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Walmart enfrenta reação negativa nas redes sociais da China

·2 min de leitura
Consumidores reclamaram que não podem obter produtos da província de Xinjiang em Walmarts, com sede na China (Wang Gang/Getty Images)
Consumidores reclamaram que não podem obter produtos da província de Xinjiang em Walmarts, com sede na China (Wang Gang/Getty Images)
  • Chineses não encontram produtos feitos em Xinjiang

  • Tensões se intensificaram após a assinatura da Lei Uigur, de prevenção ao trabalho forçado

  • Empresas como Nike e Apple foram contra a nova legislação

O Walmart enfrenta críticas crescentes nas plataformas de mídia social chinesas, de usuários que alegam que a gigante do varejo parou de oferecer produtos da província de Xinjiang - em suas lojas baseadas na China -, de acordo com um relatório emitido na última segunda-feira.

A reação viral começou já na semana passada, com usuários do Weibo e outras plataformas postando imagens alegando que produtos feitos em Xinjiang não estavam disponíveis no Walmart e no Sam’s Club do país, relatou o Wall Street Journal. Os usuários alegaram que não poderiam comprar itens originários da região, como maçãs. Tudo começou depois que o presidente Biden assinou a Lei Uigur, de prevenção ao trabalho forçado.

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Nenhum produto feito em Xinjiang 

Alguns usuários alegaram que planejavam cancelar suas assinaturas do Sam’s Club, de acordo com o relatório. A varejista também enfrentou críticas de lojas apoiadas pelo Estado na China. Uma análise das lojas online Walmart e Sam’s Club na China não encontrou nenhum produto feito em Xinjiang, de acordo com o relatório. No entanto, alguns produtos da região foram encontrados em uma loja física do Walmart em Pequim.

Lei Uigur, de Joe Biden

As alegações surgiram dias depois que o presidente Biden assinou a Lei Uigur de Prevenção ao Trabalho Forçado, um projeto de lei bipartidário que proíbe as importações da região de Xinjiang, a menos que as empresas provem que os produtos não foram produzidos com trabalho forçado. Pequim tem enfrentado condenação generalizada por supostas violações dos direitos humanos contra grupos minoritários étnicos e religiosos. O governo chinês criticou os legisladores dos EUA por aprovarem a legislação, afirmando que a proibição de importação “viola gravemente o direito internacional e as normas básicas que regem as relações internacionais”. A China negou que tenham ocorrido abusos de direitos humanos.

Conflito entre EUA e China

A Apple e a Nike estavam entre as empresas americanas que fizeram lobby contra a legislação, argumentando que ela poderia causar interrupções na cadeia de suprimentos. O Walmart é a última empresa a tentar operar na China sem entrar em conflito com as regulamentações dos EUA ou inflamar as tensões com o governo chinês. Na semana passada, a fabricante de chips Intel se desculpou na China depois de instruir seus fornecedores a não fornecer produtos da província de Xinjiang.

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