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Wall St recua após dados de emprego reduzirem esperanças de Fed mais brando

Operador trabalha na bolsa de Nova York

(Texto atualizado com mais informações)

Por Chuck Mikolajczak

NOVA YORK (Reuters) - As ações dos Estados Unidos fecharam em baixa pela segunda sessão consecutiva nesta terça-feira, depois que dados indicando que o mercado de trabalho norte-americano permanece em terreno sólido diminuíram as esperanças de que o Federal Reserve possa ter motivos suficientes para começar a diminuir o tamanho de seus aumentos de juros.

Uma pesquisa mostrou que as vagas de emprego nos EUA subiram inesperadamente em setembro, sugerindo que a demanda por mão de obra continua forte, mesmo com o banco central embarcando em um caminho de aumentos agressivos de juros em um esforço para reduzir a inflação teimosamente alta.

Expectativas crescentes de que o banco central possa ter justificativas para começar a desacelerar o aperto monetário em dezembro -em parte devido a dados que apontam para uma economia enfraquecida e a uma temporada de lucros corporativos que foi melhor do que o esperado- ajudaram as ações a subir em outubro, com o Dow atingindo seu maior ganho percentual mensal desde 1976.

O foco acentuado nos dados do mercado de trabalho neste pregão ofuscou outro relatório que mostrou que a atividade manufatureira dos EUA cresceu em seu ritmo mais lento em quase 2 anos e meio em outubro, em meio à alta de juros.

O Dow Jones Industrial Average caiu 0,24%, para 32.653,2 pontos; o S&P 500 perdeu 0,41%, para 3.856,1 pontos, e o Nasdaq Composite caiu 0,89%, para 10.890,85 pontos.

Energia, com alta de 0,99%, foi o setor de S&P com melhor desempenho, impulsionado por um ganho nos preços do petróleo por informações não confirmadas de que a China estava considerando suspender suas regras rígidas de controle da Covid-19.

Isso também ajudou a impulsionar as ações listadas nos EUA de empresas chinesas como JD.Com, com alta de 3,08%, e Alibaba Group Holding, que subiu 3,59%.

Já nomes de crescimento de megacaps como Amazon e Apple, que têm sofrido com a alta de juros, estavam novamente sob pressão, caindo 5,52% e 1,75%, respectivamente.