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Weidmann contesta visão do BCE sobre política monetária expansionista antes de reunião de dezembro

·2 min de leitura
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde

Por Francesco Canepa e Balazs Koranyi

FRANKFURT (Reuters) - O presidente do Bundesbank, o banco central da Alemanha, Jens Weidmann, contradisse publicamente a visão oficial do Banco Central Europeu (BCE) nesta sexta-feira, alertando que a inflação pode ficar acima de 2% por algum tempo e que a autoridade monetária deve evitar qualquer compromisso de manter as torneiras de dinheiro abertas.

Os comentários vieram apenas horas depois de a presidente do BCE, Christine Lagarde, reafirmar sua expectativa de que a inflação na zona do euro diminuiria e pedir apoio contínuo para a economia.

O BCE fará encontro de política monetária em 16 de dezembro.

Weidmann --que deixará o cargo de chefe do banco central da Alemanha e de autoridade do BCE no fim deste ano, após uma década de oposição amplamente em vão à política monetária frouxa do BCE-- adotou um tom decididamente divergente.

"As expectativas de inflação mais altas e o crescimento mais acentuado dos salários podem fortalecer as pressões sobre os preços no médio prazo", disse ele em evento bancário.

"E pode muito bem ser que as taxas de inflação não caiam abaixo de nossa meta no médio prazo, como previsto anteriormente."

A inflação na zona do euro subiu 4,1% em outubro em relação a um ano antes, impulsionada por custos mais altos de energia, e deve ficar acima da meta de 2% do BCE no próximo ano, já que os fornecedores afetados pela pandemia não estão conseguindo acompanhar a reabertura econômica.

Falando mais cedo no mesmo evento, Lagarde insistiu que o BCE não deveria pisar no freio agora.

"Quando se espera que a pressão inflacionária diminua --como é o caso hoje--, não faz sentido reagir apertando a política monetária", disse ela. "O aperto não afetaria a economia até que o choque já tivesse passado."

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