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Warner Music retorna a Wall Street após nove anos

Arquivo de Len Blavatnik na celebração Pré-Grammy da Warner Music Group no Nomad Hotel Los Angeles em 7 de fevereiro de 2019 em Los Angeles, Califórnia. A Warner Music anunciou que suas ações começarão a ser negociadas em 3 de junho de 2020. A Access Industries, grupo liderado por Blavatnik, manterá sua participação majoritária.

O Warner Music Group, uma das três principais gravadoras do mundo, retornou a Wall Street nesta quarta-feira (3) após uma ausência de nove anos com a maior entrada no mercado de ações desde o início do ano.

O selo, que aparecerá na Nasdaq com o símbolo WMG, fechou as ações a mais de 30 dólares, sendo o preço inicial de 25 dólares.

A Warner havia anunciado a venda de 77 milhões em títulos e pretendia arrecadar mais de US $ 1,9 bilhão.

O preço da ação de ingresso no mercado deveria ter sido fixado na noite de terça-feira, mas, segundo vários meios de comunicação, a empresa preferiu adiar o anúncio em meio ao movimento "Blackout" de apoio a protestos contra a violência policial sobre os negros.

A Warner havia adiado seu retorno à bolsa devido à pandemia de coronavírus, que atingiu fortemente a indústria da música, principalmente os shows.

Um relatório do banco Goldman Sachs projeta uma queda de 25% na receita mundial do setor, mas é mais otimista para 2021.

O grupo de investidores Access Industries, liderado pelo bilionário britânico-americano Len Blavatnik, que comprou a gravadora em 2011 por US$ 3,3 bilhões, manterá sua participação majoritária.

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