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Wall Street se apoia em acordos de fusão e aquisição para lucros

Jenny Surane
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Aviso aos traders: chegou a hora dos negociadores.

Quando as maiores instituições financeiras de Wall Street começarem a divulgar os balanços do primeiro trimestre na quarta-feira, devem registrar aumento de 42% em comissões de banco de investimento. Com os ganhos de trading do ano passado perdendo força, negociações e reservas liberadas devem dobrar os lucros do grupo, segundo estimativas dos analistas.

Entre os maiores contribuintes: uma série de empresas de aquisição de propósito específico, ou SPACs na sigla em inglês, que abriram capital durante o trimestre. De acordo com as projeções, essa tendência provavelmente impulsionou a receita de subscrição de ações em 176%, para US$ 4,17 bilhões nos cinco maiores bancos do setor - JPMorgan Chase, Bank of America, Citigroup, Goldman Sachs e Morgan Stanley.

“Os recursos das SPACs e de IPOs tradicionais têm sido realmente enormes nos primeiros meses do ano, e isso deve ser um fator positivo para os maiores bancos”, disse Jim Shanahan, analista da Edward D. Jones & Co. “Mas as comparações parecem realmente difíceis de agora em diante”, afirmou em entrevista.

Lucros mais altos e receita com comissões podem não ser suficientes para satisfazer investidores que procuram sinais de que os bancos podem começar a expandir suas carteiras de empréstimos novamente. Os empréstimos totais combinados do JPMorgan, Bank of America, Wells Fargo e Citigroup devem ter caído 8,2% no primeiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com estimativas de analistas.

Os saldos dos cartões têm diminuído e os depósitos dispararam depois que o governo dos EUA injetou trilhões de dólares em estímulos na economia no último ano, incluindo pagamentos diretos aos consumidores. As empresas também estão relutantes em fazer empréstimos até que o ritmo da recuperação econômica se torne mais claro.

“A ausência de crescimento dos empréstimos afeta por enquanto”, disse Susan Roth Katzke, analista do Credit Suisse, em relatório aos clientes, acrescentando que o comando dos bancos deve mostrar “confiança nas perspectivas de uma retomada da demanda por empréstimos comerciais, em particular, à medida que o ritmo de recuperação se acelera”.

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