Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.700,67
    +405,99 (+0,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.514,10
    +184,26 (+0,38%)
     
  • PETROLEO CRU

    63,35
    -0,11 (-0,17%)
     
  • OURO

    1.764,80
    -2,00 (-0,11%)
     
  • BTC-USD

    63.481,20
    +518,61 (+0,82%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.404,78
    +23,83 (+1,73%)
     
  • S&P500

    4.170,42
    +45,76 (+1,11%)
     
  • DOW JONES

    34.035,99
    +305,10 (+0,90%)
     
  • FTSE

    6.983,50
    +43,92 (+0,63%)
     
  • HANG SENG

    28.793,14
    -107,69 (-0,37%)
     
  • NIKKEI

    29.715,12
    +72,43 (+0,24%)
     
  • NASDAQ

    13.996,00
    -18,00 (-0,13%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7134
    -0,0077 (-0,11%)
     

Warner deve descartar estreias híbridas e voltar a lançar 1º nos cinemas em 2022

Ramon de Souza
·2 minuto de leitura

A Warner Bros surpreendeu o mercado no final do ano passado, quando anunciou que todos os seus novos filmes de 2022 iriam estrear simultaneamente nos cinemas e em sua própria plataforma de streaming, a HBO Max. Foi uma forma de tentar driblar as dificuldades envolvendo as salas fechadas em todo o mundo. E, embora essa solução dê a alternativa dos usuários comprar e assistir aos títulos em casa, os preços não são assim tão atrativos quanto os cobrados na experiência de ver em uma grande rede, por exemplo. Além disso, essa estratégia causa distorções no setor, pois parte da bilheteria normalmente para vai para os estúdios e profissionais.

Então, uma das perguntas de grande parte das redes exibidoras e dos próprios usuários e profissionais desse segmento é se a companhia manteria esses planos de estreias híbridas para a próxima temporada. A resposta parece ter vindo antes do imaginado. De acordo com um anúncio da Cineworld, empresa responsável por gerenciar a rede Regal Cinemas, no ano que vem as obras da Warner Bros serão lançadas com exclusividade em suas salas de exibição ao redor dos EUA e só serão adicionadas ao catálogo da HBO Max em exatos 45 dias após a sua estreia.

No Reino Unido, o acordo prevê uma estratégia ainda mais curiosa para 2022: a portabilidade da obra para a plataforma de streaming será feita em um mês (ou seja, 30 dias) caso ela atinja as metas de bilheteria. Caso contrário, valerá o prazo de 45 dias. A mudança mostra que a companhia ainda vê futuro nos cinemas de rua — que, até a crise do novo coronavírus (SARS-CoV-2), ainda eram extremamente populares nos Estados Unidos.

Segundo informações do jornal Deadline, outras gigantes da indústria cinematográfica pretendem fazer o mesmo na próxima temporada: a Paramount só vai adicionar seus novos filmes à plataforma Paramount+ depois de 45 dias de sua estreia nas telonas, enquanto a Universal firmou um acordo com a rede AMC Theaters para uma exclusividade de 17 dias nas salas de exibição. De qualquer forma, venhamos e convenhamos — estamos falando de pouco tempo se levarmos em consideração que, antigamente, esperávamos meses e até anos para que um filme fosse lançado em VHS ou DVD para assisti-lo em casa, não é mesmo?

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: