Mercado abrirá em 4 h 5 min

WhatsApp: Bolsonaro não contratou serviços no aplicativo; entenda

Seguindo o Facebook e o Twitter, o WhatsApp também prestou esclarecimentos a respeito das últimas eleições para presidente (Pixabay)

Seguindo o Facebook e o Twitter, o WhatsApp também prestou esclarecimentos a respeito das últimas eleições para presidente. Em um comunicado enviado na última segunda-feira, 12, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o aplicativo afirma que não foi contratado pela campanha de Bolsonaro para fornecer “serviços de impulsionamento de conteúdo na rede mundial de computadores”.

Entenda o caso

No mês passado, uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo destacou que empresas apoiadoras do então candidato do PSL teriam contratado serviços de disparos de mensagens para o envio pelo WhatsApp de textos contra o PT. Os usuários afetados teriam sido obtidos através de bases de usuários de Bolsonaro e de dados vendidos por empresas especializadas no segmento. A prática é considerada ilegal, já que pode configurar doação de empresas para campanhas políticas, algo considerado ilegal desde 2015.

Diante do caso, o TSE decidiu investigar o caso e solicitou que as redes sociais informem se houve, de alguma maneira, pagamento pelo impulsionamento de conteúdo. Ainda precisam prestar esclarecimentos sobre o tema o Instagram e o Google.

Outros aplicativos

Facebook e Twitter também afirmaram que não houve contratação de Bolsonaro ou sua equipe em suas plataformas.

”O Twitter Brasil averiguou internamente e foi constatado que as contas verificadas do candidato Jair Messias Bolsonaro e do partido político Partido Social Liberal (PSL) – @jairbolsonaro e @psl_nacional, respectivamente – não contrataram impulsionamento de qualquer conteúdo, seja este eleitoral ou não”, detalhou o Twitter.

O Facebook, por sua vez, declarou que “[Bolsonaro e o partido] não contrataram impulsionamento de conteúdos no período entre 16 de agosto de 2018 e 28 de outubro de 2018”.