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Wall Street e reguladores chineses retomam conversas

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Executivos de Wall Street e as principais agências reguladoras chinesas planejam realizar uma reunião virtual para discutir temas como a repressão do governo de Pequim ao setor privado e as relações EUA-China.

A reunião foi agendada para quinta-feira e marca a retomada da Mesa Redonda Financeira China-EUA realizada pela primeira vez em setembro de 2018, segundo duas pessoas a par do assunto, que falaram sob anonimato. As negociações ficaram em segundo plano em meio à pandemia.

Entre os convidados estão o presidente do conselho da Blackstone, Stephen Schwarzman, e o presidente do Goldman Sachs, John Waldron, disseram as pessoas. Fang Xinghai, vice-presidente da Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China (CSRC, na sigla em inglês), Yi Gang, presidente do Banco Popular da China, e Guo Shuqing, presidente da Comissão Reguladora de Bancos e Seguros da China, participam do lado chinês.

Investidores estão nervosos com a investida regulatória do governo chinês contra as maiores empresas de tecnologia do país e outros setores e com a promessa do presidente Xi Jinping de criar “prosperidade comum”. Bilhões de dólares em lucros estão em jogo para Wall Street, que avança na China à medida que o país abre os mercados financeiros para bancos de investimento, gestores de patrimônio e de fundos.

As apostas também são altas para a China em seus esforços para transformar sua economia ainda dependente das exportações. Até agora, o governo de Pequim não recuou em seu compromisso de abrir o mercado de US$ 54 trilhões, em busca de novos investimentos e aumento da concorrência doméstica.

A reunião foi organizada por John Thornton, presidente do conselho da Barrick Gold, que copreside a mesa redonda com Zhou Xiaochuan, ex-presidente do banco central chinês. Thornton esteve em Pequim no mês passado em reunião com autoridades, incluindo o vice-premiê Liu He e Fang, da CSRC, disseram pessoas a par do assunto.

A mesa redonda também vai discutir cooperação financeira, segundo uma fonte.

Fang organizou uma teleconferência em julho com executivos de grandes bancos de investimento na tentativa de acalmar os temores do mercado depois da decisão do governo chinês de proibir que provedores de aulas particulares tenham lucro.

Assessores de imprensa das empresas participantes não quiseram comentar.

Estados Unidos e China também enfrentam impasses em questões como acesso a mercados, segurança de dados e ofertas públicas de ações internacionais. O presidente da SEC, Gary Gensler, alertou no mês passado centenas de empresas chinesas que levantaram capital nos mercados dos Estados Unidos sobre o risco de que suas ações sejam deslistadas caso não se submetam a um maior escrutínio.

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©2021 Bloomberg L.P.

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