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Wall St ensaia recuperação após comentário de Trump sobre China; notícias sobre impeachment pressionam

Por Sruthi Shankar e Ambar Warrick

Por Sruthi Shankar e Ambar Warrick

(Reuters) - Os principais índices de Wall Street ensaiavam alguma recuperação nesta quarta-feira, depois de quedas mais cedo, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dizer que um acordo comercial com a China pode ser alcançado mais cedo do que se pensa.

As altas em ações da Nike e da Philip Morris também ajudavam o mercado, que no começo do pregão chegou a cair sob o peso de uma tentativa da Câmara dos EUA de iniciar um inquérito de impeachment contra Trump.

Às 12:01 (horário de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,58%, a 26.963 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,037754%, a 2.965 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançava 0,17%, a 8.008 pontos.

As notícias do inquérito, que levaram o S&P 500 a registrar sua maior queda percentual em um mês na terça-feira, pioraram um sentimento já frágil após Trump adotar um tom severo sobre as práticas comerciais da China, dizendo que ele não aceitará um "acordo ruim" com o país asiático.

"No final, fechamos acima das mínimas do dia, o que mostra que não há pânico no mercado que causaria um declínio acelerado", disse Peter Cardillo, economista-chefe de mercado da Spartan Capital Securities.

"É claro que as notícias sobre a investigação do impeachment estarão no foco, mas não acho que isso terá um efeito negativo real por enquanto."

As ações da Nike avançavam 5,1%, batendo uma máxima recorde, e estavam entre as principais influência positivas aos índices Dow Jones e S&P 500, depois que os resultados do trimestre findo em agosto superaram as expectativas do mercado.

As ações da Philip Morris subiam 5,2%, após a fabricante de cigarros cancelar negociações de fusão com o Grupo Altria e dizer que vai se concentrar no lançamento de seu produto de aquecimento do tabaco, iQOS, nos EUA.