas na rede.

O WhatsApp alega que não haverá maior compartilhamento de dados com o Facebook e que ninguém será autorizado a ler suas mensagens. A companhia cita o recurso de criptografia ponta a ponta como trunfo, o que impediria que qualquer pessoa não autorizada acessasse o conteúdo das conversas. No entanto, existe o temor de que empresas possam comprar dados do bate-papo e usá-los, dentre outras, com finalidade publicitária.

Fonte: Canaltech

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