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WhatsApp recebe ultimato da União Europeia

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WhatsApp da Meta Platforms recebeu um mês para responder às preocupações da União Europeia sobre novos termos e serviços. (REUTERS/Dado Ruvic/Illustration) (REUTERS)
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  • WhatsApp, da Meta, está na mira de comissão da União Europeia

  • Comissário da UE busca “compromissos concretos” do WhatsApp

  • Prazo segue reclamações sobre mudanças de política no ano passado

O WhatsApp da Meta Platforms recebeu um mês para responder às preocupações da União Europeia sobre novos termos e serviços que provocaram indignação entre consumidores e defensores da privacidade.

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O WhatsApp deve fornecer “compromissos concretos” para abordar as preocupações da UE sobre uma possível falta de “informações suficientemente claras” para os usuários, ou a troca de dados de usuários entre o WhatsApp e terceiros, disse a Comissão Europeia na quinta-feira.

“O WhatsApp deve garantir que os usuários entendam com o que concordam e como seus dados pessoais são usados”, disse o comissário de Justiça da UE, Didier Reynders, em comunicado. “Espero que o WhatsApp cumpra totalmente as regras da UE que protegem os consumidores e sua privacidade.”

WhatsApp da Meta Platforms recebeu um mês para responder às preocupações da União Europeia sobre novos termos e serviços. (Beata Zawrzel/NurPhoto)
WhatsApp da Meta Platforms recebeu um mês para responder às preocupações da União Europeia sobre novos termos e serviços. (Beata Zawrzel/NurPhoto)

WhatsApp anunciou mudanças em 2021

O WhatsApp anunciou as mudanças na política há um ano, mas foi forçado a adiar sua introdução até maio, após uma reação negativa sobre quais dados o serviço de mensagens coleta e como compartilha essas informações com o Facebook. A associação europeia de consumidores BEUC reclamou com a UE, dizendo que os novos termos e serviços eram opacos.

“O WhatsApp bombardeou os usuários por meses com mensagens pop-up persistentes”, disse o BEUC em reação ao anúncio da comissão. “O WhatsApp foi deliberadamente vago sobre isso, preparando o terreno para o processamento de dados de longo alcance sem o consentimento válido dos consumidores”.

O WhatsApp disse em comunicado que a empresa espera “explicar” à comissão “como protegemos a privacidade de nossos usuários em conformidade com nossas obrigações sob a lei da UE”.

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