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Wall Street tem ‘choque de realidade’ após CPI acima do esperado

(Bloomberg) -- Investidores, analistas e economistas receberam uma choque de realidade na terça-feira, quando a inflação do mês de agosto nos EUA superou as expectativas e levou as ações nos EUA à maior queda em mais de duas semanas.

O S&P 500 despencou até 2,7%, quebrando sua sequência de ganhos mais longa em mais de dois meses, enquanto o Nasdaq 100, pesado em tecnologia, caiu até 3,6%.

As bolsas americanas haviam subido nos últimos dias, com economistas prevendo que os dados do Departamento do Trabalho mostrariam outra desaceleração considerável na alta de preços nos EUA. Em vez disso, o índice de preços ao consumidor (CPI) aumentou 0,1% em relação a julho e caiu menos do que o esperado em relação ao mesmo período do ano passado.

Em resposta à inflação mais quente do que o esperado, os operadores aumentaram suas apostas em outra alta de 0,75 ponto percentual na reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) da próxima semana.

Segue o que Wall Street está dizendo sobre os dados de inflação de agosto e o que isso significa para renda variável:

Guillermo Hernandez Samper, chefe da mesa de operações na gestora MPPM:

“Foi um choque de realidade. Os mercados estavam, novamente, se precipitando. O Federal Reserve não pisará no freio antes do final do ano, então podemos esperar mais aumentos de juros.”

James Athey, diretor de investimentos da Abrdn:

“O salto recente das ações parecia incrivelmente mal avaliado e prematuro. Esse número de CPI é muito forte em relação ao consenso e não é de jeito nenhum o que o Fed queria ver. A chance do ritmo de aumentos se desacelerar após setembro diminuiu um pouco com esses dados.”

Sebastien Galy, macro-estrategista sênior da Nordea Asset Management:

“O mercado de ações americano estava simplesmente otimista demais, enquanto os mercados de ações europeus estão muito mais baratos, o que dá a eles alguma resistência a esse tipo de choque.”

Mark Hamrick, analista econômico sênior da Bankrate:

“Os preços de itens básicos continuam a alimentar esse fogo, incluindo moradia, comida e assistência médica. O declínio substancial nos preços da gasolina é digno de nota, mas não resolve o problema geral da inflação.”

Danni Hewson, analista financeiro da AJ Bell:

“Preços que estavam borbulhando levam tempo para esfriar e os mercados estavam um pouco entusiasmados demais nos últimos dias com a perspectiva de aumentos de juros menos agressivos do Fed em um futuro próximo. A realidade é que, embora a maioria das coisas pareça estar indo na direção certa, ainda há ventos contrários significativos quando se trata de coisas como fornecimento de eletricidade e gás e simplesmente manter um teto sobre a cabeça das pessoas.”

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